Retrospectiva: um ano de arte e expressão no Espaço Cultural

Confira as participações que brilharam no blog ao longo de 2023.

Há um lugar onde as palavras dançam em compasso com as histórias, onde as tintas se entrelaçam para criar universos pulsantes, e onde as notas musicais ecoam como suspiros da alma. Esse lugar é o Espaço Cultural, uma dimensão onde as expressões ganham vida, um palco onde os servidores do poder judiciário revelam seus talentos mais íntimos.

O ano foi um verdadeiro espetáculo de emoções e descobertas nesse oásis singular. Desde o primeiro ato com Cláudio Barros, a força das palavras transcendeu as páginas, ecoando convicções e despertando reflexões profundas. Ele abriu o ano e voltou a participar em junho. “Desejo que as pessoas conheçam o que acredito ser a realidade”, expressou ele.

Scheilla Brevidelli, por sua vez, converteu seu blog numa sinfonia de prosas, uma voz que ressoa a cada episódio do seu podcast, mas antes nos presenteou com o seu novo livro “Seu Escrito Era Uma voz”. E não poderíamos deixar de mencionar Ricardo dos Reis, do TRT3, que expandiu horizontes ao lançar “De lá pra cá, de cá pra lá”, uma obra que entrelaça poesia, interpretação e composições de forma singular.

“Há momentos em que a mente literária se abre para temas poéticos, e, em outras ocasiões, se abre para temas lúdicos e infantis” – Claudia Cordeiro

A literatura foi um mundo à parte: Geovania Freitas presenteou-nos com “Amor de Escravo”, Elizabeth Espinosa entrelaçou narrativas com maestria em “Anna e Sílvia”, enquanto Wendy Batista deu voz à jornada de autodescoberta em seu primeiro livro, “Somos Todos Bonecas”. E a magia das histórias infantis ressurgiu com Alice Gurgel, encantando corações com seus contos repletos de encanto e sabedoria. E nesta semana, a Flávia Cortês do TRT5 lançou o mais recente livro ““Correntezas — É preciso aprender a ser rio”.

A arte de expressar-se não se limitou a apenas um meio. A fotografia, refúgio para muitos, tornou-se a tranquilidade da servidora do TRT3 Cássia Maria Santos, um hobby de mais de três décadas que a conecta à beleza da natureza e à arte de relaxar. Já a Luciana Martins transformou dores em pinceladas, enchendo telas com cores que revelam um mundo interior vibrante, enquanto André Cardoso, com sua arte filantrópica, revelou que a expressão artística pode transcender as telas, contribuindo para causas nobres e transformadoras.

“A pintura tornou-se meu refúgio, onde posso expressar minhas emoções. É a hora em que me extravaso, fico leve, esqueço das dores.” – Luciana Martins

As páginas deste palco vivo ainda guardam mais histórias: a preocupação com a saúde dos servidores, em palavras de Leonardo Coelho do TRT1; as viagens poéticas da Izabel da Rosa; as novas poesias de Marco Antonio Brunialti do TRT15; os mergulhos em diferentes tipos de poder do associado do TRT12 Lívio Leiria da Silva; e o lançamento solidário de Cláudia Cordeiro na Bienal do Livro, tudo isso marcou o Espaço Cultural como um celeiro de criatividade e sensibilidade.

E ao analisar a retrospectiva deste ano no Espaço Cultural, deixamos para trás um rastro de cores, palavras e melodias que ecoam pela eternidade, lembrando-nos da riqueza do talento humano e da beleza de expressar-se em suas mais diversas formas.

 

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A ANAJUSTRA Federal e a Funpresp-Jud convidam você para a live “O preço de não escolher: Previdência e os custos da inércia”.

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Nosso convidado, o professor e doutor em Finanças Comportamentais Jurandir Sell Macedo, vai mostrar como as mudanças demográficas pressionam a previdência pública e por que confiar que tudo continuará como antes é uma estratégia arriscada.

A conversa vai além do dinheiro: envelhecer bem depende de quatro capitais, o financeiro, o físico, o social e o intelectual. Porque o futuro não começa quando deixamos de trabalhar. Ele é construído, ou negligenciado, nas decisões que tomamos hoje.

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Ao longo de 2026, o calendário da ANAJUSTRA Federal celebra histórias de amizade que nasceram no Judiciário Federal e seguiram muito além do ambiente de trabalho.

Em novembro, conhecemos a história compartilhada por Micheline Moraes Aarão, do TRT-17. @trtespiritosanto 

Em 21 anos de Tribunal, Micheline passou por diferentes unidades, acumulou conhecimentos e construiu amizades que pretende levar para toda a vida. De cada lugar, deixou um pouco de si e carregou muito das pessoas que conheceu.

Uma trajetória marcada por laços que atravessam setores, cidades e fases da vida, mas permanecem unidos pelo carinho. 

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📚 Histórias que merecem ser contadas. E preservadas!

Recebemos com muita alegria um exemplar do livro Memórias da História da Justiça do Trabalho na Paraíba, de autoria do nosso associado Ocino Batista, servidor aposentado do TRT da 13ª Região. @trt13paraiba 

Na obra, Ocino percorre quatro décadas da história da Justiça do Trabalho na Paraíba, resgatando acontecimentos e experiências sob o olhar de quem acompanhou de perto essa trajetória.

E essa história com a literatura não é novidade por aqui! ❤️ Em março de 2021, contamos no nosso blog Espaço Cultural sobre sua estreia como romancista, com A Chegada da prima Vera, uma narrativa ambientada no sertão cearense.

Advogado, escritor e articulista, com publicações em diversos veículos de comunicação, Ocino segue transformando vivências e memórias em literatura.

Para nós, é uma alegria acompanhar e valorizar o talento dos nossos associados. E, desta vez, com um presente que também contribui para preservar a memória da Justiça do Trabalho.

👏 Parabéns pela obra, Ocino! E muito obrigado pelo carinho de compartilhar conosco mais esse capítulo da sua trajetória!

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