Ricardo dos Reis, do TRT3, poeta, intérprete e compositor, lança livro “De lá pra cá, de cá pra lá”

“Cheguei até a acreditar, certa vez, que a arte pudesse salvar o mundo. Hoje sei: não salva, mas atenua a dor”, diz.

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Ricardo dos Reis, mineiro, de Belo Horizonte, servidor aposentado do TRT3, é poeta, intérprete e compositor. Possui formação em Letras (Português/Inglês e suas literaturas), pela PUC/MG, e pós-graduação em educação musical pela UFMG. É autor do CD intitulado “Canção na cesta”, lançado em 2014, que pode ser encontrado em formato físico e nas plataformas digitais Spotify, Deezer, I-Tunes e YouTube. Trabalha atualmente no segundo CD, com previsão de lançamento para o primeiro trimestre de 2023. E “de lá pra cá, de cá pra lá”, lançou em dezembro do ano passado seu livro homônimo.

“De lá pra cá, de cá pra lá – Ensaio de um perâmbulo” aborda a trajetória de um protagonista entre o fundo do quintal e a varanda da casa onde mora, em difíceis tempos de isolamento social devido à pandemia.

O processo de escrita do autor iniciou-se há muito, “lá na adolescência, época em que senti necessidade de comunicar alguma coisa ao mundo. Muitíssimo antes de pensar em enveredar pelo curso de Letras.” Com relação à música, especificamente, o despertar não foi diferente. O processo iniciou-se também na adolescência, bem antes de sua pós-graduação em educação musical, na UFMG. “Cheguei até a acreditar, certa vez, que a arte pudesse salvar o mundo. Hoje sei: não salva, mas atenua a dor.”

Sobre “De lá pra cá, de cá pra lá – Ensaio de um perâmbulo”

O personagem, que não tem nome, privado de liberdade antes desfrutada, enxerga na escrita sua válvula de escape. Diante da situação inusitada e do novo modo de comportamento que se impõe, ele busca, na linguagem, uma forma de não sucumbir à loucura, à depressão. Assim, imerso no processo criativo, vão surgindo poemas, crônicas, tentativa de romance e demais relatos, durante os quais, a cada investida, ele se vê aliviado enquanto o tempo se esvai.

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