“Falar é fácil mas conhecer é preciso”: servidor descreve sua experiência na justiça trabalhista em livro recém-lançado

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Há 19 anos no TRT1, o servidor e jornalista Fabio Freitas de Aguiar acaba de lançar o seu segundo livro intitulado “Falar é fácil mas conhecer é preciso: Funcionalismo público e o poder judiciário”, publicado pela Editora Mauad. Para Fabio, é preciso “demonstrar que nem todos os servidores públicos são descomprometidos como alguns gostam de afirmar”.

Fabio conta que a ideia de escrever o livro sobre o tema surgiu em 2011 mas o projeto foi finalizado em 2014, e nesse período começou a compartilhar textos no seu perfil do Facebook, sobre funcionalismo e futebol, duas de suas paixões. Os amigos também foram fundamentais para a escrita e publicação do livro. 

Por meio da obra, o servidor apresenta sua experiência e de uma juíza do Trabalho sobre o tempo, a dedicação e o estudo necessários para a aprovação dos candidatos em concurso público. “Também demonstro que a culpa pela lentidão no Judiciário, quando há, não é apenas de servidores e magistrados, também sugiro algumas práticas, aos advogados, que podem contribuir para melhoria da celeridade processual”, explica. 

As percepções de cem advogados que atuam no Rio de Janeiro sobre o TRT também são tratadas na obra. Os dados foram obtidos após a realização de uma pesquisa feita pelo servidor com os profissionais e compõem o décimo capítulo do livro.

Sobre a criação, Fabio afirma que “a forma e o estilo apareceram normalmente e não sei se dá para dizer que me inspirei em alguém. O que posso afirmar é que sempre gostei de ler coisas com linguagem fácil, simples, descontraída, leve e acessível, e é assim que procuro escrever os meus textos”.

Confira abaixo um trecho do livro “Falar é fácil mas conhecer é preciso: Funcionalismo público e o poder judiciário”, à venda no site da Americanas e da Cia dos Livros. Para entrar em contato com o servidor e saber mais informações sobre a obra envie e-mail para o endereço fabiof.aguiar@oi.com.br ou busque por “Fabio de Freitas Aguiar” no Facebook.

“Em concurso público nós só temos um adversário: nós mesmos. Não se preocupe com os amigos que também estudam, com os colegas que não faltam às aulas ou com aqueles que não param de falar que estão se matando de estudar. Caso você se dedique e se prepare corretamente, existe uma chance enorme de uma das vagas ser sua.
Logo, percebi que eu era mais um em uma engrenagem que fazia os processos ‘andarem’, e que o andamento do processo de forma célere é o que interessava às partes. Percebi, também, que cada processo significava uma expectativa, ou seja, a esperança do autor de que a justiça fosse feita e ele pudesse receber aquele valor que seu antigo empregador deixou de pagar-lhe na época própria. Percebi, ainda, que eu tinha uma importância social no Poder Judiciário, que ia além do meu trabalho e do salário que eu ganhava.
Todo processo nasce de uma conversa entre a parte e seu patrono. O primeiro, narra o fato e o segundo é o responsável por transformar aquela narrativa em uma ação. É importantíssimo que a parte narre exatamente o que aconteceu, assim como é fundamental que o advogado transcreve apenas aquilo que lhe foi narrado. Neste momento, deve ser esquecido aquele ditado: ‘quem conta um conto, aumenta um ponto’.
Após tudo o que escrevi, prefiro classificar este livro como um convite. Um convite a todos os envolvidos no Poder Judiciário a repensar o seu papel e procurar entender a importância que têm para ajudar a construir uma justiça célere e bem vista pela população. Um convite a uma reflexão pura e simples: será que estou fazendo o meu melhor e tendo uma postura digna e correta com meu semelhante? Será que estou agindo da mesma forma que gostaria que os outros agissem comigo?”

Há 19 anos no TRT1, o servidor e jornalista Fabio Freitas de Aguiar acaba de lançar o seu segundo livro intitulado “Falar é fácil mas conhecer é preciso: Funcionalismo público e o poder judiciário”, publicado pela Editora Mauad. Para Fabio, é preciso “demonstrar que nem todos os servidores públicos são descomprometidos como alguns gostam de afirmar”.

Fabio conta que a ideia de escrever o livro sobre o tema surgiu em 2011 mas o projeto foi finalizado em 2014, e nesse período começou a compartilhar textos no seu perfil do Facebook, sobre funcionalismo e futebol, duas de suas paixões. Os amigos também foram fundamentais para a escrita e publicação do livro. 

Por meio da obra, o servidor apresenta sua experiência e de uma juíza do Trabalho sobre o tempo, a dedicação e o estudo necessários para a aprovação dos candidatos em concurso público. “Também demonstro que a culpa pela lentidão no Judiciário, quando há, não é apenas de servidores e magistrados, também sugiro algumas práticas, aos advogados, que podem contribuir para melhoria da celeridade processual”, explica. 

As percepções de cem advogados que atuam no Rio de Janeiro sobre o TRT também são tratadas na obra. Os dados foram obtidos após a realização de uma pesquisa feita pelo servidor com os profissionais e compõem o décimo capítulo do livro.

Sobre a criação, Fabio afirma que “a forma e o estilo apareceram normalmente e não sei se dá para dizer que me inspirei em alguém. O que posso afirmar é que sempre gostei de ler coisas com linguagem fácil, simples, descontraída, leve e acessível, e é assim que procuro escrever os meus textos”.

Confira abaixo um trecho do livro “Falar é fácil mas conhecer é preciso: Funcionalismo público e o poder judiciário”, à venda no site da Americanas e da Cia dos Livros. Para entrar em contato com o servidor e saber mais informações sobre a obra envie e-mail para o endereço fabiof.aguiar@oi.com.br ou busque por “Fabio de Freitas Aguiar” no Facebook.

“Em concurso público nós só temos um adversário: nós mesmos. Não se preocupe com os amigos que também estudam, com os colegas que não faltam às aulas ou com aqueles que não param de falar que estão se matando de estudar. Caso você se dedique e se prepare corretamente, existe uma chance enorme de uma das vagas ser sua.
Logo, percebi que eu era mais um em uma engrenagem que fazia os processos ‘andarem’, e que o andamento do processo de forma célere é o que interessava às partes. Percebi, também, que cada processo significava uma expectativa, ou seja, a esperança do autor de que a justiça fosse feita e ele pudesse receber aquele valor que seu antigo empregador deixou de pagar-lhe na época própria. Percebi, ainda, que eu tinha uma importância social no Poder Judiciário, que ia além do meu trabalho e do salário que eu ganhava.
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