Volatilidade

O Real frente ao Dólar 

Uma análise das flutuações da moeda brasileira.

O Brasil, a exemplo de outros países, está sujeito às fortes turbulências de mercado. Essas desordens estão ligadas a fatores políticos, crises econômicas, conflitos bélicos, mudanças climáticas, êxodos populacionais, entre outros. 

O dinheiro circula no mundo como um barco navega no oceano, sempre à procura de um porto seguro. Assim, os investimentos financeiros movem em conformidade com leis fundamentais, como solidez econômica, estabilidade política, ambiente de negócios e segurança jurídica. 

Vamos refletir brevemente sobre a moeda brasileira em comparação com o dólar americano desde 1792. Ao longo dos últimos 232 anos, os Estados Unidos mantiveram uma única moeda – o dólar. Já o Brasil passou por mudanças de moeda nove vezes no mesmo período. 

Dólar Americano desde 1792  

O dólar tem sido a moeda oficial dos EUA por mais de dois séculos, consolidando-se como uma das mais produtivas e influentes do mundo. | Imagem: Freepik

Moeda Brasileira desde 1.694 

Em contrapartida, o Brasil teve diversas mudanças em sua moeda ao longo dos séculos, sendo a mais recente o Plano Real, criado há 30 anos. | Fonte da ilustração: Poder 360 

Desde quando foi criado o Plano Real, a moeda já desvalorizou mais de 80%. De acordo com a calculadora do cidadão, disponível no site do Banco Central (BC), o brasileiro precisa ter R$ 8,08 em 2024 para ter o mesmo poder de compra de R$ 1,00 em julho de 1994, quando foi lançado o Plano Real. 

Diante dessa reflexão, podemos concluir qual é mais volátil: o dólar ou a moeda brasileira? 

Notadamente, é preciso conhecer como funciona os investimentos em dólar e as respectivas flutuações. Especialmente se houver a necessidade de contrair dívidas em dólar, é essencial um hedge, que em português é conhecido como “cobertura ou limite”. Basicamente, trata-se de uma estratégia de proteção de investimentos capaz de assegurar o preço de um ativo em situações de grandes variações no mercado.  

Para quem gosta de viajar, o recomendável é ir adquirindo dólares até a formação do montante necessário. Outra estratégia é carregar um cartão de crédito na moeda local do país de destino, lembrando que essa operação incidirá o IOF. 

Para investimentos em fundos dolarizados, é importante buscar informações sobre a transação. Além do IOF na transferência da moeda, incide imposto de renda sobre ganho de capital mais a diferença da valorização cambial. 

Mesmo com estas tributações, as corretoras têm estratégias interessantes de como reduzir e, assim, você pode obter um bom investimento que chega a 10% ao ano em dólar. 

É importante lembrar que, ao transferir os recursos para bancos estrangeiros, é necessário declarar esses valores no imposto de renda. Essas tributações sobre os ganhos só ocorrerão no resgate. 

Alguns bancos estrangeiros, como o Morgan Stanley, costumam fazer essas operações acima de U$10 mil dólares. 

Desejo excelentes investimentos! 

JOSE CARLOS DORTE 

Consultor Financeiro da ANAJUSTRA  

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A ANAJUSTRA Federal e a Funpresp-Jud convidam você para a live “O preço de não escolher: Previdência e os custos da inércia”.

Quinta-feira, 12/11
19h
Canal da ANAJUSTRA Federal no YouTube

Nosso convidado, o professor e doutor em Finanças Comportamentais Jurandir Sell Macedo, vai mostrar como as mudanças demográficas pressionam a previdência pública e por que confiar que tudo continuará como antes é uma estratégia arriscada.

A conversa vai além do dinheiro: envelhecer bem depende de quatro capitais, o financeiro, o físico, o social e o intelectual. Porque o futuro não começa quando deixamos de trabalhar. Ele é construído, ou negligenciado, nas decisões que tomamos hoje.

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#ANAJUSTRAFederal #FunprespJud #Previdência #Aposentadoria #ServidorPúblico JudiciárioFederal
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Ao longo de 2026, o calendário da ANAJUSTRA Federal celebra histórias de amizade que nasceram no Judiciário Federal e seguiram muito além do ambiente de trabalho.

Em novembro, conhecemos a história compartilhada por Micheline Moraes Aarão, do TRT-17. @trtespiritosanto 

Em 21 anos de Tribunal, Micheline passou por diferentes unidades, acumulou conhecimentos e construiu amizades que pretende levar para toda a vida. De cada lugar, deixou um pouco de si e carregou muito das pessoas que conheceu.

Uma trajetória marcada por laços que atravessam setores, cidades e fases da vida, mas permanecem unidos pelo carinho. 

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📚 Histórias que merecem ser contadas. E preservadas!

Recebemos com muita alegria um exemplar do livro Memórias da História da Justiça do Trabalho na Paraíba, de autoria do nosso associado Ocino Batista, servidor aposentado do TRT da 13ª Região. @trt13paraiba 

Na obra, Ocino percorre quatro décadas da história da Justiça do Trabalho na Paraíba, resgatando acontecimentos e experiências sob o olhar de quem acompanhou de perto essa trajetória.

E essa história com a literatura não é novidade por aqui! ❤️ Em março de 2021, contamos no nosso blog Espaço Cultural sobre sua estreia como romancista, com A Chegada da prima Vera, uma narrativa ambientada no sertão cearense.

Advogado, escritor e articulista, com publicações em diversos veículos de comunicação, Ocino segue transformando vivências e memórias em literatura.

Para nós, é uma alegria acompanhar e valorizar o talento dos nossos associados. E, desta vez, com um presente que também contribui para preservar a memória da Justiça do Trabalho.

👏 Parabéns pela obra, Ocino! E muito obrigado pelo carinho de compartilhar conosco mais esse capítulo da sua trajetória!

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