Livros para crianças: as histórias mágicas da escritora Alice Gurgel

Servidora aposentada do TRT2 encontrou na literatura uma nova paixão e profissão.

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A literatura infantil tem o poder de nos transportar para mundos mágicos, onde a imaginação e a fantasia se encontram. E a escritora Alice Gurgel do Amaral, servidora aposentada do Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região (TRT2), tornou o hobby profissão e possui vários livros publicados, além de poesias premiadas.

“Escrever literatura não fazia parte de um planejamento, projeto ou desejo, simplesmente aconteceu e com uma grande força”, conta a autora. Ela iniciou sua trajetória com poemas 13 anos antes de se aposentar e, posteriormente, passou a escrever contos infantis. Escrito em 2000, o poema que despertou a escrita na vida da Alice foi o “Hoje eu fiz o mundo parar”, que foi premiado no concurso Novos Poetas da Editora Vivara, em 2017, e integrou uma antologia poética.

Um de seus livros de destaque é “A Vovó Soneca e a Pantufa Vermelha”. A história narra as aventuras de uma vovó muito dorminhoca que cuida de suas quatro netinhas. Durante uma soneca prolongada, os óculos da vovó são roubados por uma bruxa da cidade grande que precisa voar em sua vassoura em meio à poluição. O livro, que se mantém fiel à filosofia de Alice de criar um mundo mágico sem personagens amedrontadores, traz uma mensagem de colaboração amorosa entre as gerações. As netinhas se unem para recuperar os óculos da vovó em uma jornada cheia de peripécias.

A escritora e servidora aposentada do TRT2, Alice Gurgel do Amaral.

A escritora e servidora aposentada do TRT2, Alice Gurgel do Amaral. – Instagram

Mãe de três filhos, ela tem quatro netos e dois bisnetos. Esse núcleo familiar extenso é o berço de inspiração de muitas histórias. “O fato real que me levou à inspiração foi a ‘farra’ alegre de uma de minhas netas, Luísa, hoje com 14 anos de idade, que demorava muito para dormir, quando eu cuidava dela para minha filha trabalhar, e eu acabava dormindo antes. Era muito engraçado, porque eu realmente não resistia e caía num sono avassalador, mas tentava ficar pelo menos com um olho aberto. Com criança não se descuida”, explica.

Outra obra da autora é “Faninha, a Borboleta Fadinha”. A história conta a vida de uma borboleta agitada que não cumpre as responsabilidades, até que um dia é surpreendida por um forte temporal. Com a ajuda da Fada Madrinha, Faninha aprende sobre a importância da responsabilidade e da gratidão.

“Esse livro teve sua inspiração na conduta alegre da filha de uma amiga minha, e que fazia parte de um grupo de convivência e religiosidade que criei em 2020, abril, em plena pandemia, para termos um centro de diálogo e apoio, e que permanece ativo até hoje”, destaca a autora.

O processo criativo
Alice nos revelou que sua inspiração para criar histórias infantis surge de diferentes fontes, desde a observação da natureza até vivências pessoais. Ela se dedica intensamente à escrita, participando de todas as etapas de produção de seus livros, desde a concepção dos textos até a escolha dos ilustradores. Para os livros, a autora destaca a importância da qualidade das ilustrações, que devem atrair a atenção das crianças.

A escritora também se dedica à poesia e ao conto, e afirma que essas formas de expressão se relacionam com sua escrita de livros infantis. “Há momentos em que a mente literária se abre para temas poéticos, e, em outras ocasiões, se abre para temas lúdicos e infantis”, explica Alice. Essa versatilidade permite que ela explore diferentes gêneros literários e crie histórias tanto para crianças quanto para adultos.

As obras têm sido bem recebidas pelo público e têm despertado o interesse de pais, educadores e crianças. “Muitas vezes, os pais enviam mensagem dando feedback informando que a criança pede para reler a história. Uma delas, contou a avó, pediu para que ela se deitasse igual a vovó da história, calçando pantufas ou chinelos e ficasse também num sono profundo”, afirma.

“Uma outra mensagem de feedback foi um menino de nome Samuel, muito lindo, que leu a história da Faninha e passou a usar o texto da história para fazer treinamento de sua escrita, de tanto que se identificou com as aventuras da borboleta”. Alice acredita na importância da literatura infantil como ferramenta de educação e desenvolvimento, estimulando a imaginação, a criatividade e os valores positivos.

Próximos lançamentos

A escritora pretende continuar a escrever histórias que encantem e inspirem crianças de todas as idades. “Nesse momento, acabei a revisão final com o meu editor do quinto livro que será lançado, agora em junho. Com o título “Floquinho – o cabritinho órfão”, haverá a versão colorida e preto em branco “para a criançada se divertir pintando.”

O próximo livro também já está quase pronto e deve ser lançado até o início de 2024. Com o título “A vovó soneca e os duendes do shopping”, ele será o segundo da série “Vovó soneca e a pantufa vermelha”. Outro projeto em desenvolvimento envolve mais de 150 poemas, que vão participar de um concurso de literatura.

Para o futuro, Alice planeja explorar novos temas e abordagens, sempre mantendo a essência lúdica que permeia o estilo textual. O próximo já tem esboço e foi inspirado em uma foto da bisneta de um ano e meio, que mora na Finlândia. Na imagem, ela está olhando uma janela que mostra uma paisagem nevada. Assim, ela começou a rascunhar “A janela mágica de Charlotte Harriet”, nome da pequena bisneta.

Quer conhecer mais os trabalhos da Alice Gurgel? Acompanhe o perfil da escritora no Instagram – @Maria_ Alice_ Gurgel.

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