Ritta Cidhreira: uma história com a música  

Servidora aposentada do TRT5 se dedica à música e tem um canal no YouTube

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A história de Ritta com a música começou na infância, ao participar de uma festa de Cosme e Damião e presenciar a apresentação da anfitriã, que tocava violão durante a cerimônia. “Me impactei com aquele cenário sob o burburinho das conversas e alegria”, recorda.

Também durante a infância, no interior, a servidora se reunia com duas amigas para cantar músicas dos Secos & Molhados. As apresentações repercutiram a ponto de serem convidadas a cantarem em um evento em outra cidade. “Tudo se concretizou pois o sonho da criança se passa na fantasia e na realidade, entre medo, sonho e realização”, lembra.

As experiências na infância foram únicas e Ritta as guardou para sempre na memória, assim como sua paixão pela poesia incentivada pelos seus pais, que a presenteou com uma coleção de livros de poetas brasileiros, aos quatro anos de idade. “Aponto este acontecimento como meu porto. O país do brasileiro simples é o amor dos pais.”

Ritta também aprendeu a tocar violão e em meio a apresentações nas escolas e outros espaços, seu primeiro show solo, intitulado Uma Dose de Erva se deu no Teatro do Sesi, em Salvador. Seu repertório foi totalmente autoral.

Com o passar do tempo, Ritta se dedicou a outras áreas, até encontrar-se no serviço público. “A vida que me levou ao judiciário não me levaria, naquele instante, para a arte”. A chegada da aposentadoria abriu novos caminhos para a associada, que voltou a se dedicar à música, ao canto e também a produções autorais. “A arte dá o colorido da travessia. É a revolução sem sangue que permito realizar agora. É o amor em seu estado de guerra.”

As referências musicais de Ritta variam do clássico ao rock, com fortes influências também de grandes nomes da MPB. Seus artistas favoritos são Secos e Molhados, Raul Seixas, Bethânia, Beethoven, Zé Ramalho

Dentre as suas paixões estão a composição de novas letras, poesia e canto. “Quando me apresento prefiro cantar. Quando toco e canto, às vezes prefiro estar solo. E canto com a letra e a melodia rondando meus dias.”

Para conhecer as canções de Ritta ou ainda, enviar uma mensagem para a artista, acesse suas redes sociais no Youtube, Instagram e Facebook.

Confira algumas canções

 

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Nosso comemoração ao mês da mulher sorteou 95 prêmios entre as associadas no dia 7 de março.

Lídia Serpa Barbosa, do TRT16, foi a ganhadora do Kindle. Parabéns!

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No dia 25 de março, celebramos o Dia Nacional do Oficial de Justiça, instituído pela Lei nº 13.157/2015 para reconhecer a importância desses profissionais.

Responsáveis por cumprir ordens judiciais e garantir a efetivação das decisões, os Oficiais de Justiça são fundamentais para o funcionamento do sistema jurídico, atuando como elo entre o Judiciário e a sociedade.

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MARÇO MULHER | AUTOCUIDADO

Para fechar o mês da mulher com reflexões e uma síntese sobre o autocuidado, receberemos a analista junguiana Claudia Lebie aqui no Instagram no dia 27/3, em uma transmissão ao vivo, com o tema “Autoamor é minha revolução”.

O autoamor é a capacidade de se acolher, se aceitar e se amar, respeitando as próprias necessidades e limites. Esse é um caminho de autocuidado e autotransformação que pode ajudar a melhorar a autoestima e a relação consigo mesmo.

Claudia é bacharel em Letras e mestre em International Education. Define-se como alguém interessada na vida e nos processos humanos. Ela leciona em cursos livres de autoria própria e escreve sobre autoconhecimento sem fórmulas mágicas em várias frentes digitais.

A live será transmitida ao vivo, às 19h (horário de Brasília).
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