Apaixonado pela literatura, servidor do TRT3 lança obra com 50 resenhas de livros

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Primeiro, Machado de Assis, a partir dele, Alberto Calixto Mattar Filho, do TRT3, caminhou para muitos autores brasileiros e estrangeiros, como Eça de Queirós, José Saramago, Kafka, Dostoiévski, Graciliano Ramos, Lobo Antunes, George Orwell, Miguel de Cervantes, Vladimir Nabocov, Amós Oz, Ignácio de Loyola Brandão, Fernando Sabino, Milton Hatoum, Shopenhauer, Jorge Amado, Voltaire, Patrícia Melo, Cristovão Tezza, Oliver Sacks e J.M. Coetzee. “Sempre em prosa. Li pouca poesia. Sou da prosa”, disse.

Influenciado pelo pai, Alberto Calixto Mattar, que tinha formação primária, mas era um leitor voraz, o servidor está sempre acompanhado de um livro ou jornal, diariamente. Em 2017, além de leitor, Alberto se tornou escritor: “Livros” é o resultado de sua dedicação à escrita, especialmente, sobre outros livros, que são resenhados por ele e aparecem quinzenalmente no jornal Folha da Manhã, de Passos-MG, do qual é colunista há mais de 20 anos. 

Mas antes de falar sobre o livro de sua autoria, Alberto conta que a “escrita veio em decorrência da leitura, como quase sempre acontece. Para escrever é preciso ler. E muito, creio. Desde os primeiros anos da adolescência cultivo o hábito da leitura”. Antes de sua posse na JT, ele lecionou Língua Portuguesa e redação, e tentou manter a atividade após seu ingresso, mas veio o curso de Direito, a especialização, e o tempo ficou escasso. “Na verdade, posso dizer que me transformei em um dependente da leitura e da escrita. Não vivo sem.”

Sobre o processo criativo do livro recém-lançado e sua coluna quinzenal no Jornal da Manhã ele explica: “Por vezes, o tema das colunas vem naturalmente, em razão de assuntos que pedem passagem. Em outras oportunidades, é preciso pensar muito sobre o que escrever. Prefiro sempre abordar livros, em forma de resenha. Meu livro aí está para comprovar o que digo. 50 textos em forma de resenhas sobre obras literárias. Mas é difícil escrever quinzenalmente sobre livros. Há assuntos atuais que abordo também, resultantes das controvérsias jurídicas e do mundo político.”

Para Alberto, “cada um deve buscar seu estilo, sua forma de escrever, apesar das influências, que também são importantes”. Confira abaixo alguns trechos do livro publicado pelo servidor, que pode ser adquirido diretamente com ele pelo valor de R$ 45 com as despesas do envio. Para quem quiser entrar em contato, envie e-mail para: mattaralberto@terra.com.br  ou mande mensagem pelo perfil do escritor no Facebook. “Meu perfil é o meu nome mesmo: Alberto Calixto Mattar Filho. Adicionem-me. Será um prazer para mim, entrar em contato com colegas de outros locais”, afirmou.

“Livros”

“Uma viagem ao cérebro humano” – Um pintor que, aos 65 anos, vítima de acidente, se torna daltônico, passa a pintar muito bem em preto e branco. Autistas passam a desenhar e pintar de modo brilhante. Uma professora autista escreve sua própria autobiografia. Um exímio cirurgião se recupera de tiques nervosos e, mais surpreendente ainda, um indivíduo que perdera a visão aos 5 anos e a recupera 40 anos depois não se adapta ao ato de enxergar, o que lhe torna preferível o mundo da cegueira.
 
“Experiência com J.M. Coetzee” – Entro na livraria. Não tinha nada de específico em mente naquele momento. Corro os olhos pelas prateleiras. Sento-me e leio trechos de certos livros. Sempre há de haver algum para satisfazer meu desejo. Eis que naquela espécie de estante circular em que se expõem várias obras editadas de forma simples, mínima e a bom preço, vejo algo que me interessa. Nunca havia lido nada dele. Era o momento da primeira experiência. “Juventude”, de J.M. Coetzee.
 
“A eterna contradição humana” – Quem teve o privilégio de ler o célebre conto a “Igreja do Diabo”, da lavra de um dos nossos maiores escritores, Machado de Assis, talvez possa encontrar algum resquício de explicação para as oscilações do comportamento humano. Vamos além: não só da pura e simples conduta diante de fatos corriqueiros de somenos importância, mas da própria história do homem, desde os tempos remotos até os segundos, minutos, horas e dias atuais, no exato momento em que vivemos.

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📚✨ Um diário que atravessou o tempo e virou livro.

A associada da ANAJUSTRA Federal Cristina Gemaque, do TRT8, transformou memórias, reflexões e imagens em uma obra sensível e profunda: “Diário de uma desconhecida”.

Entre textos intimistas e fotografias feitas no Brasil e em diferentes partes do mundo, Cristina constrói um mosaico sobre arte, amizade, perdas, crescimento e a forma como nos colocamos no mundo.

O livro nasceu de anotações escritas ao longo de anos e ganhou novas camadas ao dialogar com imagens, cartas e lembranças. Há páginas que parecem sussurros. Outras, abraços. Algumas, perguntas que permanecem.

Uma obra que reafirma a arte como expressão, elaboração e esperança.

A ANAJUSTRA Federal celebra o talento de seus associados e a potência criativa que nasce também dentro do Judiciário Federal. 

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Hoje celebramos o berço do samba e da bossa nova, cenário onde natureza e cidade se encontram em um abraço harmonioso entre o mar e a montanha.

Celebramos a terra do Cristo Redentor de braços abertos, do imponente Pão de Açúcar e das calçadas de pedras portuguesas que guardam tantas histórias. Celebramos a alma carioca, que carrega no sorriso a leveza de quem vive sob a proteção de São Sebastião.

O Rio de Janeiro completa hoje 461 anos de beleza, cultura vibrante e charme incomparável.

Quem vive, nasceu ou já esteve na capital fluminense sabe:
o Rio é inspiração permanente.

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A proposta que regulamenta a data-base dos servidores do PJU e do MPU avançou mais uma etapa e agora está em votação na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa do Senado Federal (CDH).

De autoria da associada da ANAJUSTRA Federal, Marta Hungria Garcia, servidora do Tribunal Regional do Trabalho da 3ª Região, a iniciativa busca tornar obrigatória e periódica a revisão anual dos vencimentos, conforme previsto na Constituição.

A votação está aberta e precisa de apoio para avançar.
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