Cantora e compositora, servidora do TRT6 lança primeiro álbum duplo

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Ao acordar em uma manhã qualquer, a servidora Maria Letícia de Paula Costa Ferreira, do TRT6, percebeu que o antigo violão havia se quebrado, de repente, enquanto ela dormia. A situação foi alvo de reflexão e tornou-se uma das canções do seu primeiro disco duplo, “Telhados” e “Cordas e Cores”, lançado no mês de setembro, em Recife (PE).

“No dia seguinte,  quando vi o violão quebrado, totalmente sem condições de tocar, fiz um paralelo com a vida. Nesse mesmo dia, sem violão, compus esse sambinha, ‘Cordas e Cores’, apenas cantando, que dá nome a um dos CD’s. O outro CD, ‘Telhados’, também é uma música que fala muito da minha trajetória na música, porém, de uma forma totalmente metafórica. Eu fiz a partir do meu sentimento, mas, para quem escuta pode ter inúmeras interpretações. A música vem a mim. Simplesmente acontece, como numa conversa a fala vem. É assim que faço música”, disse.

Todas as canções do álbum duplo são de autoria da servidora, compostas naturalmente, a partir de experiências próprias e observações do cotidiano. “O trabalho apresentado neste álbum é composto de músicas de várias etapas da minha vida.  De vinte anos atrás,  de dois anos atrás e compostas há poucos meses. O álbum é fruto de um pedido de amigos.  Pessoas de Minas, São Paulo e outros lugares do nosso Brasil, que me conheceram numa viagem que fiz a um lugar chamado Medjugorje, um lugarejo na Bósnia Herzegovina, onde toquei e cantei uma música minha.  Eles pediram para que eu gravasse e mandasse pra eles. Esse CD é fruto desse encontro com Medjugorje.  Foi a partir dessa música que tudo recomeçou,  me reencontrei com a música que em mim existia.”

Apesar de não atuar profissionalmente, Maria Letícia sempre se dedicou a compor, cantar e tocar, e se apresentou em festivais. Mesmo sem ter perspectiva de gravar um disco, ela sempre registrava a letra e a partitura de sua canções, e apresentava suas composições para alguns amigos.

Sobre o CD, ela afirma que tem uma linguagem diferente. “Desde a música regional que trata do sertão e coisas do nosso nordeste, bem como vai até os bares da bossa nova, samba, abrangendo, também, músicas e ritmos românticos. Trata-se de um mix de MPB, numa abordagem musical peculiar”, explicou.

Ela cita algumas influências e inspirações: “O que me influencia mesmo são as coisas que me marcam de alguma forma. Daí posso seguir desde o regional de Dominguinhos ou Luiz Gonzaga que cantaram tão bem o sertão. O sertão teve grande influencia na minha vida. Como também, saio totalmente desse estilo pra seguir pelos bares da bossa nova, do samba, admiro Nara Leão, Caetano, Chico,  Tom Jobim, etc. Entro pelo samba mesmo, e, da mesma forma, mostro a música romântica no estilo de um bolero, um jazz, um flamenco. Mesmo admirando o trabalho desses compositores, nunca me prendi a nenhum estilo, nunca me preocupei em seguir nenhum estilo.”

Sobre a experiência de gravar o álbum duplo, ela afirma que foi necessário se superar. “Depois de muitos anos sem pensar em trabalhar com a música, apenas tocava informalmente, a gravação de um CD exigiu de mim perseverança, já que eu não tinha muita disponibilidade de tempo, pois além do trabalho na Justiça, também tenho muitas responsabilidades na família. Mas, isso não foi motivo pra desistir. Enfim, a música pra mim exigiu muita paciência, pois é um processo que precisa de cuidado, atenção, carinho pra que fique bem feito. E, principalmente, muita fé e força de vontade. No meu caso foi um encontro comigo mesma, uma descoberta e um grande desafio.”

E finaliza recordando o dia em que apresentou o disco no Teatro do Arraial Ariano Suassuna, em Recife: “Não foi um show para levar familiares ou amigos apenas. Tinha muita gente que eu nem conhecia. Ver o teatro lotado de pessoas que foram ali muitas por curiosidade e que depois me perguntaram onde eu me apresentava. Sentir o quanto aquilo tocou a sensibilidade dessas pessoas… Então você sente como disse o poeta Fernando Pessoa: ‘Tudo vale a pena quando a alma não é pequena’, e como muito bem cantou o compositor Oswaldo Montenegro: ‘Quando uma canção consola alguém, valeu cantar’. É isso. Valeu cantar. Pretendo continuar.”

Para entrar em contato com Maria Letícia e saber um pouco mais sobre o disco e sua carreira, envie e-mail para leticiadepaulacosta@hotmail.com.

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