Servidor do TRT2 lança terceiro disco com canções inéditas

Inspirado por seresteiros, ícones da Bossa Nova e dos músicos e compositores que participaram dos festivais de música brasileira, o servidor do TRT2, Álvaro Cueva de Moraes, é instrumentista, cantor, compositor, e lançou seu terceiro disco este ano. “‘Tempos de Canção’ é um calendário musical com uma canção minha para cada mês do ano. De qualquer ano. Uma reverência a todos os tempos, onde das mais variadas formas e em diversos meios diferentes, a canção se perpetuou como elo maior entre o ser humano e seus próprios sentimentos, sejam coletivos ou pessoais”, disse.

A influência musical é constante na vida de Álvaro que gravou, aos dez anos de idade, algumas canções com os tios, mas a inspiração e exemplo também vem do pai, irmão, primos, que também são parceiros musicais. “Nunca vivi exclusivamente de música, mas me formei em artes cênicas e tenho alguns textos/musicais encenados”, afirmou. Álvaro é oficial de justiça avaliador e diz que concilia o trabalho no Regional com a música “gravando, ensaiando e cantando nos horários mais estranhos. Mas já compus, ou comecei composições em várias diligências. Celulares e post it para registrar ideias.”

Além de compositor, ele participa do coral cênico da UNIFESP, há mais de 13 anos, e também é diretor do Clube Caiubí de Compositores. Antes do terceiro disco, Álvaro gravou um LP, em 1989, e o segundo CD, em 2004, e afirma que para cada obra ele “sempre parte de alguma filosofia, linha condutora, não apenas uma coletânea de canções que goste. Elas precisam possuir um elo, algo em comum, muitas vezes difícil de explicar ou definir, mas sensível ao público mais atento. A lógica da ficção, do drama teatral, me ajuda muito.”

“Penso que apenas a originalidade, sua ‘impressão digital’ sobre sua própria obra pode lhe proporcionar algum público fiel, mas os mercados de massa, se é que são desejáveis, são mesmo inacessíveis”, reflete sobre a atuação no cenário musical. A escolha do repertório do último CD, basicamente do formato canção, não foi à toa. “Ouvimos demais nos últimos anos a ideia de que o formato canção está morrendo. Que esta já cumpriu seu papel, etc. O álbum é uma contestação a este raciocínio e soa como um claro contraponto à mesmice do mercado, como um manifesto gritando que por mais que haja crises no mundo da produção fonográfica, a canção não há de morrer por ser um dos maiores patrimônios culturais do ser humano.” 

Durante sua carreira, Álvaro fez parcerias com cantores e compositores renomados no país, entre eles, Zé Rodrix, Toninho Ferragutti e Marcelo Pretto. Para conhecer as músicas do servidor, acesse o site e o canal no Youtube. Tembém é possível entrar em contato pelo e-mail pessoal e celular: alvarocueva@gmail.com e (11) 98359-7796.

Confira abaixo o vídeo com a apresentação da música “Bosconeana”.

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A ANAJUSTRA Federal e a Funpresp-Jud convidam você para a live “O preço de não escolher: Previdência e os custos da inércia”.

Quinta-feira, 12/11
19h
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Nosso convidado, o professor e doutor em Finanças Comportamentais Jurandir Sell Macedo, vai mostrar como as mudanças demográficas pressionam a previdência pública e por que confiar que tudo continuará como antes é uma estratégia arriscada.

A conversa vai além do dinheiro: envelhecer bem depende de quatro capitais, o financeiro, o físico, o social e o intelectual. Porque o futuro não começa quando deixamos de trabalhar. Ele é construído, ou negligenciado, nas decisões que tomamos hoje.

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Ao longo de 2026, o calendário da ANAJUSTRA Federal celebra histórias de amizade que nasceram no Judiciário Federal e seguiram muito além do ambiente de trabalho.

Em novembro, conhecemos a história compartilhada por Micheline Moraes Aarão, do TRT-17. @trtespiritosanto 

Em 21 anos de Tribunal, Micheline passou por diferentes unidades, acumulou conhecimentos e construiu amizades que pretende levar para toda a vida. De cada lugar, deixou um pouco de si e carregou muito das pessoas que conheceu.

Uma trajetória marcada por laços que atravessam setores, cidades e fases da vida, mas permanecem unidos pelo carinho. 

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