Dançarina profissional há 37 anos, servidora do TRT22 se dedica há 17 a dança do ventre

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Aos três anos de idade, a servidora do TRT22, Mônica Sousa Costa, fugia do seu quarto para assistir os espetáculos de balé clássico que sua mãe acompanhava pela TV durante à noite. “No começo ela mandava eu voltar a dormir. Depois, percebendo minha fascinação, deixava-me ficar. Então comecei a dizer a ela que queria dançar, estudar dança, ballet… Ela prometia me matricular na única escola reconhecida na época, que ensinava ballet clássico, mas não o fez, acredito que por dificuldades financeiras”, relembra.

Cinco anos depois a escola que Mônica estudava passou a oferecer uma turma de dança moderna/jazz. “Daí minha mãe não conseguiu mais escapar dos meus apelos e me matriculou. Nunca mais parei.” Atualmente com 45 anos, a servidora atua profissionalmente como professora de dança do ventre na Escola de Ballet Helly Batista, em Teresina, capital do Piauí. 

Com 37 anos dedicados à vida artística, em várias modalidades, Mônica destaca um momento especial vivido aos 14 anos de idade quando foi selecionada para o Corpo de Baile do Teatro 4 de Setembro, que se transformou no atual Balé Popular do Piauí (BPP). “O balé foi o primeiro grupo de danças folclóricas criado e custeado pelo Estado. No grupo, tínhamos aulas gratuitas de professores do Brasil inteiro, e até do exterior, de várias modalidades de dança, porque a proposta era formar uma equipe com habilidades múltiplas. Aos 15, fiz o primeiro curso de dança do ventre, vindo de São Paulo, trazido pela empresária descendente de árabe, Emerenciana Bucar (em memória), e que teve algumas inscrições financiadas pelo Estado, para membros do BPP”, disse. 

Após o contato inicial com a dança do ventre, a servidora se dedicou a essa modalidade e tornou-se, em 1999, a primeira professora de Teresina. Aos sábados, Mônica se identifica por sua identidade de bailarina, Monika Shams, dia dedicado às aulas e ensaios para os espetáculos. “Este ano levamos pela primeira vez a dança do ventre do Piauí para o festival anual ‘Mercado Persa/SP’, com a coreografia ‘Flores do Deserto’, categoria moderna. O trabalho representa a dor das meninas semitas mutiladas genitalmente por causa da intolerância religiosa do seu povo. Existe um filme bem conhecido, chamado ‘Flor do Deserto’, que conta essa história.”

Além da dança, Mônica se dedica ao trabalho no TRT22, na Assessoria de Comunicação (é Jornalista de formação), aos dois filhos adolescentes, ao esposo e confessa “que às vezes me surpreendo com a quantidade de atividades simultâneas que empreendo. Sempre tive uma mente muito fervilhante e capaz de processar vários conhecimentos ao mesmo tempo. Então tento dividir bem os horários e me multiplicar, para dar conta ‘de mim mesma’, de tudo que adoro fazer”, explica.

Sobre a atuação profissional na dança, ela afirma que há varias opções para quem pretende se inserir ou cursar alguma especialização na área. “Não há obrigatoriedade legal no Brasil, em qualquer tipo de formação acadêmica em dança para dar aulas. Então muitas boas escolas fazem a seleção de professores pela habilidade técnica e histórico em dança. Aos poucos, isso está mudando. O mercado e os próprios interessados nas aulas estão ficando mais exigentes, querendo comprovação de qualidade e idoneidade do(a) professor(a). Isso tem feito os profissionais de dança correrem atrás de formação e não se contentarem mais apenas com o conhecimento prático. Em Teresina, a primeira turma de técnicos em dança (até 2º grau) formou-se no ano passado. Também no ano passado chegou em Teresina, a primeira turma de Especialização em Dança Educacional, da qual faço parte.”

Para finalizar, Mônica reitera a “ótima influência do ballet clássico para a maioria das modalidades de dança. No mais, a ‘memória muscular e artística’ faz com que tenhamos influência em maior ou menor amplitude, de todas as demais experiências vividas, sobretudo na área em questão. Sendo assim, todas as situações experimentadas com dança, a partir dos meus 8 anos de idade, influenciaram, mais, ou menos.”

Mais informações dos trabalhos realizados pela dançarina podem ser encontrados nas páginas do Facebook, a pessoal e a da Escola de Ballet Helly Batista.

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