Servidor expõe fotografias autorais em feira artística

Eber Myra de Moraes, do TRT12, é formado pelo The New York Institute of Photography. Confira no blog!

Durante os fins de semana, o servidor e fotógrafo Eber Myra de Moraes, do TRT12, já tem sua programação favorita: fotografar. Ele relembra como a história de fotógrafo começou, por acaso: “Quando meu irmão se casou, o fotógrafo teve um problema com a câmera e ‘perdeu’ a maioria das fotografias da cerimônia religiosa. Nesse momento resolvi que iria aprender a fotografar. Não iniciei imediatamente porque ainda estava priorizando a vida de concurseiro mas, depois que fui nomeado no TRT-SP, comecei com uma câmera emprestada para ver se levava jeito. Fiz alguns cursos e workshops, e fui praticando, fotografando principalmente as paisagens que encontrava em minhas viagens. Até que comprei minha primeira câmera (semiprofissional) e me matriculei no ‘The Complete Course of Photography no The New York Institute of Photography’, em 2015, e a fotografia passou a ser mais que um hobby em minha vida.”

Além de um hobby

Eber afirma que se especializou em duas vertentes: a sensual e de paisagens. Com isso, normalmente fotografa em cenários diferentes, um com controle total de iluminação, em estúdio, e o outro que depende do dia e do local. “No estúdio posso inserir um cenário, um espelho, uma luz colorida, praticamente tudo na foto pode ser definido por mim. Mas, também gosto de fotografar na natureza, aproveitando o que aparecer à minha frente: mar, montanha, cachoeira, estrada, ponte, lago, cerca, construção abandonada, poça d’água, etc.”

Para ele, a fotografia é uma maneira de contar histórias, algumas vão surgindo espontaneamente nos ensaios e outras são “encomendadas”, planejadas, a exemplo de exposições ou concursos fotográficos que exigem uma temática específica.

 “Quando saio com a câmera no fim de semana para passear, vou fotografando o que surge à minha frente. Fotógrafos são mais atentos aos detalhes, e conseguimos ver como a foto ficará antes de apertarmos o botão, já sabendo se aquela cena ficará boa ou não. Já nos ensaios fotográficos, planejo com detalhes, o local, a roupa, a maquiagem, etc. É claro que não podemos controlar tudo, às vezes o sol desaparece antes da hora, a maré enche e esconde a faixa de areia da praia, ou começa a chuviscar na hora do ensaio, mas, aí, é a hora de improvisar e fotografar com o que se tem naquele momento.”

Produção fotográfica

Apesar de utilizar apenas equipamentos digitais, Eber ainda gosta de imprimir as fotos e mostrar aos amigos, familiares e clientes seus olhares materializados em papel. Além das saídas fotográficas aos fins de semana (ou sessões em estúdio), ele se reúne para estudar fotografia com os colegas do Núcleo de Estudos em Fotografia e Arte (NEFA), em Florianópolis (SC), semanalmente. “Essa troca de experiências, ideias e técnicas é sempre proveitosa. Além disso, me reúno eventualmente com outros fotógrafos num bate-papo informal, e sempre acabamos aprendendo uns com os outros. É bom andar com pessoas com interesses em comum, e acabar com aquela ideia ultrapassada de que o colega é um concorrente. Tem espaço pra todo mundo!”

Enquanto o livro fotográfico reunindo alguns registros de Eber não fica pronto, é possível conferir de perto algumas histórias registradas por ele na Feira Arte Foto, entre os dias 21 e 23/11, evento que será realizado na Helena Fretta Galeria de Arte, na capital catarinense, em parceria com Núcleo de Estudos em Fotografia e Arte (NEFA).

Confira alguns cliques enviados por Eber Myra.

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A ANAJUSTRA Federal e a Funpresp-Jud convidam você para a live “O preço de não escolher: Previdência e os custos da inércia”.

Quinta-feira, 12/11
19h
Canal da ANAJUSTRA Federal no YouTube

Nosso convidado, o professor e doutor em Finanças Comportamentais Jurandir Sell Macedo, vai mostrar como as mudanças demográficas pressionam a previdência pública e por que confiar que tudo continuará como antes é uma estratégia arriscada.

A conversa vai além do dinheiro: envelhecer bem depende de quatro capitais, o financeiro, o físico, o social e o intelectual. Porque o futuro não começa quando deixamos de trabalhar. Ele é construído, ou negligenciado, nas decisões que tomamos hoje.

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Ao longo de 2026, o calendário da ANAJUSTRA Federal celebra histórias de amizade que nasceram no Judiciário Federal e seguiram muito além do ambiente de trabalho.

Em novembro, conhecemos a história compartilhada por Micheline Moraes Aarão, do TRT-17. @trtespiritosanto 

Em 21 anos de Tribunal, Micheline passou por diferentes unidades, acumulou conhecimentos e construiu amizades que pretende levar para toda a vida. De cada lugar, deixou um pouco de si e carregou muito das pessoas que conheceu.

Uma trajetória marcada por laços que atravessam setores, cidades e fases da vida, mas permanecem unidos pelo carinho. 

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📚 Histórias que merecem ser contadas. E preservadas!

Recebemos com muita alegria um exemplar do livro Memórias da História da Justiça do Trabalho na Paraíba, de autoria do nosso associado Ocino Batista, servidor aposentado do TRT da 13ª Região. @trt13paraiba 

Na obra, Ocino percorre quatro décadas da história da Justiça do Trabalho na Paraíba, resgatando acontecimentos e experiências sob o olhar de quem acompanhou de perto essa trajetória.

E essa história com a literatura não é novidade por aqui! ❤️ Em março de 2021, contamos no nosso blog Espaço Cultural sobre sua estreia como romancista, com A Chegada da prima Vera, uma narrativa ambientada no sertão cearense.

Advogado, escritor e articulista, com publicações em diversos veículos de comunicação, Ocino segue transformando vivências e memórias em literatura.

Para nós, é uma alegria acompanhar e valorizar o talento dos nossos associados. E, desta vez, com um presente que também contribui para preservar a memória da Justiça do Trabalho.

👏 Parabéns pela obra, Ocino! E muito obrigado pelo carinho de compartilhar conosco mais esse capítulo da sua trajetória!

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