CPF vazado? Consultor ensina como consultar a sua situação

Verifique contas, empréstimos, cartões, chaves Pix; e mais.

Vira e mexe vemos notícias de vazamento de dados pelo mundo. No Brasil, no mês passado, foram dois e isso deixou muita gente assustada. Não é à toa. Os dois episódios expuseram informações de 223 milhões de brasileiros, entre elas, e-mail, telefone, informações fiscais e CPF.

Para o consultor financeiro da ANAJUSTRA Federal, José Carlos Dorte, o compartilhamento de dados pessoais com empresas é um tema que deve estar no centro de atenção dos consumidores.

“Agora com a LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados), as instituições e empresas, para se resguardarem, utilizam-se de recursos como a autorização do próprio cliente para captação e uso de dados. Isso acontece quando, por exemplo, você precisa assinar uma declaração com esse teor. É preciso ficar atento a isso e buscar alternativas para garantir o sigilo das suas informações e evitar que elas sejam usadas por golpistas”, diz ele.

Ele explica que o Banco Central disponibiliza a ferramenta “Registrato” que permite verificar se alguém se aproveitou de vazamentos como os do mês de fevereiro para abrir uma conta ou fazer um empréstimo no seu nome.

Através dela é possível extrair um relatório online de diversas informações do sistema financeiro e monitorar o uso indevido do seu CPF.

O Registrato está disponível na Internet, na página do Banco Central. É possível acessá-lo tanto pelo computador quanto por dispositivos móveis, como tablets ou celulares. Para acessá-lo, a pessoa física deverá se credenciar previamente, utilizando uma das opções disponíveis na página Credenciamento de pessoa física: celular, internet banking, certificado digital, por *correspondência ou *pessoalmente na sede do Banco Central em Brasília. A opção de credenciamento por celular só está disponível nos aplicativos de algumas instituições financeiras.

Após a consulta e verificado o uso do seu CPF em alguma fraude, o consultor orienta imprimir o relatório e registrar um Boletim de Ocorrência, que em tempos de pandemia da Covid-19, pode ser feito por meio da Delegacia Virtual. Também é recomendado comunicar a instituição financeira em que o golpe foi aplicado. “Essa comunicação pode ser feita por e-mail, mas para quem preferir, pode também ser feita via ofício protocolado”, Dorte ensina.

Ele destaca ainda que é preciso fazer essa consulta pelo menos a cada 90 dias. “Assim, a pessoa se resguarda de problemas e esse procedimento garante ainda a possibilidade de entrar com uma ação judicial, visando o reparo dos danos como o caso de nome negativado por conta de uma dívida que não é dela.”

Você pode consultar no Registrato

– Indicação das suas chaves Pix cadastradas em bancos, instituições de pagamento e outros. 
– Informações sobre empréstimos e financiamentos em seu nome. 
– Lista dos bancos e financeiras onde você possui conta ou outro tipo de relacionamento, como investimentos. 
– Se você não possui conta ativa certidão de Inexistência de contas em bancos.
– Dados sobre operações de câmbio e transferênciem um banco, pode emitir aas internacionais que você realizou. 

*Os relatórios são sigilosos e só podem ser consultados por você ou por alguém autorizado por você.

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