Como organizar as finanças no início do ano
Organizar as finanças se torna uma medida importante para garantir…
![]() José Carlos Dorte é consultor financeiro da ANAJUSTRA. |
Por José Carlos Dorte
Faltando apenas alguns dias para o término da entrega da declaração do Imposto de Renda 2019 (ano-base 2018) e considerando que muitos servidores ainda têm dúvidas sobre lançamentos na ficha “bens e direitos”, elaboramos este artigo para explicar um pouco mais sobre o tema.
Para declarar os bens que já possuía, o que importa para a Receita Federal é que eles constem na sua declaração. Assim, aqueles que constam na declaração do ano anterior, basta apenas repetir na de 2019 com seus devidos valores.
No caso de bens adquiridos em 2018 que não foram lançados ainda, você deverá declará-los. Um exemplo que causa muita dúvida é o daquelas pessoas que trocaram umas três vezes de carro durante o ano. Para a Receita Federal, o importante é qual bem você estava de posse em 31/12/2018. É como se você tivesse tirado uma fotografia da sua situação financeira nesta data.
Para isso, você deve lançar na ficha bens e direitos, no código 21, o código do Renavan desse veículo e todas as suas características. Já o carro que consta na declaração de 2018 (ano-base 2017) e foi vendido, você deverá fazer a baixa dele. Mas como fazer isso? Basta lançar novamente este ano, deixando a posição dezembro/2018 zerada, não declarando o valor do bem. Na descrição você informa que o veículo foi vendido, o CPF do comprador e o valor. Pronto, você já fez a baixa do veículo na sua declaração.
De uma forma geral, os demais bens na sua declaração obedecem quase estes mesmos critérios. Aqueles que você ainda possui, basta repetir e atualizar os valores, com exceção dos bens imóveis que possuem regulamento próprio. A atualização de imóveis deve ser feita somente se houve investimentos em reformas ou ampliação, devidamente comprovados com notas fiscais. Fora isso, você deve obedecer às regras já divulgadas neste artigo.
Quanto se tratar de aplicações financeiras, não é diferente, basta atualizar os valores que constam como saldo em 31/12/2018. E se existir uma situação que você já gastou o dinheiro? Neste caso, é a mesma coisa do veículo, basta efetuar a baixa, informando que tais valores foram para custear despesas da família ou aquisição de outro bem que poderá vir a substituir na ficha de bens e direitos.
Ainda tem dúvidas sobre o tema? Fale comigo pelo e-mail: financas@anajustra.org.br. Você também pode acessar a área restrita e tirá-las online no chat que está disponível de segunda a sexta, das 8h às 13h (de Brasília), horário que será ampliado a partir do dia 25/4.
José Carlos Dorte
Consultor de Finanças
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📚✨ Um diário que atravessou o tempo e virou livro.
A associada da ANAJUSTRA Federal Cristina Gemaque, do TRT8, transformou memórias, reflexões e imagens em uma obra sensível e profunda: “Diário de uma desconhecida”.
Entre textos intimistas e fotografias feitas no Brasil e em diferentes partes do mundo, Cristina constrói um mosaico sobre arte, amizade, perdas, crescimento e a forma como nos colocamos no mundo.
O livro nasceu de anotações escritas ao longo de anos e ganhou novas camadas ao dialogar com imagens, cartas e lembranças. Há páginas que parecem sussurros. Outras, abraços. Algumas, perguntas que permanecem.
Uma obra que reafirma a arte como expressão, elaboração e esperança.
A ANAJUSTRA Federal celebra o talento de seus associados e a potência criativa que nasce também dentro do Judiciário Federal.
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Hoje celebramos o berço do samba e da bossa nova, cenário onde natureza e cidade se encontram em um abraço harmonioso entre o mar e a montanha.
Celebramos a terra do Cristo Redentor de braços abertos, do imponente Pão de Açúcar e das calçadas de pedras portuguesas que guardam tantas histórias. Celebramos a alma carioca, que carrega no sorriso a leveza de quem vive sob a proteção de São Sebastião.
O Rio de Janeiro completa hoje 461 anos de beleza, cultura vibrante e charme incomparável.
Quem vive, nasceu ou já esteve na capital fluminense sabe:
o Rio é inspiração permanente.
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A proposta que regulamenta a data-base dos servidores do PJU e do MPU avançou mais uma etapa e agora está em votação na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa do Senado Federal (CDH).
De autoria da associada da ANAJUSTRA Federal, Marta Hungria Garcia, servidora do Tribunal Regional do Trabalho da 3ª Região, a iniciativa busca tornar obrigatória e periódica a revisão anual dos vencimentos, conforme previsto na Constituição.
A votação está aberta e precisa de apoio para avançar.
Vote, participe e compartilhe com colegas.
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🔎 Informação clara faz toda a diferença.
A nova edição do nosso boletim jurídico traz os andamentos de 6 ações com um diferencial importante: resumos em linguagem simples para você entender exatamente o que está sendo discutido, em que fase cada processo está e quais são os próximos passos.
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✨ A arte que nasce da delicadeza do agora
A servidora aposentada do TRT18 e artista visual, Luciana Martins, apresenta a exposição “Liberdade esquiva e delicada da vida”, em Anápolis (GO).
A mostra integra o projeto As Quatro Estações e convida o público a mergulhar em cores intensas, camadas sobrepostas e na liberdade que se revela nos gestos e nas escolhas da artista.
É um convite à sensibilidade. À pausa. Ao olhar atento para o que é sutil e profundamente humano.
📍 Estação Ferroviária de Anápolis
🗓 25 de fevereiro a 27 de março
A ANAJUSTRA Federal valoriza e compartilha os talentos que fazem da arte um espaço de expressão e liberdade.
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💡 Quando a ideia parte do associado, o resultado acontece.
📚 Guilherme Arruda, técnico judiciário do TRT2, queria fazer mestrado, mas esbarrava no tempo, no custo e nas poucas vagas.
Com a aprovação do Novo AQ, ele percebeu que era o momento certo. Sugeriu à ANAJUSTRA Federal a parceria com a MUST University e, em poucas semanas, já estava matriculado.
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