Como organizar as finanças no início do ano
Organizar as finanças se torna uma medida importante para garantir…
Na semana passada, o Congresso Nacional aprovou a autonomia do Banco Central do Brasil (BCB). Ao meu ver, ainda que tardio, esse é um grande passo para o desenvolvimento do país que só foi possível após um certo amadurecimento dos nossos parlamentares.
O BCB foi criado com a promulgação da Lei nº 4.595, de 1964, que transformou a Superintendência da Moeda e do Crédito (Sumoc) em autarquia federal, uma importante medida na época, mas já ultrapassada.
Com a aprovação da autonomia, a equipe técnica do BC será “blindada”, podendo tomar decisões que melhorem o desempenho econômico do país sem interferências políticas, como em boa parte dos países desenvolvidos, onde essa já é uma realidade antiga.
Muito embora, nos últimos anos, o nosso Banco Central tenha tomado decisões acertadas, sempre pairava um medo no mercado financeiro nacional e internacional de interferências políticas, gerando instabilidade econômica. Isso mudará significativamente.
Fazendo uma analogia contemporânea, o Banco Central funcionará como a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), que está no centro dos debates sobre a vacinação contra a Covid-19 no Brasil. Seus técnicos são pessoas com experiência reconhecida, que cumprem requisitos rígidos em suas tomadas de decisões. Assim será com os do BC que privilegiarão sempre a segurança jurídica, atendendo as necessidades econômicas e de desenvolvimento do país.
Para se ter uma ideia melhor da importância da autonomia do BC, é preciso entender que a situação financeira de um país é auditada por grandes empresas de classificação de risco como, por exemplo, Moody’s, Fitch e S&P – Standard & Poor’s. Um dos fatores que contribuem para uma boa classificação é a autonomia do Banco Central. Com isso, o país adquire mais credibilidade internacional, atrai investidores, a economia começa a deslanchar, as empresas começam a vender mais.
Em nota, a própria autarquia diz: “a experiência internacional mostra que uma maior autonomia do Banco Central está relacionada a níveis mais baixos e menor volatilidade da inflação e contribui para a estabilidade do sistema financeiro.”
Ainda conforme a nota do BC, a autonomia vai “consolidar os ganhos alcançados nos últimos anos em termos de estabilidade de preços e estabilidade financeira” e “complementar e apoiar a ampla agenda de reformas que o BC tem empreendido para promover um sistema financeiro mais eficiente, competitivo e inclusivo no Brasil”.
Confira as principais mudanças:
Mandato fixo
– O BC continuará tendo nove dirigentes, sendo um presidente e oito diretores;
– Os indicados deverão ser sabatinados pelo Senado;
– O mandato do presidente do BC começará no primeiro dia do terceiro ano do mandato do presidente da República;
– Os dirigentes poderão ser reconduzidos ao cargo uma única vez, por mais quatro anos;
– Os diretores serão substituídos de forma escalonada. A cada ano, um diretor será substituído;
– O BC deixará de ser vinculado ao Ministério da Economia e o presidente do banco perderá o status de ministro.
Casos de demissão
– Presidente e diretores do BC só poderão ser demitidos em casos muito específicos:
– A pedido do próprio dirigente;
– Por doença que o incapacite para o cargo;
– Quando sofrer condenação por improbidade administrativa ou em crime de pena que leve à proibição de acesso a cargos públicos;
– Por iniciativa do presidente da República, em caso de “comprovado e recorrente desempenho insuficiente para o alcance dos objetivos” do BC. Nesse caso, o pedido deve ser enviado ao Conselho Monetário Nacional (CMN) e aprovado pela maioria absoluta do Senado.
Duplo mandato
– A atribuição principal do BC continuará sendo de controlar a variação de preços;
– O projeto estabelece as metas de “suavizar as flutuações do nível de atividade econômica e fomentar o pleno emprego”.
O Brasil é um país muito dinâmico e tem enormes possibilidades de crescimento, com sua gente trabalhadora. Com estas medidas, sonhamos cada vez mais com um país que produz riquezas e com mais justiça social. Bom para a economia, bom para os consumidores. Não é mesmo?
José Carlos Dorte é consultor financeiro da ANAJUSTRA Federal
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Nesta quinta feira, 5/3, o presidente da ANAJUSTRA Federal, Antônio Carlos Parente, participou da 90ª edição do Colégio de Presidentes dos Tribunais Regionais Eleitorais (Coptrel), que reúne os presidentes dos 27 TREs do país e acontece em Recife.
Durante o encontro com os diretores gerais, Parente apresentou a atuação da associação e destacou os benefícios oferecidos aos servidores.
Na ocasião, os diretores-gerais dos TREs do Bahia, Raimundo Vieira Pinheiro, Santa Catarina, Gonçalo André Agostini Ribeiro, e do Paraná, Valcir Mombach, elogiaram a atuação da ANAJUSTRA Federal, informaram que são associados e aproveitaram o momento para fazer perguntas ao presidente da entidade.
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💝🩺 MedSênior é lançada no TRT17
A MedSênior foi oficialmente apresentada aos servidores do TRT17 em evento que contou com a presença da presidente do Tribunal, desembargadora Alzenir Bollesi De Plá Loeffle; do presidente da operadora, Maely Coelho; e do presidente da ANAJUSTRA Federal, Antônio Carlos Parente.
A chegada da operadora amplia as opções de assistência à saúde para os servidores, especialmente para quem busca um plano com foco em prevenção, acompanhamento contínuo e atendimento especializado.
Durante o lançamento, os servidores puderam conversar diretamente com o presidente da MedSênior e esclarecer dúvidas sobre cobertura, rede credenciada e modelo de atendimento — um momento marcado pelo diálogo e pela proximidade.
🤝 No mesmo dia, houve também reunião institucional na sede da operadora para fortalecer a parceria e ampliar o acesso dos associados a condições diferenciadas.
A ANAJUSTRA Federal segue trabalhando para oferecer benefícios concretos que promovam segurança, bem-estar e qualidade de vida aos servidores.
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📚✨ Um diário que atravessou o tempo e virou livro.
A associada da ANAJUSTRA Federal Cristina Gemaque, do TRT8, transformou memórias, reflexões e imagens em uma obra sensível e profunda: “Diário de uma desconhecida”.
Entre textos intimistas e fotografias feitas no Brasil e em diferentes partes do mundo, Cristina constrói um mosaico sobre arte, amizade, perdas, crescimento e a forma como nos colocamos no mundo.
O livro nasceu de anotações escritas ao longo de anos e ganhou novas camadas ao dialogar com imagens, cartas e lembranças. Há páginas que parecem sussurros. Outras, abraços. Algumas, perguntas que permanecem.
Uma obra que reafirma a arte como expressão, elaboração e esperança.
A ANAJUSTRA Federal celebra o talento de seus associados e a potência criativa que nasce também dentro do Judiciário Federal.
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Hoje celebramos o berço do samba e da bossa nova, cenário onde natureza e cidade se encontram em um abraço harmonioso entre o mar e a montanha.
Celebramos a terra do Cristo Redentor de braços abertos, do imponente Pão de Açúcar e das calçadas de pedras portuguesas que guardam tantas histórias. Celebramos a alma carioca, que carrega no sorriso a leveza de quem vive sob a proteção de São Sebastião.
O Rio de Janeiro completa hoje 461 anos de beleza, cultura vibrante e charme incomparável.
Quem vive, nasceu ou já esteve na capital fluminense sabe:
o Rio é inspiração permanente.
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A proposta que regulamenta a data-base dos servidores do PJU e do MPU avançou mais uma etapa e agora está em votação na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa do Senado Federal (CDH).
De autoria da associada da ANAJUSTRA Federal, Marta Hungria Garcia, servidora do Tribunal Regional do Trabalho da 3ª Região, a iniciativa busca tornar obrigatória e periódica a revisão anual dos vencimentos, conforme previsto na Constituição.
A votação está aberta e precisa de apoio para avançar.
Vote, participe e compartilhe com colegas.
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