Minimalismo em 10 passos, por José Carlos Dorte

Leia artigo do consultor financeiro para a revista “Em pauta”.


 

 

A crise sanitária instalada no mundo, em decorrência do novo coronavírus, afetou todas as atividades econômicas e, principalmente, nossos hábitos de consumo. Entender o comportamento do consumidor é um grande desafio para marcas e empresas, em qualquer período. Existem diversas formas, conceitos, técnicas e ferramentas para ajudar os profissionais nessa difícil tarefa. E, talvez, a mais primordial delas seja a “Pirâmide de Maslow”.

Conhecida também como Teoria das Necessidades Humanas, a “Pirâmide de Maslow” foi desenvolvida pelo psicólogo norte-americano Abraham Maslow (1908-1970). Nela, Maslow separa, de forma hierárquica, as diferentes necessidades que os seres humanos têm. Na base da pirâmide estão as mais urgentes, relacionadas às nossas necessidades fisiológicas e primordiais para a sobrevivência que são: água, comida, abrigo e sono.

Em determinadas regiões do planeta, as pessoas sobrevivem expostas a fatores climáticos extremos como terremotos, vulcões, furacões, geleiras e desertos. Nestas condições, elas desenvolvem o comportamento de consumo chamado minimalismo, que é sobreviver apenas com o necessário. Neste caso, são os fatores climáticos e geográficos que impõem as condições e as pessoas se adaptam, buscando viver de maneira mais simples.

Minimalismo como filosofia de vida

Cansados do consumismo desenfreado, mesmo vivendo em condições climáticas “normais”, os minimalistas do século XX prestam mais atenção em coisas que o dinheiro não pode comprar, como a satisfação com a vida e a felicidade.

Para ser minimalista não existe regra, mas é fundamental refletir para se livrar de tudo o que é desnecessário na sua vida. Saber o que é importante para si mesmo é muito subjetivo, por isso, esta mudança está diretamente ligada ao que cada um entende como felicidade.

É errado querer ter um carro confortável, roupas bacanas ou uma bela casa? Se essas coisas são importantes para você e fazem a sua vida feliz, não. O problema está no significado real que essas coisas têm e no sacrifício que, às vezes, fazemos para possuí-las, sem perceber o quanto elas arruínam nosso bem-estar, relacionamentos e até mesmo a saúde.

Caso você esteja interessado em começar essa jornada, conheça dez dicas para incorporar o minimalismo:

Este artigo foi originalmente publicado na primeira edição on-line da revista Em pauta.
 


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Aos 60 anos, ainda dá tempo de planejar a aposentadoria?

Para o professor e doutor em Finanças Comportamentais Jurandir Sell Macedo, a resposta passa por uma palavra cada vez mais importante: longevidade.

Aos 60, ainda podemos ter 20, 30 anos ou mais pela frente. E isso muda a forma como devemos pensar a aposentadoria.

Quero continuar trabalhando? Acumulei o suficiente para parar? Como quero viver os próximos anos? O que vou fazer com o meu tempo e com os recursos que acumulei ao longo da vida?

Neste trecho da live “Reforma da Previdência: você está preparado para os impactos?”, Jurandir propõe uma reflexão sobre essas escolhas e mostra por que planejar a aposentadoria não é apenas pensar no quanto você vai receber, mas no futuro que quer construir.

Dê o play e confira a reflexão!

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Ao longo de 2026, o calendário da ANAJUSTRA Federal celebra histórias de amizade que nasceram no Judiciário Federal e seguiram muito além do ambiente de trabalho.

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