Comissões retomam atividades e reajuste dos servidores volta ao centro do debate
Leia a coluna de fevereiro do assessor parlamentar, Roberto Bucar.

A mudanças nas regras do funcionalismo público estão em votação na comissão especial da Câmara que analisa a reforma administrativa. Na noite desta quarta-feira, 22/9, após intenso tumulto, a sessão acabou encerrada pelo presidente da comissão, deputado Fernando Monteiro (PP-PE) após reação da oposição frente a mudanças que foram inseridas no texto, em nova versão protocolada pelo relator, Arthur de Oliveira Maia (DEM-BA). A reunião foi reconvocada para quinta, 23, às 9h.
O novo texto foi apresentada pouco depois das 21 horas. “Não sei mais o que estamos votando”, protestou o deputado Rogério Correia (PT-MG), seguido pelos demais deputados de oposição.
Reforma administrativa: principais notícias da semana (13/9 a 17/9)
Novo texto da reforma administrativa deve ser votado na próxima semana.
Relator apresenta hoje, 21, terceira versão do relatório da reforma administrativa
Após críticas, Maia recua e atende a pedidos dos membros da comissão.
A alteração de última hora retirava juízes e promotores do Ministério Público da reforma. “Essa alteração é um verdadeiro absurdo. Isso é para garantir privilégio dos magistrados”, gritou o deputado.
Resistindo ao adiamento da votação, o presidente da comissão alegou que não se tratavam de modificações, mas “ajustes” feitos pelo relator ao texto. Os deputados da oposição se levantaram e foram à mesa da presidência para pedir o adiamento da votação.
Diante do tumulto, Monteiro decidiu suspender a sessão por meia hora. Após intensa discussão, decidiu encerrá-la.
Alterações
Mais cedo, ao apresentar novo complementação de voto, o relator inclui servidores do Judiciário e do Ministério Público como carreira de Estado. Eles estavam de fora da reforma no texto apresentado pelo governo.
Essa inclusão abre espaço para que deputados possam apresentar emendas mudando as regras atuais, inclusive acabar com as atuais férias de 60 dias para juízes e a aposentadoria compulsória como forma de punição.
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A proposta que regulamenta a data-base dos servidores do PJU e do MPU avançou mais uma etapa e agora está em votação na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa do Senado Federal (CDH).
De autoria da associada da ANAJUSTRA Federal, Marta Hungria Garcia, servidora do Tribunal Regional do Trabalho da 3ª Região, a iniciativa busca tornar obrigatória e periódica a revisão anual dos vencimentos, conforme previsto na Constituição.
A votação está aberta e precisa de apoio para avançar.
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✨ A arte que nasce da delicadeza do agora
A servidora aposentada do TRT18 e artista visual, Luciana Martins, apresenta a exposição “Liberdade esquiva e delicada da vida”, em Anápolis (GO).
A mostra integra o projeto As Quatro Estações e convida o público a mergulhar em cores intensas, camadas sobrepostas e na liberdade que se revela nos gestos e nas escolhas da artista.
É um convite à sensibilidade. À pausa. Ao olhar atento para o que é sutil e profundamente humano.
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A ANAJUSTRA Federal valoriza e compartilha os talentos que fazem da arte um espaço de expressão e liberdade.
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📚 Guilherme Arruda, técnico judiciário do TRT2, queria fazer mestrado, mas esbarrava no tempo, no custo e nas poucas vagas.
Com a aprovação do Novo AQ, ele percebeu que era o momento certo. Sugeriu à ANAJUSTRA Federal a parceria com a MUST University e, em poucas semanas, já estava matriculado.
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