Defesa da JT lota auditório na Câmara

Na foto, da esquerda para a direita: a representante da ANAJUSTRA, Janedir Morata, White Vilela, representante da ASSTJ, e Costa Neto, representante do Sindjus-DF.

Marcando o retorno das atividades no parlamento, entidades representativas de diversas profissões ligadas à Justiça do Trabalho reuniram-se nessa terça-feira, 5 de fevereiro, para o Ato em Defesa da Justiça do Trabalho (JT). O debate público lotou o auditório Nereu Ramos, na Câmara dos Deputados, com capacidade para 290 pessoas e ocupou ainda uma das salas das comissões – totalizando mais de 300 presentes.

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Ao longo de toda a tarde, passaram pela tribuna deputados de diferentes partidos políticos, representantes da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) nacional e suas secções, da Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho (Anamatra) e diversas AMATRAS, do Ministério Público do Trabalho (MPT), da Associação dos Juízes para a Democracia (AJD) e a ministra Delaíde Miranda Arantes, do Tribunal Superior do Trabalho (TST).

Nos discursos, que podem ser vistos no canal da TV Câmara no YouTube, todos os palestrantes defenderam a função social da JT e a qualidade dos serviços prestados.

“Nós não temos o direito de nos omitir na defesa da Justiça do Trabalho, do estado democrático de direito e da nossa democracia, conquistados com sangue e com lutas. Não podemos admitir o retrocesso social ou qualquer ato de arbítrio”, declarou a ministra do TST. Citando o discurso de Getúlio Vargas em 1º de maio de 1941, ela acrescentou ainda que o Judiciário Trabalhista vem cumprindo há 78 anos a missão de cumprir e aprimorar as leis trabalhistas através da jurisprudência. “Não ao retrocesso, sim à Justiça do Trabalho”, finalizou.

ANAJUSTRA presente

Além de atuar na mobilização pelo ato, a ANAJUSTRA também esteve presente no evento. “O ato foi excelente, teve uma grande representatividade. Todos defenderam a manutenção da Justiça do Trabalho e seu alto caráter social. Seguimos acreditando que a Justiça do Trabalho não pode ser extinta, o volume de processos é alto porque existem muitos conflitos. Mesmo assim, a Justiça do Trabalho é a o ramo mais eficiente do Judiciário no Brasil”, avaliou a representante da associação, Janedir Morata.

Janedir emendou que “é muito difícil, mesmo em outros países, uma área da Justiça que entregue sua prestação jurisdicional com tanta rapidez e com tanta competência”. Por fim, ela concluiu que a manifestação foi uma sinalização para todos que defendem a JT. “Vamos nos manter unidos porque a Justiça do Trabalho é essencial para manter o equilíbrio nas relações de trabalho no Brasil”, definiu.

Confira fotos do ato na galeria (clique nas imagens para ampliar e ler as legendas):

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