Congresso conclui em agosto votação de Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2017

O Brasil completará, em 2017, quatro anos consecutivos de déficit fiscal e, consequentemente, crescimento da dívida pública nacional. Problemas de arrecadação contribuem para o problema. O Congresso reconheceu essa realidade ao aprovar a meta fiscal negativa de R$ 170,5 bilhões para 2016. Agora, a tarefa será a aprovar a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para 2017, com uma previsão de rombo de R$ 139 bilhões.

O relator da LDO (PLN 2/2016), senador Wellington Fagundes (PR-MT), afirmou que o governo precisará encontrar formas de elevar a arrecadação federal – do contrário, o déficit do próximo ano poderá ser ainda maior do que o previsto. O senador mencionou, entre outras medidas possíveis, concessões de infraestrutura, aumento de alíquotas de impostos e prorrogação do prazo de adesão à Lei de Repatriação de Recursos.

Outra possibilidade seria a criação de novos tributos, o principal dos quais seria a Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF). No entanto, o governo do presidente interino Michel Temer já abandonou a ideia, pelo menos para este ano, e a CPMF foi retirada do texto da LDO.

A Comissão Mista de Planos, Orçamentos Públicos e Fiscalização (CMO) aprovou o texto-base da LDO na quinta-feira (14). Ainda resta a análise das emendas e dos destaques, que ficará para o início de agosto. Um dos principais dispositivos no projeto busca impedir a inclusão, na Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2017, de receitas decorrentes de quaisquer novos impostos que não sejam aprovados pelo Congresso na vigência do atual orçamento.

O presidente do Senado, Renan Calheiros, já marcou uma sessão do Congresso Nacional para o próximo dia 2 de agosto. A expectativa é que o projeto da LDO já esteja pronto para votação por deputados e senadores nesse dia.

Contas no vermelho

A meta fiscal negativa para 2016 foi aprovada em maio, em sessão que durou mais de 17 horas. A alteração derivava de proposta enviada pela presidente afastada Dilma Rousseff, mas o presidente interino Michel Temer elevou de R$ 96,7 bilhões para R$ 170,5 bilhões o tamanho do rombo fiscal esperado para o ano.

A mudança foi apreciada diretamente pelo Plenário do Congresso, sem um parecer da CMO. A comissão não conseguiu reunir quórum, em diversas tentativas, para analisar o tema.

Já a meta fiscal de 2017 não precisará de projeto específico para ser alterada, uma vez que a mudança na previsão foi feita com o projeto ainda em tramitação. A previsão do texto original, enviado em abril, era de superávit zero – portanto também sem déficit. Em julho, a equipe econômica apresentou novas estimativas para o resultado primário, e Wellington Fagundes as incorporou prontamente ao texto da LDO.

Créditos suplementares

Além de analisar da LDO, a Comissão de Orçamento aprovou no primeiro semestre um projeto que flexibiliza as regras para abertura de créditos suplementares (reforços a despesas já previstas no orçamento) sem necessidade de autorização do Congresso.

O PLN 3/2016 foi enviado pelo Executivo em abril, mas foi votado na forma de um substitutivo do relator, deputado Covatti Filho (PP-RS). Ele autoriza o governo a editar decreto aumentando uma despesa em até 20% do seu valor, mediante o cancelamento de 20% do valor de outra despesa. Atualmente, o remanejamento permitido sem consulta ao Congresso é restrito a 10% do valor da despesa cancelada.

A Lei Orçamentária de 2017 ainda não foi enviada para a CMO. O prazo para que isso aconteça é o dia 31 de agosto. A comissão já definiu o relator da proposta: será o senador Eduardo Braga (PMDB-AM).

Para o ano legislativo de 2016, a presidência da CMO está com o deputado Arthur Lira (PP-AL).

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Vocês correram, pedalaram, nadaram, dançaram, treinaram e, principalmente, compartilharam histórias. 💙

Encerramos na sexta a etapa de envio de participações para o Calendário ANAJUSTRA Federal 2027 – Servidores em movimento. A todos os associados que enviaram fotos e relatos, o nosso agradecimento por dividirem conosco um pouco de suas trajetórias e mostrarem como a atividade física faz parte de suas vidas.

Agora, começa uma nova etapa: a votação popular.

As 34 participações selecionadas estão disponíveis para votação e as 12 mais votadas irão compor o Calendário 2027.

Acesse o hotsite, conheça as histórias e vote nas suas favoritas.

O calendário é feito pelos associados. Agora, a escolha também é de vocês.

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Saúde, informação e proximidade com os servidores. 💙

A ANAJUSTRA Federal esteve nesta segunda-feira (17/8) no Edifício Sede do TRT da 1ª Região, @trtrjoficial  no Rio de Janeiro, para apresentar as opções de planos de saúde disponíveis aos associados e esclarecer dúvidas sobre coparticipação, portabilidade, reembolso e outros temas relacionados à assistência à saúde.

Participaram da ação o consultor de benefícios em saúde da ANAJUSTRA Federal, Nelson Dantas, e os gerentes João Lemos e Wallace Calazanz, além da representante da subsede do Rio de Janeiro, Priscilla Mayerhofer. 

E a programação continua! Nesta terça-feira (18/8), das 9h às 16h, a equipe estará no Fórum da Lavradio, com plantão para apresentação dos planos e esclarecimento de dúvidas, aferição de pressão e glicose, bioimpedância e distribuição de brindes, sucos e saladas de frutas.

📍 Rua do Lavradio, 132, 5º andar – Sala da ANAJUSTRA Federal – Lapa/RJ.

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Depois de explicar como começou o princípio contributivo no regime próprio dos servidores, Amarildo Vieira de Oliveira, Diretor-Presidente da Funpresp-Jud, explica as principais mudanças nas regras de aposentadoria trazidas pela EC 103/19, atualmente vigentes. 

Foram várias alterações, sendo que a última trouxe o aumento do tempo de contribuição e a redução nos valores dos benefícios, além da elevação da contribuição.

E, segundo Amarildo, novas reformas ainda estão por vir. Por isso, estar informado e se preparar para diferentes cenários é cada vez mais importante.

Dê o play e acompanhe mais um trecho da live “Reforma da Previdência: você está preparado para os impactos?”. 

Você também pode assistir à conversa completa no nosso canal do Youtube!

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Se ainda não viu a live “Reforma da Previdência: você está preparado para os impactos”, talvez, não saiba que a Emenda Constitucional nº 3/1993 é que deu start no princípio contributivo no regime próprio dos servidores.

Quer entender como chegamos ao modelo previdenciário atual?

Dê o play e acompanhe esse sequência de cortes da live com Amarildo Vieira de Oliveira, diretor-presidente da Funpresp-Jud.
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