Aumentar eficiência é objetivo central da nova gestão

A prioridade do novo presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministro João Otávio de Noronha, é aumentar a eficiência. Ou, como diz, transformar o STJ no “tribunal mais eficiente do Brasil”. Segundo ele, por meio de reformas estruturais internas, que envolvam uma mudança comportamental e cultural do servidor, desburocratização e simplificação dos serviços, é possível avançar e trazer mais eficiência para atingir o objetivo da duração razoável do processo.

De acordo com o ministro, é preciso que o Judiciário perceba melhor as mudanças que vêm ocorrendo na sociedade, pois ninguém mais tolera a morosidade judicial. Para Noronha, é urgente aperfeiçoar as técnicas de julgamento, de publicação e de divulgação das decisões.

Tecnologia

O presidente do STJ afirmou que investir em inteligência artificial será essencial para melhorar a gestão dos processos, aperfeiçoando a sistemática aplicada às demandas de massa (especialmente os recursos repetitivos), otimizando os mecanismos de triagem e acelerando a tramitação dos feitos, de modo a alcançar a redução do estoque processual.

“O STJ liderou a implantação do processo eletrônico no Brasil e continua a investir em tecnologia para aumentar sua eficiência. Estou convencido de que precisamos continuar avançando rumo à modernização. Hoje, modernização e melhoria na gestão compreendem a adoção de técnicas de inteligência artificial, o que trará muito em breve expressivo ganho de tempo na tramitação dos feitos”, disse.

Resultados

Outro ponto importante, segundo o presidente do STJ, que também assumiu a presidência do Conselho da Justiça Federal, é impregnar nos servidores e magistrados o espírito de resultado. “O objetivo é vincular a ação dos servidores a um resultado que traduza a eficiência do órgão. É importante lembrar que o juiz é um servidor e, como tal, precisa atingir resultados também. Ele trabalha para um destinatário, que é o cidadão”, ressaltou.

O ministro pretende instalar a Escola do Servidor do STJ, com o propósito de investir na formação e no aperfeiçoamento dos servidores e, assim, incentivar a adoção de novas práticas que despertem a dedicação à prestação de serviço de melhor qualidade.

Jurisprudência

Um dos grandes desafios para o STJ, na opinião de Noronha, é fazer valer seu papel constitucional de uniformizador da interpretação da lei federal. O ministro tem enfatizado a necessidade de haver disciplina jurídica, pois sem isso todo o esforço para reduzir o número de recursos e acelerar o trâmite processual poderá ser em vão.

“A Constituição criou um tribunal superior com a missão de uniformizar a jurisprudência. Atingido esse objetivo, não tem cabimento as cortes de segunda instância e os juízes desconsiderarem a orientação traçada pelo STJ. O respeito à jurisprudência emanada dos órgãos superiores representa economia processual e segurança jurídica, e é ainda um fator de maior prestígio para as instâncias ordinárias, pois assim suas decisões ficarão menos sujeitas a reforma”, afirmou o ministro.

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Por que costumamos adiar decisões sobre previdência e proteção financeira?

O professor Jurandir Sell Macedo, doutor em Finanças Comportamentais, vai responder essa e outras perguntas sobre o futuro financeiro dos servidores. 

Neste vídeo, ele te convida a participar do encontro que também terá a presença do Diretor-Presidente da Funpresp-Jud, Amarildo Vieira, que falará as regras que estão vigentes desde a EC 103/20219. 

É na quinta, 6 de agosto, às 19h.

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O Congresso Nacional retomou os trabalhos, mas o calendário eleitoral já começa a influenciar o ritmo das votações.

O que isso significa para as pautas de interesse dos servidores públicos? Quais temas têm mais chances de avançar neste segundo semestre?

Na coluna De Olho em Brasília, o assessor parlamentar da ANAJUSTRA Federal, Roberto Bucar, analisa o cenário político e explica como esse contexto pode impactar a agenda legislativa nos próximos meses.

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Ao longo de 2026, o calendário da ANAJUSTRA Federal celebra histórias de amizade que nasceram no Judiciário Federal e seguiram muito além do ambiente de trabalho.

Em agosto, conhecemos a história do grupo Sete Estrelas, compartilhada por Marley Aparecida de Souza Almeida, do TRT-2.

Formado por sete amigos que celebram 25 anos de parceria, o grupo encontrou na estrela de sete pontas um símbolo para representar valores como prudência, justiça, fortaleza, temperança, fé, esperança e amor.

Uma história que mostra como os laços construídos no serviço público podem atravessar o tempo e permanecer por toda a vida.
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De 10 a 12 de agosto, acontece o treinamento “Recursos para o TST: o Caminho das Pedras”, conduzido pela professora Sílvia Pérola, com quase 40 anos de experiência no Tribunal Superior do Trabalho.

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No Dia do Vira-Lata, o Espaço Cultural da ANAJUSTRA Federal traz uma homenagem especial, assinada por um de seus associados, aos cães sem raça definida.

O associado João da Cruz Ramos Filho, servidor aposentado do TRT da 12ª Região (SC), compartilha a emocionante história de Barão, um vira-lata que marcou sua vida e relembra como amor, lealdade e companheirismo não têm raça.

Uma leitura sensível que também convida à reflexão sobre o cuidado e o respeito aos animais.

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