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O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) aprovou, na terça-feira (29/06), a criação de 17 varas trabalhistas no Rio Grande do Sul, limitando a proposta inicial do Conselho Superior da Justiça do Trabalho (CSJT) que solicitava 22 novas unidades. Os conselheiros acataram por maioria o voto do relator do Parecer de Mérito (PAM 00040609420102000000), ministro Ives Gandra. O ministro adequou seu voto à proposta do conselheiro Walter Nunes, de acolher parcialmente o pedido do Conselho Superior da Justiça do Trabalho (CSJT).
As 17 novas varas estarão vinculadas ao Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região (RS) e vão atender aos municípios de Canoas, Caxias do Sul, Erechim, Esteio, Estrela, Gravataí, Lajeado, Passo Fundo, Rio Grande, Santa Rosa, São Leopoldo e Taquara. Para suprir as unidades, o CNJ entendeu necessária a criação de 17 cargos de juiz trabalhista, 17 cargos em comissão para diretor de Secretaria, 114 de analista judiciário e 39 de técnico judiciário. A proposta será encaminhada ao Congresso Nacional.
Com a decisão, o CNJ reduziu, significativamente, os números de cargos inicialmente propostos pelo CSJT, no requerimento inicial, em que solicitava 44 novos cargos de juízes, 178 de analista judiciário, 243 técnicos judiciários, 27 cargos em comissão e 186 funções comissionadas. O Conselho também entendeu não ser necessária a criação de novas varas nos municípios de Capão da Canoa, Estância Velha, Nova Prata, São Sebastião do Caí e Tamandaí, já que a demanda nessas localidades nos últimos três anos não justificaria o incremento. “Os números revelam uma queda de 54% no número de casos novos nos últimos três anos em Estância Velha, o que demonstra que não seria necessária a criação de uma nova vara na localidade”, exemplificou o conselheiro Walter Nunes.
Durante a votação de pareceres de mérito envolvendo a criação de novas varas trabalhistas, o corregedor nacional de Justiça, ministro Gilson Dipp, alertou para a necessidade de o CNJ adotar uma “visão nacional” ao apreciar matérias que envolvam aumento de despesas nos tribunais brasileiros. “Temos que ver essas políticas públicas a partir de uma visão nacional, orientada pela amplitude funcional de todo o Poder Judiciário”, destacou o ministro. Dipp defendeu um maior diálogo entre os tribunais e os órgãos que analisam esse tipo de proposta, entre eles o CNJ, em todos os ramos do Judiciário. “O viés analisado pelo CNJ não é necessariamente idêntico ao dos demais órgãos”, observou.
O corregedor nacional de Justiça defendeu uma padronização das decisões em matérias desse tipo e a adoção de novos critérios como, por exemplo, a política de modernização e informatização em andamento no Judiciário, critérios de oportunidade e conveniência, reavaliação da demanda e contexto sócio-econômico. “É preciso mudar paradigmas de análise, temos que pensar a Justiça como um todo no Brasil”, complementou o conselheiro Milton Nobre. O conselheiro Walter Nunes, por sua vez, propôs que seja realizado um estudo pelo Departamento de Pesquisas Judiciárias (DPJ) do CNJ sobre todo o Judiciário Brasileiro para subsidiar esse tipo de decisão.
Fonte: CNJ
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Nesta quinta feira, 5/3, o presidente da ANAJUSTRA Federal, Antônio Carlos Parente, participou da 90ª edição do Colégio de Presidentes dos Tribunais Regionais Eleitorais (Coptrel), que reúne os presidentes dos 27 TREs do país e acontece em Recife.
Durante o encontro com os diretores gerais, Parente apresentou a atuação da associação e destacou os benefícios oferecidos aos servidores.
Na ocasião, os diretores-gerais dos TREs do Bahia, Raimundo Vieira Pinheiro, Santa Catarina, Gonçalo André Agostini Ribeiro, e do Paraná, Valcir Mombach, elogiaram a atuação da ANAJUSTRA Federal, informaram que são associados e aproveitaram o momento para fazer perguntas ao presidente da entidade.
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💝🩺 MedSênior é lançada no TRT17
A MedSênior foi oficialmente apresentada aos servidores do TRT17 em evento que contou com a presença da presidente do Tribunal, desembargadora Alzenir Bollesi De Plá Loeffle; do presidente da operadora, Maely Coelho; e do presidente da ANAJUSTRA Federal, Antônio Carlos Parente.
A chegada da operadora amplia as opções de assistência à saúde para os servidores, especialmente para quem busca um plano com foco em prevenção, acompanhamento contínuo e atendimento especializado.
Durante o lançamento, os servidores puderam conversar diretamente com o presidente da MedSênior e esclarecer dúvidas sobre cobertura, rede credenciada e modelo de atendimento — um momento marcado pelo diálogo e pela proximidade.
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A associada da ANAJUSTRA Federal Cristina Gemaque, do TRT8, transformou memórias, reflexões e imagens em uma obra sensível e profunda: “Diário de uma desconhecida”.
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Hoje celebramos o berço do samba e da bossa nova, cenário onde natureza e cidade se encontram em um abraço harmonioso entre o mar e a montanha.
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Quem vive, nasceu ou já esteve na capital fluminense sabe:
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A proposta que regulamenta a data-base dos servidores do PJU e do MPU avançou mais uma etapa e agora está em votação na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa do Senado Federal (CDH).
De autoria da associada da ANAJUSTRA Federal, Marta Hungria Garcia, servidora do Tribunal Regional do Trabalho da 3ª Região, a iniciativa busca tornar obrigatória e periódica a revisão anual dos vencimentos, conforme previsto na Constituição.
A votação está aberta e precisa de apoio para avançar.
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