Live reúne Ministério da Previdência e Funpresp-Jud
Será no dia 27, às 15h, com transmissão ao vivo pelo canal da Fundação no…
Veja os destaques do relatório da gestão 2023-2025.
Em sua última sessão no Conselho Nacional de Justiça (CNJ), o ministro Luís Roberto Barroso fez uma prestação de contas à sociedade sobre os dois anos em que esteve à frente do órgão. O ministro destacou conquistas como a implementação dos exames Nacional da Magistratura (Enam) e Nacional dos Cartórios (Enac), o Programa CNJ de Ação Afirmativa para Ingresso na Magistratura, que assegurou bolsas a pessoas negras e indígenas para prestarem concursos públicos para cargos de juiz ou juíza; e a expressiva redução nas ações de execuções fiscais.
Com relação ao Exame Nacional da Magistratura, ele ressaltou que todos os tribunais continuam com autonomia para realizar seus concursos, mas é necessário que o candidato passe no exame nacional, que já conta com 16 mil aprovados. “Desses 16 mil, 4,5 mil são pessoas negras, 1.680 mil são pessoas com deficiência e 30, indígenas”, disse, acrescentando ainda que 2.746 candidatos foram aprovados no primeiro ENAC, para vagas em cartórios.
Quanto à racionalização do excesso de litigiosidade, a ênfase foi na atuação conjunta do STF e do CNJ para permitir uma revolução na execução fiscal. “O Conselho aprovou a exigência de pré-protesto de toda certidão de dívida ativa antes do ajuizamento da execução fiscal, porque protesto é uma forma muito mais eficiente de arrecadação”, afirmou o ministro Barroso.
Ele também ressaltou as medidas que permitiram a extinção de execuções fiscais de valor até R$ 10 mil e que estivessem paradas há mais de 1 ano, além de situações nas quais não foi encontrado o bem do devedor. “Nós extinguimos 13 milhões de execuções pelo Brasil afora”, disse, ressaltando a queda de 37% das novas execuções fiscais e um aumento de 124% na arrecadação dos municípios.
O presidente do CNJ e do STF mencionou ainda o avanço na matéria de direito trabalhista com a resolução que permitiu que, em caso consensual de rescisão entre trabalhadores e empregadores, ambos poderiam ir à Justiça do Trabalho para fazer a homologação e, a partir deste momento, não ser mais possível ajuizar ações. “Em matéria de litigiosidade previdenciária, também tomamos inúmeras de medidas com uma lista de 14 enunciados”, complementou.
O ministro destacou também o Jus.Br, portal único de serviços para integrantes da magistratura e da advocacia com interface única para utilizar os serviços da Justiça. “Eu não sou advogado há 12 anos, mas antigamente a gente ia viajar todo o país para pedir petição e isso acabou em interface única”, recordou.
O ministro também relembrou oportunidades em que esteve próximo das pessoas que buscam direitos em todas as regiões do país. Entre essas viagens está a realizada em junho de 2025 como parte da Justiça Itinerante Cooperativa da Amazônia Legal, levando oito eixos de serviços para lugares aos municípios de Xapuri (AC) e Boca do Acre (Amazonas). “É preciso vocês verem a felicidade que a gente tem nesses lugares quando, pela primeira vez, a pessoa consegue receber a sua aposentadoria ou consegue receber o auxílio ou benefício assistencial”, disse.
O corregedor nacional de Justiça, ministro Mauro Campbell, abriu os pronunciamentos de despedida e fez uma retrospectiva da trajetória de Barroso, desde sua formação acadêmica até o comando do STF. “Como professor, teve um olhar generoso, acendeu luzes nas mentes de gerações inteiras de estudantes. Seu magistério não se limita à transmissão de conhecimento, mas à formação de cidadãos comprometidos com a democracia”, afirmou.
Campbell classificou Barroso como um jurista vocacionado, o que o levou a dedicar-se no STF a temas relacionados aos direitos humanos, ao sistema prisional, a proteção ambiental, ao direito de família e à igualdade de gênero, à saúde e à liberdade religiosa, entre outros. “Como julgador, Barroso teve votos marcados por coragem institucional e sensibilidade social”, completou.
À frente do CNJ, o corregedor nacional afirmou que os dias do ministro revelaram um perfil visionário. “Barroso entendeu que gerir o Judiciário Nacional é também educar, aproximar e modernizar. Foi sob sua presidência que o Conselho assumiu as bandeiras da modernidade e da linguagem simples para que a Justiça falasse a todos”, destacou.
O subprocurador-geral da República, José Adonis Callou de Sá, também relembrou a trajetória de convivência com o presidente do CNJ. “Na década de 90, tinha sobre a mesa de trabalho um professor silencioso, que me ajudava a compreender manifestações processuais, já no exercício do cargo de procurador da República”, disse, referindo-se ao livro “Interpretação e aplicação da Constituição”, de autoria do professor Luís Roberto Barroso.
Callou de Sá lembrou ainda que integrou o CNJ como conselheiro quando o ministro ainda atuava como advogado. “Agora, como presidente, testemunhei uma gestão com leveza e extrema eficiência, que deu continuidade a relevantes projetos e implementou outros com a potencialidade para melhorar a vida das pessoas, em temas com intersecção ao trabalho do Ministério Público”, reforçou.
O legado como intelectual, professor e jurista foi ressaltado, ainda, pelo presidente do Conselho Federal da OAB, José Alberto Simonetti. “O ministro conduziu uma gestão marcada pela defesa da democracia, pela modernização da Justiça e valorização da advocacia”, disse. O advogado ressaltou que sob a presidência do ministro, o CNJ estimulou uma linguagem jurídica mais direta e acessível, aproximando a Justiça de quem dela necessita. Por fim, Simonetti agradeceu a condução de Barroso, “humanitária, justa e inclusiva dessa Casa”, reafirmando o compromisso da OAB com a parceria histórica entre as duas instituições.
Todos os conselheiros e conselheiras, além de representantes de associações, também manifestaram reconhecimento pelo trabalho desenvolvido pelo CNJ sob a gestão do ministro Barroso, que encerra o mandato na segunda-feira (29/9), com a posse do ministro do STF Edson Fachin na presidência.
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A Black Friday chegou e, com ela, uma enxurrada de ofertas que mexem com nossos gatilhos emocionais.
No artigo do assessor de finanças da ANAJUSTRA Federal, José Carlos Dorte, você entende como o cérebro reage aos estímulos de consumo, o que podemos, ou não, controlar e quais cuidados tomar antes de apertar o “comprar”.
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Hoje foi um dia histórico para os servidores do Poder Judiciário da União!
O Senado aprovou o reajuste salarial em três parcelas (2026, 2027 e 2028) e também as novas regras do Adicional de Qualificação (AQ) — dois avanços que fortalecem a carreira e valorizam quem faz a Justiça acontecer todos os dias.
Agora, os projetos seguem para sanção presidencial.
Seguimos juntos — por mais conquistas, mais reconhecimento e mais futuro para os servidores do Judiciário. 💪✨
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🚨 APROVADOS NA CCJ!
Os servidores do Poder Judiciário deram mais um passo rumo à valorização da carreira.
A Comissão de Constituição e Justiça do Senado aprovou hoje:
🔹 PL 4750/2025 – Reajuste salarial em 3 parcelas
🔹 PL 3084/2025 – Novas regras do Adicional de Qualificação (AQ)
Ambos receberam parecer favorável e agora seguem para votação em Plenário.
A ANAJUSTRA Federal acompanha cada movimento das matérias — e segue na defesa de um Judiciário mais forte e valorizado.
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📊 A expectativa é que o reajuste e o novo AQ avancem no Senado nesta quarta, 26/11 — e agora você pode calcular exatamente como sua remuneração vai ficar.
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Descubra, em segundos:
✔ Quanto você passa a receber em 2026
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✔ Quanto o novo AQ acrescenta ao vencimento
💬 “O servidor merece clareza sobre o que está em jogo. O simulador coloca isso na palma da mão.” — Aureo Pedroso, vice-presidente da ANAJUSTRA Federal.
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Boa notícia: os projetos da recomposição salarial e do Adicional de Qualificação (AQ) avançaram no Senado e foram incluídos na pauta da CCJ desta quarta, 26/11.
Agora, a sua participação é essencial! 🔵
O Senado abriu enquetes públicas para os dois PLs — e cada voto conta como força política para a aprovação.
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A ANAJUSTRA Federal segue acompanhando tudo de perto.