TSE autoriza preenchimento de 398 cargos efetivos na Justiça Eleitoral
Os maiores quantitativos de vagas estão no TRE de São Paulo, no TRE de Minas…
Instalado em todas as 24 Regiões da Justiça do Trabalho do país, o Processo Judicial Eletrônico da Justiça do Trabalho (PJe-JT) será consolidado nas regiões que concentram a maior parte da movimentação processual. A orientação é do ministro Carlos Alberto Reis de Paula, que assumirá a Presidência do Conselho Superior da Justiça do Trabalho (CSJT) e do Tribunal Superior do Trabalho (TST) no dia 5 de março. “O PJe-JT vai ganhar uma nova dimensão, sem prejuízo do cronograma de instalação fixado pelo atual presidente, ministro João Oreste Dalazen, que levou o sistema a todo o Brasil”, afirmou.
Para o ministro, as metas estabelecidas pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) – do qual é conselheiro e presidente da Comissão Permanente de Gestão Estratégica, Estatística e Orçamento –, ao adotar como referência o percentual de Varas do Trabalho que devem implantar o novo sistema (10% em 2012 e 40% em 2013), dão uma dimensão distorcida ao PJe-JT. “A referência, a meu ver, não deve ser o quantitativo de Varas, e sim o maior número de processos”, diz ele.
É com base nisso que pretende fazer um “reordenamento nas prioridades” do avanço do PJe-JT. “Nosso foco serão as cinco maiores Regiões da Justiça do Trabalho: Rio de Janeiro (TRT da 1ª Região), São Paulo (TRT da 2ª Região), Minas Gerais (TRT da 3ª Região), Rio Grande do Sul (TRT da 4ª Região) e Campinas (TRT da 15ª Região)”, explica. Essas regiões concentram mais de 56% do total de processos recebidos anualmente em todo o país – que, em 2012, foi de 3,6 milhões.
A proposta é dar prioridade à implantação do sistema nas Varas das capitais – medida que, em curto período, implicará um número significativo de processos judiciais eletrônicos. “Os presidentes dos Tribunais Regionais do Trabalho (TRTs) estão cientes e comprometidos com esta diretriz”. Essa meta, no entanto, não resulta em qualquer restrição à implantação do PJe-JT nos Tribunais que possuam menor movimentação processual.
As metas do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) continuarão a ser observadas, mas sua gestão não deverá se limitar a elas. “Pretendemos dar aos TRTs condições adequadas para que possam promover as implantações de acordo com suas necessidades”, adianta. “Acreditamos que a integração ao sistema deve ser um efeito natural das vantagens decorrentes da sua adoção”, pontuou o ministro Carlos Alberto.
Resistência e mudança
O ministro considera naturais as resistências ao processo eletrônico. “Toda mudança de cultura é difícil e incomoda, e isso está dentro do quadro das coisas humanas”, observa. “Nosso Direito tem características notariais. Já foi difícil acabar com o carimbo, e é normal que tenhamos resistências em acabar com o papel”.
Com 34 anos de magistratura, ele lembra que a evolução tecnológica é irreversível. “Há pouco tempo trabalhávamos com petições manuscritas, sistemática que evoluiu para as máquinas de escrever e, posteriormente, para os computadores”.
O caminho para vencer essas barreiras e criar uma nova cultura, segundo ele, é desenvolver novos hábitos, repetidos à exaustão, até que se tornem normais. “Na época em que os computadores assumiram o lugar das máquinas de escrever também tivemos resistências, e hoje sequer conseguimos conceber a vida profissional sem sua presença”. Para ele, “qualquer temor na alteração do meio de tramitação das demandas trabalhistas será soterrado a partir da própria credibilidade que o sistema oferecerá”.
Passos seguros
No CNJ, o ministro Carlos Alberto foi quem abriu a divergência que derrubou uma liminar que suspendia o uso exclusivo do Processo Judicial Eletrônico em Pernambuco. O pedido foi feito pela Seccional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) naquele Estado, mas o Plenário do CNJ, na sessão do dia 05/02, manteve a exclusividade. Depois disso, duas outras liminares, pedidas pelas seccionais da OAB do Rio de Janeiro e do Pará, foram indeferidas.
Ele concorda, porém, que a implantação do novo sistema seja feita de forma segura, com base em critérios que garantam o acesso do cidadão ao Judiciário. “Não temos pressa”, afirma. “A instalação do PJe-JT deve observar requisitos técnicos e pressupostos básicos, que incluem a qualificação de todos os envolvidos – advogados, usuários, magistrados, servidores, e assim será feita”.
Ele acredita que, na medida em que o sistema ganha maior segurança e oferece funcionalidades aos usuários, há uma tendência natural de adesão. “Daremos continuidade à política de desenvolvimento do PJe-JT, com forte investimento em estabilidade e segurança, medidas necessárias à credibilidade do sistema. Essas circunstâncias serão decisivas para a definição do ritmo de integração”.
O presidente eleito do TST e do CSJT observa que foi um dos pioneiros da informatização do processo no período em que exerceu o cargo de corregedor-geral da Justiça do Trabalho, de 2009 a 2011. “Na Corregedoria, só trabalhei com processos eletrônicos”, lembra.
No dia 26 de fevereiro, o PJe-JT começa a ser operado também no TST, inicialmente na Sexta Turma. O ministro Carlos Alberto ressalta que o planejamento da implantação do sistema é único para toda a Justiça do Trabalho, e pressupõe a integração em todos os níveis – das Varas do Trabalho para os TRTs e destes para o TST. E destaca: “O processo eletrônico não é para o juiz, é para a sociedade”.
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