A importância da data-base para os servidores do PJU e do MPU
Se queremos romper com o ciclo de empobrecimento da categoria, precisamos…

Presidentes do Senado Federal e da Câmara dos Deputados instauram comissão especial mista responsável por elaborar o texto da Reforma Tributária. Foto: Jonas Pereira/Agência Senado.
Apesar de ser um ano politicamente complexo por conta das eleições municipais, a agenda legislativa de 2020 está cheia. Tanto o Congresso Nacional quanto o Executivo propagam o discurso de que é preciso avançar nas reformas e isso inclui pelo menos quatro delas: administrativa, tributária, mudanças no pacto federativo e medidas para contenção de gastos.
“Normalmente, esses temas mais espinhosos são tratados no primeiro ano de mandato, quando os governos novos têm mais força junto ao congresso e à opinião pública. Acontece que tudo no cenário atual aconteceu de forma atípica. Houve um desgaste muito grande com a Reforma da Previdência, além de o Governo ser totalmente desarticulado e não conseguir ter uma base consolidada mesmo nesse segundo ano de mandato”, explica o assessor parlamentar da ANAJUSTRA, Roberto Bucar.
Prioridades
Apesar de concordarem em relação às medidas, Governo e parlamentares têm prioridades diferentes. Enquanto o Executivo se volta para a reforma administrativa, tentando chegar a uma equação que agrade ao Ministério da Economia e gere menos desgaste com os servidores, os congressistas dão andamento às alterações tributárias. Nesta quarta-feira, 19/2, os presidentes da Câmara e do Senado, Rodrigo Maia (DEM/RJ) e Davi Alcolumbre (DEM/AP), instalaram uma comissão mista para analisar a reforma.
Líderes recomendam que governo libere emendas
Fim do recesso: confira os principais assuntos
Reforma administrativa: o que se sabe até agora
Foram escolhidos 25 representantes de cada Casa para compor o colegiado. A primeira reunião está marcada para 3 de março. A ideia é que, no prazo de 45 dias, os membros da comissão produzam um texto único a partir do que já é discutido em duas Propostas de Emenda à Constituição (PECs): 110/2019 e 45/2019.
A primeira foi apresentada pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM/AP), e tramita na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa. A segunda está em análise na comissão especial criada na Câmara onde é relatada pelo deputado Aguinaldo Ribeiro (PP/PB), também eleito relator da comissão mista. O Executivo falava de mandar um projeto próprio, mas nenhuma proposta se tornou pública até o momento.
“Nunca na história desse Parlamento um assunto tão árido, tão complexo, teve tanto interesse de deputados e senadores. O Congresso Nacional tem um papel muito importante neste momento. E nós temos a função, portanto, de conciliar o texto que está na Câmara, que é muito bom, com o texto que está no Senado, também muito bom”, declarou o presidente da comissão, senador Roberto Rocha (PSDB/MA). Saiba mais detalhes na cobertura da TV Câmara:
Pacto federativo
O novo pacto federativo, que até o fim de 2019 parecia ser a proposta com mais relevância nas negociações entre os poderes, ficou praticamente esquecido. Sob a identificação de PEC 188/2019, a ideia era propor medidas capazes de descentralizar a máquina pública, dando mais poder aos Municípios e Estados e tirando responsabilidades, e arrecadação, da União.
“Duas coisas podem ter contribuído para o naufrágio momentâneo desse projeto: a ideia de extinguir municípios com até 5 mil habitantes e baixa arrecadação própria e a estratégia de apresentar a proposta de emenda no Senado e não na Câmara. O governo tentou justificar essa medida, mas ela tinha a óbvia intenção de diminuir o protagonismo dado ao Rodrigo Maia [presidente da Câmara pela aprovação da Reforma da Previdência”, explica Bucar.
Ele continua lembrando que, até o fim da reforma tributária, é provável que essa PEC caia no esquecimento. “Todas as energias do Congresso serão voltadas para a pauta tributária, mesmo a reforma administrativa vai receber uma atenção menor”, coloca. Para Bucar, as desavenças públicas entre os poderes Executivo e Legislativo e a falta de habilidade do Governo para negociar dão mais espaço para os deputados e senadores definirem a própria agenda.
“Acho um exagero se falar em parlamentarismo branco. Um observador desatento pode ter essa impressão de que o Congresso está inchado e comandando a agenda política, mas o Executivo ainda tem muita força e pauta bastante as discussões. Acontece que ele [o governo tem uma base gelatinosa e é fragmentado até mesmo internamente. Isso enfraquece e implode as iniciativas da gestão”, explica.
Assessoria parlamentar monitora projetos de lei que podem impactar vida dos servidores
PEC Emergencial
Apresentada junto ao projeto de mudanças na federação, a PEC 186/2019 trata de medidas a serem tomadas pelos poderes em caso de emergência fiscal. Assim como a Reforma Tributária, existe uma proposição espelho na Câmara dos Deputados – a PEC 438/2018. Enquanto a primeira foi encaminhada pelo Executivo e aguarda análise do relator na CCJ do Senado, a segunda já passou por essa etapa na Câmara e espera a criação de comissão temporária pela Mesa.
A proposta entregue em mãos pelo ministro da Economia traz gatilhos para que a União consiga se enquadrar nos dois limitantes constitucionais do orçamento público: o Teto dos Gastos e a Regra de Ouro. O principal objetivo é reduzir as despesas obrigatórias da administração federal, especialmente a folha de pagamento. Assim, compõem o projeto medidas que podem ser divididas entre dois conjuntos: temporárias e permanentes.
O primeiro grupo deve entrar em vigor imediatamente, caso a União descumpra a Regra de Ouro. Além da vedação de se criarem novas despesas, é dentre essas medidas que se encontra a previsão de corte de 25% da carga horária com proporcional redução salarial dos servidores públicos. Isso deve valer para os três Poderes, caso o projeto seja aprovado como se encontra.
Por outro lado, as medidas permanentes falam sobre a reavaliação e possível revogação de benefícios fiscais concedidos aos mais diversos setores sociais e também facilita pedidos de quebra da Regra de Ouro. Apesar de ser da agenda comum entre o Legislativo e o Executivo, o andamento dessa proposta está prejudicado pela discussão do Orçamento Impositivo, vetado pela Presidência da República. A sessão para análise da derrubada dos vetos estava marcada para o dia 12 de fevereiro, mas foi adiada para depois do Carnaval. “Esse será um termômetro importante para entendermos o xadrez das PECs”, conclui Bucar.
Acessos: 0
A Páscoa nos convida a olhar para dentro.
É tempo de renovação, de esperança e de recomeços silenciosos — daqueles que fortalecem o que realmente importa.
Mais do que uma data, é um lembrete de que sempre é possível seguir em frente com mais leveza e confiança nos novos caminhos.
Que este momento traga serenidade, fortaleça os laços e renove as energias para tudo o que ainda está por vir.
✨ Feliz Páscoa!
#pascoa #anajustrafederal
O aplicativo da ANAJUSTRA Federal chegou e os associados já começaram a sentir a diferença na prática.
Receber esse retorno é o que mostra que estamos no caminho certo. Um aplicativo pensado para facilitar, aproximar e colocar as vantagens de ser associado na palma da mão.
📲 E você, já baixou o app?
#anajustrafederal #aplicativo #associados
⚖️ Teve novidade nas ações — e você precisa saber o que mudou
O novo boletim jurídico da ANAJUSTRA Federal já está disponível e traz os andamentos mais recentes de cinco ações importantes.
E o melhor: tudo explicado de forma simples, direta e sem juridiquês 👇
✔ O que aconteceu em cada processo
✔ O que isso significa na prática
✔ Quais são os próximos passos
📌 Entre os temas: previdência, URV e verbas remuneratórias — assuntos que impactam diretamente os servidores.
#ANAJUSTRAFederal #BoletimJurídico #ServidorPúblico
💳🛡️ No aplicativo da ANAJUSTRA Federal, você acompanha seus seguros e crédito consignado de forma simples e rápida.
Pelo app é possível consultar contratos, acompanhar apólices, verificar coberturas e simular novas operações.
📱 Tudo em um só lugar. Tudo na palma da mão.
Baixe e concorra a + de 100 prêmios. Serão 10 sorteios até o final de maio.
#ANAJUSTRAFederal #AppANAJUSTRAFederal #Seguros #CréditoConsignado
Chegou o nosso 2º sorteio de prêmios para quem baixou e fez login no APP da ANAJUSTRA Federal até 29/3 🤩
Assista ao vídeo e confira 🎥
Ainda não fez o download do APP?
📲 Baixe a concorra a prêmios.
A campanha segue até 19/5, último prazo para concorrer ao grande sorteio do dia 25/5, que tem entre os prêmios uma Echo Dot 5ª geração da Amazon e um Headphone JBL Tube 520BT.
#anajustrafederal #sorteiodepremios #aplicativoanajustra
🦁 Quer receber sua restituição mais rápido no IR 2026? Então fique atento!
A Receita Federal promete agilizar os pagamentos este ano — com a expectativa de que 80% dos contribuintes recebam até 30 de junho 👀
📅 E já temos o calendário: os lotes começam em 29 de maio e seguem até 31 de agosto.
Outra novidade é a restituição automática para quem tinha valores a receber, mas não era obrigado a declarar. A medida pode beneficiar milhões de pessoas!
💡 Dica importante: quanto antes você enviar sua declaração, maiores são as chances de receber nos primeiros lotes.
🤔 Ficou com dúvida?
A nossa consultoria financeira está pronta para te ajudar em cada etapa!
Declare com segurança, evite erros e fique de olho na sua restituição 💰
#IR2026 #ImpostoDeRenda #Restituição #ANAJUSTRAFederal