LDO de 2027 será analisada junto com Lei Orçamentária
A LDO estabelece metas fiscais, prioridades para o gasto público e regras de…
Nos últimos dias, o cenário político brasileiro foi marcado por debates em relação à reserva de verba no Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) para possíveis aumentos salariais dos servidores públicos. O valor alocado, equivalente a R$ 1,5 bi, tem gerado insatisfação generalizada entre as diversas categorias do funcionalismo. A situação ganha ainda mais relevância diante do histórico de defasagem salarial acumulada, que já está em volta dos alarmantes 28%.
O próprio secretário de relações de trabalho do Ministério da Gestão, José Lopez Feijóo, nome, lançou mão de uma argumentação pouco convincente, para não dizer uma “pérola”, na tentativa de minimizar a insatisfação. Ao sugerir que um eventual aumento da arrecadação no segundo semestre abriria espaço para maiores reajustes no ano subsequente, ele parece subestimar a inteligência dos servidores. Afinal, propor um aumento de 1% frente a uma defasagem salarial de cerca de 28% soa como um gesto vago e distante das necessidades reais desses profissionais.
É notável a intenção declarada do governo em controlar as despesas públicas. O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, voltou citar a Reforma Administrativa (PEC 32/2020) como caminho, enfatizando a importância de equilibrar as contas do país sem elevar impostos. No entanto, embora esteja pronta para ser votada em plenário, as críticas à proposta não são poucas.
Lira recebeu uma um manifesto pró-reforma assinado por frentes parlamentares que representam o setor produtivo, mas disse que só irá pautar o tema na Casa quando tiver acordo com o governo sobre o tema, indicando que há possibilidade de ser apensada uma outra PEC de autoria do governo.
Além disso, não podemos ignorar o histórico dessa proposta. Apresentada no governo anterior, ela não avançou devido à pressão e ações de diversos setores dos servidores públicos. Isso demonstra que a reforma administrativa é um tema sensível, que demanda um diálogo mais amplo e aberto, levando em consideração as perspectivas dos próprios envolvidos.
O ministro Alexandre Padilha, das Relações Institucionais, chega a afirmar que a PEC pode resultar na destruição do serviço público. Para ele, uma das preocupações levantadas diz respeito à autonomia dos gestores municipais e estaduais. A ideia de permitir que prefeitos e governadores possam demitir funcionários ou até mesmo extinguir órgãos por meio de decretos, sem a necessidade de aprovação das respectivas câmaras municipais ou assembleias legislativas, suscita questionamentos profundos sobre a democracia e a representatividade.
Em um momento em que a sociedade exige maior transparência, participação e justiça, é crucial que as medidas governamentais sejam cuidadosamente elaboradas e avaliadas. O futuro do serviço público e sua capacidade de servir à sociedade estão em jogo. Nesse contexto, é essencial que o governo ouça as vozes das categorias envolvidas, buscando soluções mais equitativas e realistas.
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Por que costumamos adiar decisões sobre previdência e proteção financeira?
O professor Jurandir Sell Macedo, doutor em Finanças Comportamentais, vai responder essa e outras perguntas sobre o futuro financeiro dos servidores.
Neste vídeo, ele te convida a participar do encontro que também terá a presença do Diretor-Presidente da Funpresp-Jud, Amarildo Vieira, que falará as regras que estão vigentes desde a EC 103/20219.
É na quinta, 6 de agosto, às 19h.
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Para Adrienne Ramos Garcia (TRT7), o Tai Chi Chuan é um compromisso diário com a saúde, o equilíbrio e a qualidade de vida.
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O Congresso Nacional retomou os trabalhos, mas o calendário eleitoral já começa a influenciar o ritmo das votações.
O que isso significa para as pautas de interesse dos servidores públicos? Quais temas têm mais chances de avançar neste segundo semestre?
Na coluna De Olho em Brasília, o assessor parlamentar da ANAJUSTRA Federal, Roberto Bucar, analisa o cenário político e explica como esse contexto pode impactar a agenda legislativa nos próximos meses.
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Ao longo de 2026, o calendário da ANAJUSTRA Federal celebra histórias de amizade que nasceram no Judiciário Federal e seguiram muito além do ambiente de trabalho.
Em agosto, conhecemos a história do grupo Sete Estrelas, compartilhada por Marley Aparecida de Souza Almeida, do TRT-2.
Formado por sete amigos que celebram 25 anos de parceria, o grupo encontrou na estrela de sete pontas um símbolo para representar valores como prudência, justiça, fortaleza, temperança, fé, esperança e amor.
Uma história que mostra como os laços construídos no serviço público podem atravessar o tempo e permanecer por toda a vida.
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De 10 a 12 de agosto, acontece o treinamento “Recursos para o TST: o Caminho das Pedras”, conduzido pela professora Sílvia Pérola, com quase 40 anos de experiência no Tribunal Superior do Trabalho.
Além do conteúdo prático sobre Recurso de Revista, a programação inclui experiências exclusivas, como sessão da Turma do TST, audiência com o ministro Maurício Godinho Delgado e Aula Magna sobre Sustentação Oral com Cezar Britto.
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No Dia do Vira-Lata, o Espaço Cultural da ANAJUSTRA Federal traz uma homenagem especial, assinada por um de seus associados, aos cães sem raça definida.
O associado João da Cruz Ramos Filho, servidor aposentado do TRT da 12ª Região (SC), compartilha a emocionante história de Barão, um vira-lata que marcou sua vida e relembra como amor, lealdade e companheirismo não têm raça.
Uma leitura sensível que também convida à reflexão sobre o cuidado e o respeito aos animais.
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