LDO de 2027 será analisada junto com Lei Orçamentária
A LDO estabelece metas fiscais, prioridades para o gasto público e regras de…

A apresentação de emendas à PEC 63 de 2013, que estava paralisada há oito anos, gerou no Congresso a expectativa de que o projeto seja colocado em pauta em breve. Essa proposta restabelece um adicional de 5% ao salário de juízes e promotores públicos a cada cinco anos, conhecido como quinquênio.
A PEC divide opiniões, não há consenso entre parlamentares, por enquanto, para sua votação. Nem o encontro entre o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD/MG), e o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Fux, foi suficiente para a proposta ganhar força e mais apoio. Até o fechamento deste artigo, a PEC continuava sem ao menos a indicação de um relator.
Na tentativa de mudar esse cenário, Pacheco se reuniu na última semana com alguns aliados para tratar do assunto. Mas, até o momento, as tratativas não tiveram um resultado prático. Cabe ressaltar que partidos como o PODEMOS e o PT são contra a proposta.
O governo, por sua vez, diz que teria que ter um alinhamento entre a PEC 63 e o PL 6726/16, que dispõe sobre pagamentos que ficam fora do teto do salário, o que daria limite aos supersalários.
Regimentalmente ocorre que a PEC 63 começa no Senado e o PL 6726/16 é terminativo no Senado, ou seja, só terá um desfecho se houver acordo de líderes. Explicando em miúdos: vota-se a PEC do quinquênio no Senado e quando for definida a votação na Câmara, o Senado aprova o PL 6726.
Diante do atual cenário, o mais provável é que essa matéria vá para o colo dos líderes, ninguém quer ter essa culpa sobre um assunto tão delicado em pleno ano eleitoral.
Cabe explicar que os quinquênios são diferentes dos Quintos. O primeiro é um acréscimo de 5% nas remunerações a cada cinco anos, já o segundo são parcelas incorporadas de função comissionada, correspondendo a 1/5 (um quinto) do valor do cargo ou da função, a cada doze meses de efetivo exercício, até o limite de 5/5 (cinco quintos).
Reajuste
Neste momento de grande insatisfação e de total descontentamento por parte de todas as categorias de servidores que lutam por uma reposição de 19,99%, o governo teme que os ânimos fiquem ainda mais acirrados com essa pauta.
Hoje, 25/5, em Davos, o ministro da Economia Paulo Guedes praticamente garantiu os 5% (inflação acumulada desde janeiro) para os servidores. Porém, disse aos servidores para esquecerem a reposição de inflação anterior.
Existe, ainda, a tentativa de emplacar uma emenda à PEC dos quinquênios e estender o benefício aos demais servidores do Judiciário. No Senado, estão contabilizados até hoje 35 votos a favor da emenda.
O ponto crucial da PEC é o acréscimo de 5% a cada 5 anos, o que resultaria em até sete aumentos no decorrer da carreira, assegurando aos membros do Judiciário e do Ministério Público que sua atuação jurídica anterior poderia ser utilizada para contagem de tempo de serviço.
A pressão pelo retorno dos quinquênios cresceu com o acúmulo de seis anos sem reajustes salariais para o Judiciário e a inflação galopante que vivemos. É certo que se a proposta for aprovada, levará a uma cascata de reivindicações em todo o serviço público federal. O governo e o líder de governo só se posicionarão contundentemente sobre a PEC 63 após o estabelecimento de um consenso sobre a matéria e a proposta seja pautada para votação no plenário.
Enquanto isso, os servidores reforçam a pressão e o governo busca saídas. Noutro giro, a ANAJUSTRA Federal continua trabalhando diuturnamente pela valorização da categoria que não parou durante um dos piores momentos do nosso país dos últimos tempos com a pandemia da covid-19, dando um suporte diário, principalmente, às demandas relacionadas à saúde.
O tema é difícil. O Brasil segue com restrições fiscais e uma situação econômica complicada com a inflação. Mas também é totalmente defensável que haja alguma recomposição de perdas. O desafio é grande e envolve um trabalho complexo com os diversos atores do cenário político.
A intensificação das mobilizações mostra que os servidores estão alertas. Enquanto isso, a ANAJUSTRA Federal segue firme no seu propósito de luta por um novo plano de carreira e uma remuneração justa para esses trabalhadores que são incansáveis na sua missão de servir a sociedade.
De Olho em Brasília
Os bastidores da política brasileira, no que diz respeito ao funcionalismo público, são pauta da coluna mensal “De Olho em Brasília”, do assessor parlamentar, Roberto Bucar. O material é um serviço de informação ao associado que fica por dentro de tudo o que é de interesse da categoria e o que há por trás da aprovação ou rejeição de matérias legislativas.
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Por que costumamos adiar decisões sobre previdência e proteção financeira?
O professor Jurandir Sell Macedo, doutor em Finanças Comportamentais, vai responder essa e outras perguntas sobre o futuro financeiro dos servidores.
Neste vídeo, ele te convida a participar do encontro que também terá a presença do Diretor-Presidente da Funpresp-Jud, Amarildo Vieira, que falará as regras que estão vigentes desde a EC 103/20219.
É na quinta, 6 de agosto, às 19h.
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Para Adrienne Ramos Garcia (TRT7), o Tai Chi Chuan é um compromisso diário com a saúde, o equilíbrio e a qualidade de vida.
Todos os dias, às cinco da manhã, ela reserva um tempo para cuidar do corpo e da mente. O resultado? Mais disposição, concentração, serenidade e energia para enfrentar a rotina.
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O Congresso Nacional retomou os trabalhos, mas o calendário eleitoral já começa a influenciar o ritmo das votações.
O que isso significa para as pautas de interesse dos servidores públicos? Quais temas têm mais chances de avançar neste segundo semestre?
Na coluna De Olho em Brasília, o assessor parlamentar da ANAJUSTRA Federal, Roberto Bucar, analisa o cenário político e explica como esse contexto pode impactar a agenda legislativa nos próximos meses.
Acesse o conteúdo completo em anajustrafederal.org.br
Ao longo de 2026, o calendário da ANAJUSTRA Federal celebra histórias de amizade que nasceram no Judiciário Federal e seguiram muito além do ambiente de trabalho.
Em agosto, conhecemos a história do grupo Sete Estrelas, compartilhada por Marley Aparecida de Souza Almeida, do TRT-2.
Formado por sete amigos que celebram 25 anos de parceria, o grupo encontrou na estrela de sete pontas um símbolo para representar valores como prudência, justiça, fortaleza, temperança, fé, esperança e amor.
Uma história que mostra como os laços construídos no serviço público podem atravessar o tempo e permanecer por toda a vida.
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De 10 a 12 de agosto, acontece o treinamento “Recursos para o TST: o Caminho das Pedras”, conduzido pela professora Sílvia Pérola, com quase 40 anos de experiência no Tribunal Superior do Trabalho.
Além do conteúdo prático sobre Recurso de Revista, a programação inclui experiências exclusivas, como sessão da Turma do TST, audiência com o ministro Maurício Godinho Delgado e Aula Magna sobre Sustentação Oral com Cezar Britto.
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No Dia do Vira-Lata, o Espaço Cultural da ANAJUSTRA Federal traz uma homenagem especial, assinada por um de seus associados, aos cães sem raça definida.
O associado João da Cruz Ramos Filho, servidor aposentado do TRT da 12ª Região (SC), compartilha a emocionante história de Barão, um vira-lata que marcou sua vida e relembra como amor, lealdade e companheirismo não têm raça.
Uma leitura sensível que também convida à reflexão sobre o cuidado e o respeito aos animais.
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