Comissões retomam atividades e reajuste dos servidores volta ao centro do debate
Leia a coluna de fevereiro do assessor parlamentar, Roberto Bucar.
Cientistas políticos divergem sobre as chances de o Congresso aprovar as Reformas Política e Tributária no governo da presidente eleita Dilma Rousseff. Ela contará com uma numerosa base aliada na Câmara e no Congresso. A coligação dos nove partidos que ajudaram a eleger a primeira presidenta da história do Brasil conta com um total de 311 deputados na Câmara. Esse número fica perto de 350 quando são incluídos os 41 deputados eleitos pelo Partido Progressista, que não fez parte da coligação mas costuma votar de acordo com as orientações do governo.
Desse ponto de vista, a base aliada de Dilma tem apoio bem maior do que os 307 votos necessários para aprovar propostas de emenda à Constituição necessárias para implementar as reformas Política e Tributária.
Para o cientista político Maurício Moya, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, o início do governo é o melhor momento para tentar debater e votar esses temas no Congresso. “Ela já sai com uma coalizão praticamente montada porque ela vai herdar a coligação eleitoral e a coalizão do governo Lula. Eu acredito que, até abril ou maio, ela deve ter uma certa tranquilidade. Geralmente os presidentes brasileiros têm uma certa lua de mel logo que assumem e têm algum tempo enquanto montam os seus ministérios, enquanto os novos deputados e senadores ainda não assumem – porque eles assumem 45 dias depois do presidente. É a partir de abril ou maio que a gente vai poder avaliar melhor o desempenho do governo”.
Já o cientista político Octaciano Nogueira, da UnB, não acredita na aprovação das duas reformas, mesmo com o apoio da numerosa base aliada de Dilma. Segundo Octaciano, a presidente eleita poderá enfrentar problemas para harmonizar os diferentes interesses dos partidos da coligação.
“O fato de um governo ter maioria por uma coligação de nove partidos é algo muito complicado, embora pareça uma coisa simples. Quanto maior o número de partidos que se coligam, mas difícil se torna o entendimento. Então, a mudança de uma coligação de partidos para outra que constitua maioria não significa alterações profundas no sistema político nem na operação política de cada governo, porque essas reformas dependem de um quórum muito elevado”.
Octaciano Nogueira ressalta ainda que a falta de consenso em torno desses temas polêmicos deve construir uma pauta menos complexa para a análise dos deputados, a partir do próximo ano.
“No Brasil, só se fez reforma política em 1889, com a Proclamação da República; e em 1930. O que se têm feito são reformas eleitorais. Além do mais, é preciso lembrar que certas reformas interessam não só aos partidos, mas também aos estados. Reforma tributária sem obter consenso entre os 27 estados é muito difícil que se faça”.
Mesmo ainda sem consenso, atuais líderes partidários governistas e da oposição têm defendido publicamente que o Congresso coloque as reformas política e tributária na pauta de debates o mais rapidamente possível.
Fonte: Agência Câmara
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Nesta quinta feira, 5/3, o presidente da ANAJUSTRA Federal, Antônio Carlos Parente, participou da 90ª edição do Colégio de Presidentes dos Tribunais Regionais Eleitorais (Coptrel), que reúne os presidentes dos 27 TREs do país e acontece em Recife.
Durante o encontro com os diretores gerais, Parente apresentou a atuação da associação e destacou os benefícios oferecidos aos servidores.
Na ocasião, os diretores-gerais dos TREs do Bahia, Raimundo Vieira Pinheiro, Santa Catarina, Gonçalo André Agostini Ribeiro, e do Paraná, Valcir Mombach, elogiaram a atuação da ANAJUSTRA Federal, informaram que são associados e aproveitaram o momento para fazer perguntas ao presidente da entidade.
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💝🩺 MedSênior é lançada no TRT17
A MedSênior foi oficialmente apresentada aos servidores do TRT17 em evento que contou com a presença da presidente do Tribunal, desembargadora Alzenir Bollesi De Plá Loeffle; do presidente da operadora, Maely Coelho; e do presidente da ANAJUSTRA Federal, Antônio Carlos Parente.
A chegada da operadora amplia as opções de assistência à saúde para os servidores, especialmente para quem busca um plano com foco em prevenção, acompanhamento contínuo e atendimento especializado.
Durante o lançamento, os servidores puderam conversar diretamente com o presidente da MedSênior e esclarecer dúvidas sobre cobertura, rede credenciada e modelo de atendimento — um momento marcado pelo diálogo e pela proximidade.
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📚✨ Um diário que atravessou o tempo e virou livro.
A associada da ANAJUSTRA Federal Cristina Gemaque, do TRT8, transformou memórias, reflexões e imagens em uma obra sensível e profunda: “Diário de uma desconhecida”.
Entre textos intimistas e fotografias feitas no Brasil e em diferentes partes do mundo, Cristina constrói um mosaico sobre arte, amizade, perdas, crescimento e a forma como nos colocamos no mundo.
O livro nasceu de anotações escritas ao longo de anos e ganhou novas camadas ao dialogar com imagens, cartas e lembranças. Há páginas que parecem sussurros. Outras, abraços. Algumas, perguntas que permanecem.
Uma obra que reafirma a arte como expressão, elaboração e esperança.
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Hoje celebramos o berço do samba e da bossa nova, cenário onde natureza e cidade se encontram em um abraço harmonioso entre o mar e a montanha.
Celebramos a terra do Cristo Redentor de braços abertos, do imponente Pão de Açúcar e das calçadas de pedras portuguesas que guardam tantas histórias. Celebramos a alma carioca, que carrega no sorriso a leveza de quem vive sob a proteção de São Sebastião.
O Rio de Janeiro completa hoje 461 anos de beleza, cultura vibrante e charme incomparável.
Quem vive, nasceu ou já esteve na capital fluminense sabe:
o Rio é inspiração permanente.
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A proposta que regulamenta a data-base dos servidores do PJU e do MPU avançou mais uma etapa e agora está em votação na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa do Senado Federal (CDH).
De autoria da associada da ANAJUSTRA Federal, Marta Hungria Garcia, servidora do Tribunal Regional do Trabalho da 3ª Região, a iniciativa busca tornar obrigatória e periódica a revisão anual dos vencimentos, conforme previsto na Constituição.
A votação está aberta e precisa de apoio para avançar.
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