Justiça do Trabalho do DF cria manual para audiodescrição

De acordo com o artigo 73 do Estatuto da Pessoa com Deficiência, cabe ao poder público promover a capacitação de tradutores e intérpretes de Libras, guias intérpretes e de profissionais habilitados em Braille, audiodescrição, estenotipia e legendagem.

A audiodescrição é um recurso de acessibilidade que amplia o entendimento das pessoas com deficiência visual, idosos, pessoas disléxicas ou com deficiência intelectual, por meio de informação sonora. Com este objetivo, a Seção de Responsabilidade e Metas Socioambientais (SCRES) em parceria com a Coordenadoria de Comunicação Social e Relações Públicas (CDCOM), criou um Manual didático para disseminar e reforçar a importância desta comunicabilidade.

A chefe da Seção de Responsabilidade e Metas Socioambientais do TRT-10, Selma Valdete Gordijo, explica que a audiodescrição é uma ferramenta de inclusão importante que tem como objetivo principal promover acessibilidade. Ela conta que a criação do manual surgiu a partir da necessidade de incentivar a realização de audiodescrição de forma simples e objetiva, propiciando ao ouvinte uma inserção visual do que está sendo transmitido.

“Nosso Regional tem realizado esforços no sentido de ampliar a acessibilidade em suas instalações, transmissões, eventos e audiências. Temos utilizado LIBRAS nas sessões de Turma e nos eventos transmitidos, a audiodescrição é mais um passo rumo a um TRT mais acessível”, afirma a servidora.

Audiodescrição e acessibilidade

De acordo com o artigo 73 do Estatuto da Pessoa com Deficiência, instituído pela Lei nº 13.146/2015, cabe ao poder público – diretamente ou em parceria com organizações da sociedade civil – promover a capacitação de tradutores e intérpretes de Libras, guias intérpretes e de profissionais habilitados em Braille, audiodescrição, estenotipia e legendagem.

Dessa forma, o manual informativo é de extrema relevância para todos, principalmente para os magistrados e lideranças que, em função de suas atividades, se colocam em público nas audiências, julgamentos e demais eventos a que representam o TRT-10.

No Brasil, em 2003, a história da audiodescrição estreia no Festival Internacional do Cinema “Assim Vivemos “, que trata sobre pessoas com deficiências; todos os filmes do festival tiveram acessibilidade para pessoas com deficiência visual e auditiva.

A inclusão está cada mais imbuída na rotina e vivência deste tribunal. Não seria diferente com a autodescrição. Conheça o manual, espalhe esta ideia e promova também a acessibilidade.

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