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O modelo de ensino será híbrido.
O futuro do Poder Judiciário diante das oportunidades e impactos provocados pelo funcionamento virtual imposto pela pandemia da Covid-19, bem como a aplicação do aprendizado adquirido para a retomada das atividades presenciais, foram as questões debatidas no Seminário de Pesquisas Empíricas aplicadas ao Poder Judiciário.
Com o tema “Judiciário digital e os desafios do teletrabalho”, o evento realizado na quinta-feira, 29/9, pelo Departamento de Pesquisas Judiciárias do Conselho Nacional de Justiça (DPJ/CNJ), reuniu especialistas que discutiram os reflexos do teletrabalho para magistrados, servidores e jurisdicionados.
O primeiro painel contou com a apresentação do estudo “O direito à desconexão no teletrabalho: desafios e perspectivas no Poder Judiciário estadual”, de autoria da juíza de direito do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB) Audrey Kramy Araruna Gonçalves. A partir de entrevistas com magistrados e servidores da corte paraibana, realizadas em três momentos distintos – maio de 2021, outubro de 2021 e maio de 2022 – a magistrada avaliou os desafios e as perspectivas do trabalho remoto após a pandemia Covid-19. Segundo ela, de um modo geral, os dados da pesquisa apontaram aumento da produtividade no período analisado e trouxeram importantes informações sobre o desenvolvimento da comunicação assíncrona no teletrabalho.
“O teletrabalho é desejado pela maioria dos pesquisados, indicando a necessidade de buscar aprimoramentos e regulamentações, notadamente em relação à comunicação assíncrona, objeto da pesquisa”. Conforme a autora, a mudança para o teletrabalho gerada pela pandemia acarretou a formação de equipes híbridas, presencial e em teletrabalho, demandando uma nova forma de gestão.
A pesquisadora observa que, segundo a pesquisa Avaliação dos impactos da pandemia causada pela Covid-19 nos processos de trabalho dos Tribunais, realizada pelo Conselho Nacional de Justiça em junho/2020, antes do início da pandemia, o Poder Judiciário contava com apenas 5% da força de trabalho em teletrabalho, percentual que passou para 84% logo após início da pandemia.
Futuro da Justiça
“Serviço Judicial Digital: A Percepção de Magistrados Brasileiros sobre o Futuro do Judiciário” foi o tema do painel apresentado pelo juiz federal do Tribunal Regional Federal 5ª Região (TRF5), Rodrigo Maia da Fonte. A partir de uma visão interna do Poder Judiciário, o magistrado discutiu a possibilidade de ampliação do espaço para atuação virtual ou se o modelo foi excepcional e transitório, adotado para o período da pandemia.
“Em relação ao teletrabalho, todos se mostraram satisfeitos, apesar de apontarem fragilização no relacionamento entre as equipes. As lideranças apontam a necessidade de realização de encontros periódicos para mitigar esse impacto”. Entre oportunidades e riscos que o novo modelo proporcionou, Rodrigo da Fonte enfatiza que a transformação digital é inevitável. “É fundamental ter atenção para se evitar exclusão digital e também para não perder o caráter simbólico do Poder Judiciário, que se fortalece no contato com os jurisdicionados.”
A apresentação dos estudos no Seminário de Pesquisas Empíricas foi mediada pelo juiz-auxiliar da presidência do CNJ, João Azambuja, que destacou a importância dos trabalhos para subsidiar a formulação de políticas públicas pelo órgão. Também participaram do encontro como debatedores o juiz federal TRF4, José Luís Terra e o juiz federal do TRF1, Lucílio Morais.
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Nesta quinta feira, 5/3, o presidente da ANAJUSTRA Federal, Antônio Carlos Parente, participou da 90ª edição do Colégio de Presidentes dos Tribunais Regionais Eleitorais (Coptrel), que reúne os presidentes dos 27 TREs do país e acontece em Recife.
Durante o encontro com os diretores gerais, Parente apresentou a atuação da associação e destacou os benefícios oferecidos aos servidores.
Na ocasião, os diretores-gerais dos TREs do Bahia, Raimundo Vieira Pinheiro, Santa Catarina, Gonçalo André Agostini Ribeiro, e do Paraná, Valcir Mombach, elogiaram a atuação da ANAJUSTRA Federal, informaram que são associados e aproveitaram o momento para fazer perguntas ao presidente da entidade.
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💝🩺 MedSênior é lançada no TRT17
A MedSênior foi oficialmente apresentada aos servidores do TRT17 em evento que contou com a presença da presidente do Tribunal, desembargadora Alzenir Bollesi De Plá Loeffle; do presidente da operadora, Maely Coelho; e do presidente da ANAJUSTRA Federal, Antônio Carlos Parente.
A chegada da operadora amplia as opções de assistência à saúde para os servidores, especialmente para quem busca um plano com foco em prevenção, acompanhamento contínuo e atendimento especializado.
Durante o lançamento, os servidores puderam conversar diretamente com o presidente da MedSênior e esclarecer dúvidas sobre cobertura, rede credenciada e modelo de atendimento — um momento marcado pelo diálogo e pela proximidade.
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📚✨ Um diário que atravessou o tempo e virou livro.
A associada da ANAJUSTRA Federal Cristina Gemaque, do TRT8, transformou memórias, reflexões e imagens em uma obra sensível e profunda: “Diário de uma desconhecida”.
Entre textos intimistas e fotografias feitas no Brasil e em diferentes partes do mundo, Cristina constrói um mosaico sobre arte, amizade, perdas, crescimento e a forma como nos colocamos no mundo.
O livro nasceu de anotações escritas ao longo de anos e ganhou novas camadas ao dialogar com imagens, cartas e lembranças. Há páginas que parecem sussurros. Outras, abraços. Algumas, perguntas que permanecem.
Uma obra que reafirma a arte como expressão, elaboração e esperança.
A ANAJUSTRA Federal celebra o talento de seus associados e a potência criativa que nasce também dentro do Judiciário Federal.
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Hoje celebramos o berço do samba e da bossa nova, cenário onde natureza e cidade se encontram em um abraço harmonioso entre o mar e a montanha.
Celebramos a terra do Cristo Redentor de braços abertos, do imponente Pão de Açúcar e das calçadas de pedras portuguesas que guardam tantas histórias. Celebramos a alma carioca, que carrega no sorriso a leveza de quem vive sob a proteção de São Sebastião.
O Rio de Janeiro completa hoje 461 anos de beleza, cultura vibrante e charme incomparável.
Quem vive, nasceu ou já esteve na capital fluminense sabe:
o Rio é inspiração permanente.
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A proposta que regulamenta a data-base dos servidores do PJU e do MPU avançou mais uma etapa e agora está em votação na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa do Senado Federal (CDH).
De autoria da associada da ANAJUSTRA Federal, Marta Hungria Garcia, servidora do Tribunal Regional do Trabalho da 3ª Região, a iniciativa busca tornar obrigatória e periódica a revisão anual dos vencimentos, conforme previsto na Constituição.
A votação está aberta e precisa de apoio para avançar.
Vote, participe e compartilhe com colegas.
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