Quatro iniciativas vencem premiação em gestão de pessoas do Judiciário
Mais de 150 práticas foram inscritas.
A Lei de Acesso à Informação (LAI) está em vigor desde 2012, porém o cidadão ainda encontra dificuldades para obter informações de órgãos públicos, em especial do Judiciário. Pesquisa da organização não governamental (ONG) Artigo 19 indicou que a esfera federal da Justiça responde completamente apenas 50,9% das solicitações de informação. Em 20% dos casos, o retorno dado pelos 11 órgãos do Judiciário avaliados contemplou apenas parcialmente os pedidos.
O desempenho foi o pior entre os três Poderes. No Executivo, a avaliação feita com pedidos direcionados aos 38 ministérios alcançou um índice de 73,2% de respostas que atenderam integralmente o solicitado. No Legislativo, os pedidos enviados à Câmara e ao Senado foram completamente atendidos em 80% dos casos.
“Saber que os órgãos da Justiça são os piores nesse sentido liga um sinal de alerta. Porque se o Executivo ou o Legislativo não estiverem funcionando, quem vai fiscalizar a lei?”, questiona a oficial de Acesso à Informação da Artigo 19, Joara Marchezini. Ao todo, foram enviados, para elaboração da pesquisa, 255 pedidos de informação a 51 órgãos públicos federais, entre novembro de 2014 e março de 2015.
Em todas as esferas, o estudo apontou dificuldade em obter informações sobre a participação popular nos órgãos. Foram problemas tanto para saber sobre o funcionamento dos canais abertos ao cidadão, quanto sobre os participantes de audiências públicas, por exemplo. “Nos surpreendeu muito, sobre os pedidos de atas e listas de presença [em audiências públicas, que não exista essa sistematização nos órgãos”, ressaltou Joara.
Também foi avaliada a chamada transparência ativa das instituições, ou seja, as informações disponibilizadas ao público espontaneamente, principalmente na internet. No Executivo, 28 dos 38 ministérios cumpriram todas as obrigações previstas na LAI. A Câmara e o Senado cumpriram quatro dos cinco itens pesquisados, deixando apenas de divulgar a lista de documentos classificados com algum grau de sigilo. Nenhum dos 11 órgãos do Judiciário cumpriu integralmente a lei e sete deles descumpriram dois ou mais critérios.
As informações de divulgação obrigatória foram divididas em seis categorias: informações institucionais; programas e projetos; lista de documentos classificados; perguntas e respostas mais frequentes; participação popular e conteúdo executivo-orçamentário.
A lista de documentos classificados não foi divulgada por nenhuma das instituições legislativas ou judiciárias. Em relação à participação popular, o item só é atendido por 54% dos órgãos da Justiça. O Poder Judiciário também só atende às determinações legais de transparência sobre programas e projetos em 63,7% dos casos.
O contato com os órgãos do Judiciário mostrou, segundo Joara, que essas instituições ainda não reconhecem totalmente a legislação de transparência. “Pelas respostas que a gente recebeu da Justiça, a gente sente que a LAI ainda não é uma obrigação para eles”, enfatizou sobre a percepção do contato com os órgãos, na maior parte das vezes via ouvidoria.
Foram avaliados o Supremo Tribunal Federal (STF), o Superior Tribunal de Justiça (STJ), o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e os cinco tribunais Regionais Federais. Além desses, foram pesquisados três órgãos com funções essenciais à Justiça: Ministério Público Federal (MPF), Ministério Público do Trabalho (MPT) e Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP).
Para Joara, é importante lembrar que as solicitações para a pesquisa foram feitas pela equipe da ONG, que tem experiência nesse tipo de trabalho. O cidadão comum deve encontrar mais empecilhos ao buscar esclarecimento das próprias dúvidas. “A gente está acostumado a fazer pedidos de informação, nós trabalhamos com isso a bastante tempo. E se a gente tem essa dificuldade em conseguir informação, imagina uma pessoa de uma cidade pequena, que quer acompanhar uma obra pública, o quanto ela vai ter dificuldade”, concluiu.
how to terminate a pregnancy naturally cost of abortion pill abortion clinics in oklahomawhy did my husband cheat trailblz.com cheated on my husband
Acessos: 64
Lingerie e moda praia com desconto especial para associados! 👙 @marcyn_oficial
Durante o mês de setembro, a Marcyn oferece até 10% de desconto aos associados da ANAJUSTRA Federal. Depois da promoção, o benefício permanente de 7% de desconto continua disponível.
Acesse o convênio, confira as condições e aproveite.
#anajustrafederal #benefícios #marcyn
Quanto um servidor do PJU pode economizar em um mês? A resposta pode surpreender: mais de R$ 4 mil. 👀
Seguro auto, medicamentos, plano de saúde, academia e muitos outros benefícios fazem parte das vantagens de ser associado à ANAJUSTRA Federal.
Quando a economia entra na rotina, sobra mais para viver seus planos. 💚
Acesse anajustrafederal.org.br e associe-se.
#anajustrafederal #benefícios #economia
👀 Na nova área do associado, você pode visualizar os perfis compatíveis com o seu anúncio de permuta e/ou redistribuição.
É só acessar o Mural e conferir o menu “Compatíveis”. Se houver alguém com um perfil que combina com o seu anúncio, ele estará lá!
🔎 Mais facilidade para encontrar quem procura o mesmo que você.
Menos busca. Mais conexão!
#areadoassociado #ANAJUSTRAFederal #permuta #redistribuicao
O futuro começa com as escolhas que fazemos hoje. 📚
@colegiocruzeirooficial
Estão abertas as matrículas para novos alunos do Colégio Cruzeiro em 2027. Com mais de 164 anos de história, a instituição alia excelência acadêmica à formação de cidadãos conscientes, solidários e preparados para os desafios do mundo.
Associados da ANAJUSTRA Federal têm 5% de desconto, conforme as condições estabelecidas na parceria. As vagas são limitadas.
Acesse o Clube de Vantagens, confira os detalhes e saiba como realizar a matrícula.
#anajustrafederal #clubedevantagens #colegiocruzeiro
A ANAJUSTRA Federal esteve presente no 22º Encontro de Diretores do TRT da 10ª Região – Edição 2026, realizado entre os dias 9 e 11 de setembro, em Palmas (TO).
@trt10oficial
Durante o evento, a entidade apresentou seu vídeo institucional e entregou brindes aos participantes. O encontro reuniu diretores e gestores para a troca de experiências e o alinhamento de ações voltadas ao fortalecimento da gestão administrativa e judiciária na Justiça do Trabalho.
Confira alguns registros!
#anajustrafederal #justiçadotrabalho #trt10
Se a Parte 1 já mostrou que trabalhar no Judiciário era uma verdadeira operação de guerra, a Parte 2 prova que a transformação tecnológica também rendeu boas histórias. 😅
Teve juiz escrevendo sentença à mão, servidor transformando decisão manuscrita em texto datilografado, profissional acumulando funções e até computador que, segundo uma das nossas memórias, era “temperamental” e às vezes parava de funcionar.
E tem mais: em 1991, ainda havia prova eliminatória de datilografia em concurso. ⌨️
Tudo isso contado por quem viveu essa rotina e acompanhou, de dentro, a transformação do Judiciário.
Do papel carbono ao processo eletrônico, muita coisa mudou. Mas algumas histórias merecem continuar circulando.
❤️ Obrigado a todos que abriram seus baús de memórias e compartilharam essas histórias com a gente.
Agora queremos saber de você:
Qual dessas lembranças mais te surpreendeu? E o que você viveu nessa época que ainda não apareceu por aqui?
Conta nos comentários. 👇
Judiciário #Servidores #HistóriasDoJudiciário #Anos80