Reforma administrativa deve ficar para 2023, dizem parlamentares

Equipe econômica também já admite que será difícil aprovar mudanças estruturantes

No dia 25 de junho, o ministro da Economia Paulo Guedes entregou a segunda parte da Reforma Tributária, focada no Imposto de Renda, ao presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL). - Pedro Ladeira/Folhapress

No dia 25 de junho, o ministro da Economia Paulo Guedes entregou a segunda parte da Reforma Tributária, focada no Imposto de Renda, ao presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL). – Pedro Ladeira/Folhapress

Parlamentares ligados ao governo já não têm mais es-peranças de que serão aprovadas as reformas propostas por Jair Bolsonaro e que tramitam no Congresso. A administrativa foi aprovada por comissão especial da Câmara no final de setembro e aguarda deliberação no Plenário.

A do imposto de renda, aposta inicial de Paulo Guedes (Economia) para compensar a criação do Auxílio Brasil, travou no Senado –que, por isso, passou a ser alvo de críticas abertas de Arthur Lira (PP-AL).

No mês passado, durante entrevista, o presidente Bolsonaro disse que, caso não fossem aprovadas em 2021, as reformas ficariam para 2023.

Líderes governistas e a equipe econômica já afirmam que será esse o cenário.

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