Teletrabalho ajuda tribunais a contornar greve

Ao menos oito tribunais utilizaram o teletrabalho para amenizar os efeitos de deslocamento de seus funcionário devido à greve dos caminhoneiros. São quatro  tribunais estaduais, três trabalhistas e um federal. Neles, magistrados e servidores puderam atuar em jornada remota, também chamada de home office.

O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) regulou o regime há dois anos.Tribunais ajustam o expediente à paralisação desde a última quinta-feira (31). Na maioria dos casos, coube à chefia direta do servidor — como juízes e diretores — decidir sobre a conveniência do trabalho a distância.

Permitiram teletrabalho os tribunais estaduais do Paraná, Sergipe, Pernambuco e Santa Catarina. A mesma opção tomaram os tribunais regionais trabalhistas das 12ª (SC), 15ª (Campinas-SP) e 16ª (MA) regiões, e o federal da 3ª região (SP e MS).Fausto De Sanctis, desembargador do TRF3, cogitou aumentar os servidores em teletrabalho, em razão da greve, o que não foi preciso.

“Para minha surpresa, todos os funcionários presenciais vieram, apesar do caos em São Paulo. Se não conseguissem, podiam avisar e trabalhar de casa”, afirma ele, que adota o home office no gabinete desde 2014.

Dos 13 servidores aptos ao regime na equipe do magistrado, seis trabalhavam em casa até novembro do ano passado. À época, De Sanctis migrou da área previdenciária para a criminal. Foi necessário, assim, reunir a equipe para alinhar questões como minutas e posições. Hoje, só um analista tem jornada remota. A tendência é voltar a seis.

“É uma experiência vitoriosa, mas quem faz home office deve prestar contas e estar acessível. Ninguém está autorizado a viajar, por exemplo”, disse o magistrado.

Deslocar-se por horas cansa os servidores, enquanto ter menos deles na repartição reduz custos e ruídos. “É mais vantajoso para o Estado. A pessoa cumpre metas, não importa se há feriado ou greve.”

Morador de São Paulo (SP), o analista judiciário Daniel Hatanaka, de outro gabinete do TRF3, manteve sua produção sem sair de casa. Dali, despachou minutas de recursos na área tributária, como faz duas vezes por semana desde março. “Houve grande dificuldade de locomoção.

Colegas que moram em cidades vizinhas não conseguiram chegar ao trabalho.”O teletrabalho, por meio do Processo Judicial Eletrônico (PJe), protege a produtividade do Judiciário, na opinião do analista. “Greves de ônibus e metroviários sempre atrapalham. Com o sistema, continuamos o trabalho e evitamos atrasar julgamentos”, afirma.

Outro ganho é passar mais tempo com a filha, de 7 anos. “Não são só aspectos profissionais”, lembra. Uso de videoconferência cresce 58% no mês. Em paralelo, elevou-se bastante o uso do Sistema Nacional de Videoconferência, mantido pelo CNJ.

Até o dia 28 de maio, foram 152 conexões — alta de 58% ante abril.  Mas, não há como estabelecer uma relação direta entre o aumento de conexões  e o movimento grevista, segundo o Departamento de Tecnologia (DTI/CNJ).

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🚨 A GAACTA chegou à Justiça Eleitoral.

O TSE publicou resolução que institui a GAACTA de 15% para servidores que ocupam cargos em comissão CJ-1 a CJ-4 em toda a Justiça Eleitoral.

A medida acontece depois do pedido apresentado pela ANAJUSTRA Federal em junho, que também protocolou pedido junto ao CSJT para garantir a mesma gratificação aos servidores dos 24 TRTs e Varas.

Ou seja: uma frente avançou. A outra continua em movimento. 💪

Enquanto STJ, TST, Justiça Federal e agora a Justiça Eleitoral já contam com a gratificação, os servidores dos TRTs ainda aguardam o mesmo reconhecimento.

E a ANAJUSTRA Federal vai intensificar os trabalhos junto ao CSJT para garantir esse direito!

Mesma responsabilidade. Mesma complexidade. Mesmo Judiciário. Por que tratamento diferente?

A luta pela isonomia continua e não para na GAACTA.

➡️ O próximo passo também será buscar o reconhecimento para as Funções Comissionadas (FCs), além de melhorias para toda a categoria em todos os seus ramos.

Porque isonomia não se faz pela metade.

Acesse o site e fique por dentro de tudo sobre o tema!
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🏥 Saúde em foco no @trtrjoficial!

Nos dias 17 e 18/8, a ANAJUSTRA Federal esteve no Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região, no Rio de Janeiro, levando informação e cuidado aos servidores.

Durante a ação, os participantes puderam aproveitar serviços gratuitos de saúde, como aferição de pressão, teste de glicemia e bioimpedância, além de contar com um plantão tira-dúvidas sobre as opções de planos de saúde oferecidas pela entidade.

E, nesta quarta-feira (19), o presidente da ANAJUSTRA Federal, Antônio Carlos Parente, acompanhado dos consultores Nelson Dantas e Wallace Calazans e do gerente João Lemos, esteve com o presidente do TRT1, desembargador Roque Lucarelli Dattoli, para apresentar as alternativas de planos de saúde disponíveis para os servidores.

Também participaram do encontro o assessor da Presidência, Sérgio Lobo, e o vice-presidente do Tribunal, desembargador Leonardo da Silveira Pacheco.

🤝 A ANAJUSTRA Federal agradece ao TRT1 pelo espaço, pela receptividade e pela oportunidade de estar mais perto dos servidores, levando informação, prevenção e opções para cuidar da saúde de toda a família.

#anajustrafederal #trtrio #saude
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