Coptrel

Colégio de Presidentes dos TREs elege nova liderança nacional

O Coptrel reúne os mandatários das cortes eleitorais de todos os estados do país para alinhar diretrizes, debater ações para o aperfeiçoamento da Justiça Eleitoral e coordenar ações macroestratégicas. 

Ministro Kassio Nunes Marques cumprimenta desembargador Carlos Roberto da Silva. Foto: Antonio Augusto/Secom/TSE

O Colégio de Presidentes dos Tribunais Regionais Eleitorais (Coptrel) elegeu o presidente do Tribunal Regional Eleitoral de Santa Catarina (TRE-SC), desembargador Carlos Roberto da Silva, como o novo líder da entidade. Ele foi eleito por aclamação, na tarde desta sexta-feira (12), no último dia do 91º encontro do Colégio, em Florianópolis (SC).     

O Coptrel reúne os mandatários das cortes eleitorais de todos os estados do país para alinhar diretrizes, debater ações para o aperfeiçoamento da Justiça Eleitoral e coordenar ações macroestratégicas. A abertura do 91º Coptrel, na noite desta quinta-feira (11), contou com a palestra magna do presidente do TSE, ministro Kassio Nunes Marques.  

O desembargador Carlos Roberto é doutor em Ciência Jurídica. Ingressou na magistratura catarinense em 1993 e acumulou vasta experiência como juiz eleitoral em diversas comarcas do interior do estado antes de ser promovido a desembargador do Tribunal de Justiça (TJSC), em 2019. Foi eleito presidente do TRE-SC em março deste ano.   

Caberá ao magistrado de Santa Catarina a interlocução direta com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e a condução de pautas sensíveis, como o combate à desinformação.  

Sobre o Coptrel  

Fundado em 16 de setembro de 1995, em Florianópolis, o Coptrel é entidade de âmbito nacional, sem fins lucrativos, voltada à discussão de temas relevantes para a Justiça Eleitoral brasileira. A instituição promove o intercâmbio de experiências, o aperfeiçoamento da gestão eleitoral e o fortalecimento da democracia por meio da atuação integrada dos TREs.  

O 91º encontro do Coptrel, em Santa Catarina, termina nesta sexta-feira (12). Os presidentes dos tribunais devem consolidar as discussões em uma carta conjunta de diretrizes para o pleito de outubro, fixando metas para garantir a normalidade e a estabilidade do processo de votação em todo o território nacional.  

Acessos: 94