TRT15 inaugura exposição de três artistas plásticos de Campinas

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Dimas Garcia, Marcio Rodrigues e Vanderlei Zalochi são os autores das 23 telas da exposição que será inaugurada hoje, 15, no Espaço Cultural da sede do TRT15, em Campinas, no interior de São Paulo. As paisagens coloridas com figuras geométricas de Garcia (sete telas, em acrílica, de 80cm x 100cm), as metáforas abstratas em tons suaves de Rodrigues (oito telas, em acrílica, de 100cm x 120cm) e os quadros de cores intensas de Zalochi (oito telas, em acrílica, de 120cm x 160cm) podem ser conferidos gratuitamente de segunda a sexta-feira, das 12 às 18 horas, até o dia 16 de outubro.

Segundo o médico e crítico de arte campineiro Gilson Barreto, “apesar de tão distintos, todos caminham numa mesma direção: a produção do belo na sua simples essência. Quanto menos, melhor”. A mostra tem curadoria da desembargadora Maria Madalena de Oliveira, da 5ª Câmara do Regional, e da juíza Marina de Siqueira Ferreira Zerbinatti, titular da 3ª Vara do Trabalho de Campinas.

Conheça os artistas

Dimas Garcia – Natural de Promissão (SP), Dimas Planas Garcia começou a pintar no início dos anos 60. Autodidata, radicou-se em Campinas em 1970, onde construiu uma sólida carreira como pintor e gravador, tendo como “orientadores artísticos” expoentes das artes plásticas da cidade, como Mário Bueno e Thomaz Perina. Desde então, participou de inúmeras exposições individuais e coletivas, em várias cidades do país e do exterior, e de diversos salões oficiais de artes plásticas, tendo recebido várias premiações. Paralelamente, há 30 anos desenvolve na cidade um trabalho de organização, assessoria e promoção de eventos culturais.

Uma marca da pintura do artista são os tons pasteis. Segundo Garcia, em suas telas “nada é enfatizado. A mensagem é enxuta, não há detalhes desnecessários e nenhuma preocupação virtuosística. Representam o isolamento, a ausência de espírito na vida urbana, a eterna busca do equilíbrio harmônico entre a figura, o ambiente e o vazio”.

Marcio Rodrigues – Engenheiro de alimentos formado pela Unicamp, o campineiro Marcio Roberto Rodrigues começou a desenhar e pintar ainda adolescente, sob a influência do pai. Entre 1986, na condição de consultor das Nações Unidas, transferiu-se com a família para El Salvador, na América Central. Durante os quatro anos em que lá permaneceu, conviveu e pintou com grandes artistas salvadorenhos, entre eles o aquarelista Mauricio Puente, já falecido, dedicando-se a essa técnica, com a produção de inúmeras aquarelas povoadas por casas e prédios, o homem e seu cotidiano.

Hoje Rodrigues dedica-se aos óleos e aos acrílicos, com a aplicação de colagem monotípica. Suas telas, expostas em inúmeras individuais e coletivas, são marcadas por técnicas simples e retratam paisagens urbanas: a cidade e suas casas, a presença do homem e de seu cotidiano. Uma pintura contemporânea, figurativista, realista, mas que não se prende a regras, escolas ou tendências. “Dentro de minha pintura, definida com sinais, símbolos e imagens do cotidiano, procuro mostrar, através de combinações harmônicas entre cores e formas, a relação e contrastes do homem com seu espírito e anseios”, avalia o artista.

Vanderlei Zalochi – Natural de Campinas, o pintor, gravador e escultor contemporâneo Vanderlei Soares Zalochi também é autodidata. Médico pneumologista, iniciou sua carreira artística em 1983, com uma produção bastante eclética – óleos, acrílicos, aquarelas – e logo ganhou reconhecimento nacional. Segundo Zalochi, o pano de fundo dos seus quadros são estabelecidos “com formas ordenadas, preparativos que julgo necessários para acrescentar imagens outras de sentido popular”. Para o artista plástico, ensaísta e professor italiano Adriano Colangelo, residente há muitos anos na capital paulista, “Zalochi é um senhor abstrato, explora inteligentemente o espaço, que divide em superfícies ordenadas, nas quais as cores se organizam musicalmente, as vezes em contrapontos, outras em linhas melódicas, suaves, num caráter intimista, que recorda, apesar do grande tamanho de suas obras, a música camerística”.

*Com informações do TRT15

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Dimas Garcia, Marcio Rodrigues e Vanderlei Zalochi são os autores das 23 telas da exposição que será inaugurada hoje, 15, no Espaço Cultural da sede do TRT15, em Campinas, no interior de São Paulo. As paisagens coloridas com figuras geométricas de Garcia (sete telas, em acrílica, de 80cm x 100cm), as metáforas abstratas em tons suaves de Rodrigues (oito telas, em acrílica, de 100cm x 120cm) e os quadros de cores intensas de Zalochi (oito telas, em acrílica, de 120cm x 160cm) podem ser conferidos gratuitamente de segunda a sexta-feira, das 12 às 18 horas, até o dia 16 de outubro.

Segundo o médico e crítico de arte campineiro Gilson Barreto, “apesar de tão distintos, todos caminham numa mesma direção: a produção do belo na sua simples essência. Quanto menos, melhor”. A mostra tem curadoria da desembargadora Maria Madalena de Oliveira, da 5ª Câmara do Regional, e da juíza Marina de Siqueira Ferreira Zerbinatti, titular da 3ª Vara do Trabalho de Campinas.

Conheça os artistas

Dimas Garcia – Natural de Promissão (SP), Dimas Planas Garcia começou a pintar no início dos anos 60. Autodidata, radicou-se em Campinas em 1970, onde construiu uma sólida carreira como pintor e gravador, tendo como “orientadores artísticos” expoentes das artes plásticas da cidade, como Mário Bueno e Thomaz Perina. Desde então, participou de inúmeras exposições individuais e coletivas, em várias cidades do país e do exterior, e de diversos salões oficiais de artes plásticas, tendo recebido várias premiações. Paralelamente, há 30 anos desenvolve na cidade um trabalho de organização, assessoria e promoção de eventos culturais.

Uma marca da pintura do artista são os tons pasteis. Segundo Garcia, em suas telas “nada é enfatizado. A mensagem é enxuta, não há detalhes desnecessários e nenhuma preocupação virtuosística. Representam o isolamento, a ausência de espírito na vida urbana, a eterna busca do equilíbrio harmônico entre a figura, o ambiente e o vazio”.

Marcio Rodrigues – Engenheiro de alimentos formado pela Unicamp, o campineiro Marcio Roberto Rodrigues começou a desenhar e pintar ainda adolescente, sob a influência do pai. Entre 1986, na condição de consultor das Nações Unidas, transferiu-se com a família para El Salvador, na América Central. Durante os quatro anos em que lá permaneceu, conviveu e pintou com grandes artistas salvadorenhos, entre eles o aquarelista Mauricio Puente, já falecido, dedicando-se a essa técnica, com a produção de inúmeras aquarelas povoadas por casas e prédios, o homem e seu cotidiano.

Hoje Rodrigues dedica-se aos óleos e aos acrílicos, com a aplicação de colagem monotípica. Suas telas, expostas em inúmeras individuais e coletivas, são marcadas por técnicas simples e retratam paisagens urbanas: a cidade e suas casas, a presença do homem e de seu cotidiano. Uma pintura contemporânea, figurativista, realista, mas que não se prende a regras, escolas ou tendências. “Dentro de minha pintura, definida com sinais, símbolos e imagens do cotidiano, procuro mostrar, através de combinações harmônicas entre cores e formas, a relação e contrastes do homem com seu espírito e anseios”, avalia o artista.

Vanderlei Zalochi – Natural de Campinas, o pintor, gravador e escultor contemporâneo Vanderlei Soares Zalochi também é autodidata. Médico pneumologista, iniciou sua carreira artística em 1983, com uma produção bastante eclética – óleos, acrílicos, aquarelas – e logo ganhou reconhecimento nacional. Segundo Zalochi, o pano de fundo dos seus quadros são estabelecidos “com formas ordenadas, preparativos que julgo necessários para acrescentar imagens outras de sentido popular”. Para o artista plástico, ensaísta e professor italiano Adriano Colangelo, residente há muitos anos na capital paulista, “Zalochi é um senhor abstrato, explora inteligentemente o espaço, que divide em superfícies ordenadas, nas quais as cores se organizam musicalmente, as vezes em contrapontos, outras em linhas melódicas, suaves, num caráter intimista, que recorda, apesar do grande tamanho de suas obras, a música camerística”.

*Com informações do TRT15

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