‘Fotógrafo de rua’, servidor já venceu concursos e teve fotos expostas

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Foto do Museu Rodoviário de Paraibuna, em Mont’Serrat, Afonso Arinos, distrito de Comendador levy Gasparian/RJ. Nele, está registrada toda a história dos transportes da antiga Estrada União e Indústria, guardando relíquias do século XIX. Hoje, infelizmente, em situação degradante.

Com mais de 5 mil fotos tiradas ao longo da vida e alguns prêmios, Beto Fontes, servidor da Vara do Trabalho de Três Rios (RJ), lotado no TRT1 , considera-se apenas um ‘fotógrafo de rua’. Fontes leva o hobby de fotografar mais a sério há cerca de um ano, mas diz sempre ter fotografado. “Gosto do registro espontâneo, que fala por si”, pontuou.

Mesmo com o pouco tempo que começou a se dedicar assiduamente a arte, o servidor já teve reconhecimentos importantes. “Tenho alguns ensaios fotográficos, já participei de concursos, venci alguns. Já tive algumas fotos expostas em alguns locais. Até participei do calendário da ANAJUSTRA e do concurso do Tribunal Superior do Trabalho [TST]”, ressaltou.

Com fotos de temas variados, o servidor conta que gosta de mostrar através da foto aquilo que quase ninguém vê, ou de uma forma diferente que a maioria das pessoas registraria pelas lentes. E esta seria sua principal característica.

“Eu vou tendo fases. Tiro foto daquilo que me chamou mais atenção. Já fotografei animais, paisagens. Não sou muito de estúdio, mas tenho alguns ensaios que eu planejei. Eu tive uma fase de fotografar até lixo para você ter uma ideia. Já fiz ensaio com minha esposa de nu artístico com flores. Não foi nada vulgar, por isso foi muito bacana e ficou bem leve”, contou.

Outro fator que motiva suas fotos, são os paradoxos cotidianos. “Eu tenho visto pouca coisa a favor da vida. Eu vi hoje uma loja com bazar em prol de animais carentes, e na frente um mendigo deitado. Registro esse tipo de coisa”, ressaltou o fotógrafo que, dentre as premiações, já recebeu 1º lugar no concurso nacional em homenagem aos 70 anos da CLT, organizado pelo TST, com o tema “Meu Trabalho é Legal” e 3º lugar no 1º Concurso de Fotografia Professor Carlos Ramiro, promovido pela CUT/SP, cujo tema foi “Trabalho Decente”.

Em relação à formação em fotografia, Beto Fontes conta que fez um curso há mais de 20 anos na época da fotografia analógica e recentemente fez um curso voltado a fotografia digital. “Fui resistente à máquina digital. Mas cedi. Ao mesmo tempo em que gosto de buscar a parte técnica, gosto de falar que sou amador. Se fosse profissional, acho que estaria engessado”, disse o servidor.


Foto do Museu Rodoviário de Paraibuna, em Mont’Serrat, Afonso Arinos, distrito de Comendador levy Gasparian/RJ. Nele, está registrada toda a história dos transportes da antiga Estrada União e Indústria, guardando relíquias do século XIX. Hoje, infelizmente, em situação degradante.

Com mais de 5 mil fotos tiradas ao longo da vida e alguns prêmios, Beto Fontes, servidor da Vara do Trabalho de Três Rios (RJ), lotado no TRT1 , considera-se apenas um ‘fotógrafo de rua’. Fontes leva o hobby de fotografar mais a sério há cerca de um ano, mas diz sempre ter fotografado. “Gosto do registro espontâneo, que fala por si”, pontuou.

Mesmo com o pouco tempo que começou a se dedicar assiduamente a arte, o servidor já teve reconhecimentos importantes. “Tenho alguns ensaios fotográficos, já participei de concursos, venci alguns. Já tive algumas fotos expostas em alguns locais. Até participei do calendário da ANAJUSTRA e do concurso do Tribunal Superior do Trabalho [TST]”, ressaltou.

Com fotos de temas variados, o servidor conta que gosta de mostrar através da foto aquilo que quase ninguém vê, ou de uma forma diferente que a maioria das pessoas registraria pelas lentes. E esta seria sua principal característica.

“Eu vou tendo fases. Tiro foto daquilo que me chamou mais atenção. Já fotografei animais, paisagens. Não sou muito de estúdio, mas tenho alguns ensaios que eu planejei. Eu tive uma fase de fotografar até lixo para você ter uma ideia. Já fiz ensaio com minha esposa de nu artístico com flores. Não foi nada vulgar, por isso foi muito bacana e ficou bem leve”, contou.

Outro fator que motiva suas fotos, são os paradoxos cotidianos. “Eu tenho visto pouca coisa a favor da vida. Eu vi hoje uma loja com bazar em prol de animais carentes, e na frente um mendigo deitado. Registro esse tipo de coisa”, ressaltou o fotógrafo que, dentre as premiações, já recebeu 1º lugar no concurso nacional em homenagem aos 70 anos da CLT, organizado pelo TST, com o tema “Meu Trabalho é Legal” e 3º lugar no 1º Concurso de Fotografia Professor Carlos Ramiro, promovido pela CUT/SP, cujo tema foi “Trabalho Decente”.

Em relação à formação em fotografia, Beto Fontes conta que fez um curso há mais de 20 anos na época da fotografia analógica e recentemente fez um curso voltado a fotografia digital. “Fui resistente à máquina digital. Mas cedi. Ao mesmo tempo em que gosto de buscar a parte técnica, gosto de falar que sou amador. Se fosse profissional, acho que estaria engessado”, disse o servidor.

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