ANAJUSTRA Federal promove campanha de plano com isenção total de carências
“Vem pra Amil” é voltada aos servidores do Rio de Janeiro.
O Jus.br funciona como porta de entrada única para os serviços da Justiça brasileira.
Mais de 500 mil pessoas já utilizam os serviços do Poder Judiciário pelo portal Jus.br, lançado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) para reunir, em um único ambiente digital, os principais serviços e sistemas processuais de todos os tribunais do país.
Para acompanhar esse crescimento e orientar a tomada de decisões, o CNJ disponibilizou um novo painel de dados que monitora, diariamente, o tráfego de usuários no portal. A ferramenta permite visualizar o número de acessos, o comportamento dos usuários e os serviços mais procurados.
“Os dados evidenciam que o Jus.br tem se mostrado uma ferramenta eficaz na promoção da comunicação entre os diversos atores do Judiciário e na ampliação da interoperabilidade entre eles, contribuindo significativamente para o acesso à Justiça pela população, advogados, servidores e magistrados”, destaca o juiz auxiliar da Presidência do CNJ e coordenador do Programa Justiça 4.0, Dorotheo Barbosa Neto.
Um dos diferenciais do Jus.br é funcionar como porta de entrada única para os serviços da Justiça brasileira. Antes, era necessário acessar páginas específicas de cada corte; agora, a centralização facilita a rotina da advocacia e amplia o acesso dos cidadãos. Para que todos os serviços estejam plenamente disponíveis, os tribunais seguem avançando no processo de integração à Plataforma Digital do Poder Judiciário Brasileiro (PDPJ-Br), que é contínuo e progressivo.
Dos 500 mil usuários do Jus.br, 42.8% têm o perfil de advogado, 36,6% de cidadão, 17% de servidores estadual ou federal, e 2,8% de magistrado. A média diária de usuários por dia é, atualmente, de 10,5 mil pessoas. Ao todo, foram mais de 4 milhões de acessos desde o lançamento do portal, em dezembro de 2024.
Em termos de serviços nacionais se destacam, por percentual de acessos, o BNMP 3.0 (28,7%), a consulta processual (28,2%), o Sisbajud (7,8%), minhas comunicações processuais (7,2%), SEEU (5,6%), Renajud (4,5%), Prevjud (3,2%) e Sniper (2,7%).
“Desenvolvido em parceria entre o CNJ e o PNUD, o Jus.br é um instrumento estratégico que reforça o compromisso de ambas as instituições com o fortalecimento da governança democrática no Brasil. Ao promover transparência, controle social, acesso à justiça e integração dos serviços, contribui para fortalecer a confiança nas instituições”, afirma Andrea Bolzon, chefe da Unidade de Governança e Justiça para o Desenvolvimento do PNUD Brasil.
Atualmente, o Jus.br oferece 35 serviços aos seus diferentes públicos: magistrados, magistradas, servidores, servidoras do Judiciário, advocacia, e cidadãos e cidadãs. Entre eles, destacam-se entregas recentes como o peticionamento intercorrente, que permitem protocolar peças processuais diretamente pelo portal, sem a necessidade de acessar sites distintos de cada tribunal.
Confira:
Magistrados e magistradas
Servidores e servidoras
Advocacia
Cidadãos e cidadãs
Iniciado em 2020, o Programa Justiça 4.0 é fruto de um acordo de cooperação firmado entre o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), com apoio do Conselho da Justiça Federal (CJF), Superior Tribunal de Justiça (STJ), Tribunal Superior do Trabalho (TST), Conselho Superior da Justiça do Trabalho (CSJT) e Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Seu objetivo é desenvolver e aprimorar soluções tecnológicas para tornar os serviços oferecidos pela Justiça brasileira mais eficientes, eficazes e acessíveis à população, além de otimizar a gestão processual para magistrados, servidores, advogados e outros atores do sistema de Justiça.
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A ANAJUSTRA Federal esteve presente no 22º Encontro de Diretores do TRT da 10ª Região – Edição 2026, realizado entre os dias 9 e 11 de setembro, em Palmas (TO).
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Durante o evento, a entidade apresentou seu vídeo institucional e entregou brindes aos participantes. O encontro reuniu diretores e gestores para a troca de experiências e o alinhamento de ações voltadas ao fortalecimento da gestão administrativa e judiciária na Justiça do Trabalho.
Confira alguns registros!
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Se a Parte 1 já mostrou que trabalhar no Judiciário era uma verdadeira operação de guerra, a Parte 2 prova que a transformação tecnológica também rendeu boas histórias. 😅
Teve juiz escrevendo sentença à mão, servidor transformando decisão manuscrita em texto datilografado, profissional acumulando funções e até computador que, segundo uma das nossas memórias, era “temperamental” e às vezes parava de funcionar.
E tem mais: em 1991, ainda havia prova eliminatória de datilografia em concurso. ⌨️
Tudo isso contado por quem viveu essa rotina e acompanhou, de dentro, a transformação do Judiciário.
Do papel carbono ao processo eletrônico, muita coisa mudou. Mas algumas histórias merecem continuar circulando.
❤️ Obrigado a todos que abriram seus baús de memórias e compartilharam essas histórias com a gente.
Agora queremos saber de você:
Qual dessas lembranças mais te surpreendeu? E o que você viveu nessa época que ainda não apareceu por aqui?
Conta nos comentários. 👇
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