Em live, Patrícia Parenza fala sobre “não romantizar a velhice”, mas envelhecer sem pirar e com projeto

Bate-papo com jornalista e influenciadora aconteceu nesta quinta, 18, no Instagram e YouTube da ANAJUSTRA Federal e reuniu centenas de espectadores.

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Patrícia Parenza é é referência no combate ao etarismo.  - ANAJUSTRA Federal

Patrícia Parenza é é referência no combate ao etarismo. – ANAJUSTRA Federal

Para marcar o lançamento do calendário 2023 da ANAJUSTRA Federal,que será feito com relatos de experiências dos aposentados do Judiciário Federal, a entidade teve como convidada a jornalista, empresária e influenciadora Patrícia Parenza, em uma live nesta quinta-feira, 18/8.

Com o tema “Vivaz Idade”, o impresso celebra o saber viver, em um brinde à “vivaz idade”, à maturidade, à condição de plenitude expressa em artes, saberes ou habilidades adquiridas. É um viva a quem deixou os afazeres profissionais nos tribunais para viver novos ou antigos hobbies por prazer ou negócio, uma nova faculdade, um esporte ou uma língua estrangeira aprendida no tempo livre, por exemplo.

Patrícia Parenza, que completa 52 anos em setembro, é referência no combate ao etarismo “ou velhofobia”, como ela mesma disse durante a entrevista, que é a discriminação de pessoas ou grupos com mais de 50 anos com base em visões estereotipadas sobre essa fase da vida. Com mais de 25 anos de experiência em jornalismo feminino, assinando inúmeros projetos de TV, consultoria para grifes, palestras e eventos de moda, ela se redescobriu em 2020 como comunicadora digital, debatendo a autoestima da nova mulher acima dos 45 anos.

A live que ocorreu no Instagram e YouTube da ANAJUSTRA Federal reuniu mais de 300 espectadores simultaneamente e até a tarde desta sexta-feira, 19, já somava outras mais de 1 mil visualizações nas duas plataformas.

Assista ao vídeo no Instagram ou se preferir, assista abaixo no YouTube:

“Nos ensinaram que a gente tem prazo de validade. Não! A gente tem mais potência, mais sabedoria, mais competência para assumir responsabilidade. Não acreditem que a gente fica invisível. É claro que não dá para romantizar a velhice, não vamos romantizar a velhice. A menopausa te coloca num buraco, mas a gente vai continuar, a gente precisa continuar. A gente tem vontade de viver”, falou a convidada da live na ocasião.

A entrevista foi bem recebida pelos associados que recomendaram, inclusive, que novos eventos a exemplo deste, voltem a ser realizados. “Olá, foi ótima. Acompanhei toda a transmissão. Obrigada!”, e “Convivi na infância com a faixa etária mais engenhosa, mais criativa e acalanto para dar e vender. Acorda Brasil, atente -se para a nova realidade estrutural. Obrigada. Façam mais lives. Parabéns ”, enviaram, respectivamente, Marisa Justina Arosio, aposentada pelo TRT9, e Rosimar Costa Cardoso, do TRT3.

“Precisamos debater e falar sobre esse tema urgente e necessário, especialmente no Brasil, em que quando falamos em aposentadoria e envelhecimento, pensamos na morte simbólica do indivíduo”, reforçou o presidente da ANAJUSTRA Federal, Antônio Carlos Parente.

Etarismo

O mundo hoje discute o combate ao etarismo, que é a discriminaçaão de pessoas ou grupos com base em visões estereotipadas sobre a idade. Um grande enfrentamento do reducionismo e da limitação ao olharmos os indivíduos pela sua idade. Todos os grupos sociais sofrem com uma visão classificadora do que é ser criança, ser jovem, ser adulto e ser, por fim, idoso.

Somos inclassificáveis e muito mais que a soma de um número de dias que passamos sob a terra. Somos nossas vivências, nossas lutas, nossas vitórias, nossos saberes que se renovam a cada dia. Isso tudo se reflete, em muitos casos, na descoberta de novos prazeres e projetos, que florescem na maturidade, quando enfim, após muito trabalho para o mundo, o indivíduo pode voltar-se para si mesmo e exercer atividades que lhe fazem bem!

Expectativa de vida

Desconsiderando as mortes por conta da pandemia da covid-19, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) anunciou que a expectativa de vida no Brasil subiu para 76,8 anos em 2020.

Nos últimos anos, na análise por região do país, a maior expectativa de vida ao nascer foi registrada no estado de Santa Catarina. Em 2018, ela era de 79,7 anos, similar à da Costa Rica e superior à dos EUA (78,5, segundo dados da Organização Mundial da Saúde). O tempo projetado de vida para quem nasce em São Paulo e Rio de Janeiro, por exemplo, são próximos aos de Santa Catarina.

Na outra ponta, o Maranhão tem a expectativa de vida mais baixa ao nascer, 71,1 anos, equivalente à do Cazaquistão. Segundo o IBGE, uma criança nascida no estado em 2018 esperaria viver, em média, 8,6 anos menos que outra natural de Santa Catarina.

No Brasil

O Centro de Políticas Sociais da Fundação Getulio Vargas (FGV Social) divulgou em abril de 2020 uma pesquisa, mostrando que 10,53% da população brasileira tinha 65 anos ou mais. O aumento no número de pessoas com 65 anos ou mais na população brasileira foi de 20% na comparação com os dados de 2012, quando a proporção de idosos era de 8,8%. Há mais idosos entre as mulheres e entre amarelos e/ou brancos, que também têm uma maior expectativa de vida e uma taxa de fertilidade menor.

Ainda conforme o levantamento, os idosos são 13,06% da população do Rio de Janeiro, seguido pelo Rio Grande do Sul (12,95%), São Paulo (11,27%) e Minas Gerais (11,19%).

Por capital, o Rio de Janeiro também ocupa a primeira posição, com 14,5% acima dos 65 anos, com concentração nos bairros de Copacabana, Flamengo, Ipanema e Leblon. Porto Alegre é a segunda cidade com mais proporção de idosos: 14,05%.

No exterior

A pesquisa da FGV Social também revelou dados mundiais sobre a proporção da população idosa. O país mais envelhecido em 2020 era o Japão, com 28,4% da população idosa, seguido da Itália: 23,3%. Os locais com as menores taxas de idosos são o continente africano e o Oriente Médio: Emirados Árabes Unidos (1,26%), Catar (1,69%) e Uganda (1,99%).

Segundo os dados, os territórios mais ricos do mundo também apresentam maior proporção de idosos na população. O Brasil está em uma categoria intermediária, porém, a proporção de pessoas com 65 anos ou mais varia de acordo com a renda. Entre 98 países analisados, o Brasil está em 80º no ranking do número de idosos, se considerados os 20% mais pobres, e em 31º do ranking entre os 20% mais ricos.

(Com informações da Folha de São Paulo e Agência Brasil)

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De autoria da associada da ANAJUSTRA Federal, Marta Hungria Garcia, servidora do Tribunal Regional do Trabalho da 3ª Região, a iniciativa busca tornar obrigatória e periódica a revisão anual dos vencimentos, conforme previsto na Constituição.

A votação está aberta e precisa de apoio para avançar.
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A ANAJUSTRA Federal valoriza e compartilha os talentos que fazem da arte um espaço de expressão e liberdade.

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