Live reúne Ministério da Previdência e Funpresp-Jud
Será no dia 27, às 15h, com transmissão ao vivo pelo canal da Fundação no…
Você sabia que a JT foi criada no Dia do Trabalhador?

Neste 1º de maio, o Dia do Trabalhador completa 101 anos como feriado nacional no Brasil. Mais do que uma simples data no calendário, o 1º de Maio carrega uma história repleta de lutas, simbolismos e disputas políticas que atravessam séculos e fronteiras geográficas.
Alcance global
Celebrado em mais de 150 países, o 1º de Maio é o único feriado de caráter não religioso com reconhecimento internacional. Sua origem remonta a 1886, em Chicago, nos Estados Unidos, quando milhares de trabalhadores iniciaram uma greve geral pela redução da jornada de trabalho para 8 horas diárias — na época, elas podiam chegar a 16 horas. A repressão foi violenta e culminou no chamado Massacre de Haymarket, que resultou na morte de manifestantes e na condenação de quatro líderes grevistas à forca.
Três anos depois, em 1889, um congresso socialista realizado em Paris definiu o 1º de Maio como uma data de homenagem aos “mártires de Chicago” e símbolo da luta operária em todo o mundo.
No Brasil
Em terras brasileiras, as primeiras manifestações em torno do Dia do Trabalhador ocorreram ainda no século XIX, inicialmente associadas ao socialismo e inspiradas na Queda da Bastilha, sendo celebradas em 14 de julho. Com o tempo, o 1º de Maio foi ganhando espaço, principalmente entre trabalhadores urbanos, acompanhando o avanço da industrialização no país.
O movimento ganhou força na década de 1910, culminando na greve geral de 1917, um marco da organização operária brasileira. Foi nesse contexto que, em 1924, o presidente Artur Bernardes decretou o 1º de Maio como feriado nacional, com a justificativa de homenagear os trabalhadores e preservar a ordem social.
O decreto nº 4.859, de 26 de setembro de 1924, consagrou o 1º de Maio à “confraternização universal das classes operárias e à comemoração dos mártires do trabalho”. Ainda assim, o governo de Bernardes manteve uma postura ambígua: ao mesmo tempo em que instituiu o feriado e promoveu avanços, como a proibição do trabalho infantil e as primeiras regras de previdência para ferroviários, também reprimiu greves e perseguiu movimentos operários.
A Justiça do Trabalho (JT)
Entre os marcos históricos ligados ao 1º de Maio, destaca-se a criação da Justiça do Trabalho, instituída em 1º de maio de 1941, durante o governo de Getúlio Vargas. O novo órgão surgiu com a missão de resolver conflitos entre empregadores e empregados, garantindo a aplicação dos direitos trabalhistas que vinham sendo formalizados nos anos anteriores.
A escolha da data não foi coincidência. Ao oficializar a criação da Justiça do Trabalho justamente no Dia do Trabalho, o governo buscava reforçar o discurso de que o Estado era o principal defensor dos trabalhadores. O evento foi amplamente divulgado pelo rádio, o principal meio de comunicação da época, como parte da estratégia de propaganda do Estado Novo.
Inicialmente, a JT funcionava de forma administrativa, ligada ao Poder Executivo. Foi apenas em 1946, com a redemocratização do país, que passou a integrar oficialmente o Poder Judiciário, consolidando-se como um ramo autônomo e especializado da Justiça brasileira.
Hoje, a Justiça do Trabalho é responsável por julgar ações envolvendo relações de trabalho, como demissões, salários, condições de serviço, assédio moral, entre outros temas. Seu papel é essencial para a manutenção dos direitos trabalhistas conquistados ao longo de mais de um século de mobilização social.
Justiça especializada e essencial
A Justiça do Trabalho é uma das três justiças especializadas do Brasil, ao lado da Justiça Eleitoral e da Justiça Militar. É composta por:
Segundo o relatório Justiça em Números 2023, divulgado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), a Justiça do Trabalho recebeu 2,76 milhões de novos processos em 2022, um aumento de 19% em relação ao ano anterior. Entre os principais assuntos julgados estão:
Apesar de receber críticas sobre seus custos, a Justiça do Trabalho apresenta altos índices de produtividade: em 2022, foram solucionados 2,94 milhões de processos. O tempo médio para sentenças na 1ª instância é de aproximadamente 9 meses, segundo o CNJ.
Desafios e importância atual
Nos últimos anos, a Justiça do Trabalho passou por transformações significativas. A Reforma Trabalhista de 2017 alterou dezenas de dispositivos da CLT, o que impactou diretamente o número de ações ajuizadas. Em 2018, o total de novos processos caiu quase 40%, mas desde então voltou a crescer gradualmente.
Outro ponto de atenção é a crescente precarização das relações de trabalho, impulsionada pela informalidade, terceirizações, trabalhos por aplicativos e pela gig economy (ou economia de bicos, em tradução livre), um modelo econômico baseado em trabalhos temporários, esporádicos ou por demanda, geralmente intermediados por plataformas digitais. Especialistas apontam que o papel da Justiça do Trabalho é ainda mais relevante nesse cenário, pois atua como garantia de equilíbrio entre empregados e empregadores, em um mercado cada vez mais flexível e, muitas vezes, desregulado.
Instrumento de justiça social
Além de resolver conflitos individuais e coletivos entre patrões e empregados, a Justiça do Trabalho também atua na fiscalização do cumprimento das normas legais e convenções coletivas, promovendo a pacificação social e o respeito aos direitos fundamentais no mundo do trabalho.
Em um país marcado pela desigualdade social, ela se consolida como um instrumento de cidadania e justiça, especialmente para os trabalhadores mais vulneráveis. Como afirmou o ministro do TST, Lélio Bentes Corrêa, atual presidente da Corte, a Justiça do Trabalho é “uma conquista da sociedade brasileira, voltada à dignidade humana e à valorização do trabalho como vetor de desenvolvimento”.
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A Black Friday chegou e, com ela, uma enxurrada de ofertas que mexem com nossos gatilhos emocionais.
No artigo do assessor de finanças da ANAJUSTRA Federal, José Carlos Dorte, você entende como o cérebro reage aos estímulos de consumo, o que podemos, ou não, controlar e quais cuidados tomar antes de apertar o “comprar”.
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Hoje foi um dia histórico para os servidores do Poder Judiciário da União!
O Senado aprovou o reajuste salarial em três parcelas (2026, 2027 e 2028) e também as novas regras do Adicional de Qualificação (AQ) — dois avanços que fortalecem a carreira e valorizam quem faz a Justiça acontecer todos os dias.
Agora, os projetos seguem para sanção presidencial.
Seguimos juntos — por mais conquistas, mais reconhecimento e mais futuro para os servidores do Judiciário. 💪✨
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🚨 APROVADOS NA CCJ!
Os servidores do Poder Judiciário deram mais um passo rumo à valorização da carreira.
A Comissão de Constituição e Justiça do Senado aprovou hoje:
🔹 PL 4750/2025 – Reajuste salarial em 3 parcelas
🔹 PL 3084/2025 – Novas regras do Adicional de Qualificação (AQ)
Ambos receberam parecer favorável e agora seguem para votação em Plenário.
A ANAJUSTRA Federal acompanha cada movimento das matérias — e segue na defesa de um Judiciário mais forte e valorizado.
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A ANAJUSTRA Federal lançou um simulador exclusivo, simples e completo, para você visualizar o impacto das três parcelas do reajuste e das novas regras do Adicional de Qualificação.
Descubra, em segundos:
✔ Quanto você passa a receber em 2026
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✔ Quanto o novo AQ acrescenta ao vencimento
💬 “O servidor merece clareza sobre o que está em jogo. O simulador coloca isso na palma da mão.” — Aureo Pedroso, vice-presidente da ANAJUSTRA Federal.
👉 Simule agora. Comente “simulador” e nós te enviaremos o link!
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Boa notícia: os projetos da recomposição salarial e do Adicional de Qualificação (AQ) avançaram no Senado e foram incluídos na pauta da CCJ desta quarta, 26/11.
Agora, a sua participação é essencial! 🔵
O Senado abriu enquetes públicas para os dois PLs — e cada voto conta como força política para a aprovação.
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💬 Compartilhe, marque o @ dos seus amigos nos comentários e fortaleça a mobilização!
A ANAJUSTRA Federal segue acompanhando tudo de perto.