ANAJUSTRA apoia paralisação desta sexta

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Imagem: Agência Câmara

Às vésperas do dia do trabalho, o Governo Federal aperta o cerco sobre os parlamentares para que votem favoravelmente às reformas da previdência e do trabalho – que tramitam na Câmara dos Deputados. Em resposta a esse movimento, categorias de vários setores estão organizando protestos em todos os estados e na próxima sexta-feira, 28 de abril, devem paralisar suas atividades.

Entre os já confirmados estão trabalhadores de transporte público de várias capitais, pilotos e comissários de bordo de várias empresas, educadores e trabalhadores das escolas particulares, funcionários do segmento de vigilância privada, empregados dos Correios, servidores públicos, entre outros.

Por entender que as reivindicações são legítimas, a ANAJUSTRA manifesta total apoio às manifestações e informa que paralisará também suas atividades. Além disso, a associação convida os servidores a aderir ao movimento contra a retirada de direitos. “É fundamental que todas as categorias lutem unidas, pois os direitos e o futuro de todos estão em jogo”, afirma o presidente da associação, Antônio Carlos Parente.  

Prévia em Brasília

Na manhã desta terça-feira, 25, dezenas de manifestantes já ocupavam vias de Brasília com o objetivo de divulgar os atos de sexta. Além disso, um grupo de indígenas está acampado no terreno ao lado do Teatro Nacional – nas proximidades da Esplanada dos Ministérios. Com uma causa específica, o movimento indígena é batizado Acampamento Terra Livre e acontece há vários anos na capital federal.
 

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Os organizadores da mobilização estimam uma adesão de 3 mil pessoas de diferentes etnias lutando contra  a paralisação das demarcações indígenas; o enfraquecimento das instituições e políticas públicas indigenistas; as proposições legislativas anti-indígenas que tramitam no Congresso. Na sexta-feira, os indígenas também irão aderir aos protestos da greve geral.

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