Live reúne Ministério da Previdência e Funpresp-Jud
Será no dia 27, às 15h, com transmissão ao vivo pelo canal da Fundação no…
Pesquisa identificou 178 projetos registrados em 2024. Desse total, 98 correspondem a novas iniciativas.
O uso de Inteligência Artificial (IA) pela Justiça brasileira é uma tendência consolidada, com tribunais incorporando cada vez mais ferramentas para otimizar a tramitação processual, automatizar tarefas repetitivas e melhorar a tomada de decisões. É o que aponta a Pesquisa IA no Poder Judiciário 2024, lançada pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) na terça-feira (16/9). A pesquisa identificou um total de 178 projetos registrados em 2024. Desse total, 98 correspondem a novas iniciativas.
Realizado desde 2020 pelo Programa Justiça 4.0, parceria do CNJ com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), o levantamento anual busca registrar novas soluções em IA e acompanhar a evolução daquelas desenvolvidas por tribunais e conselhos de acordo com as diretrizes estabelecidas pela Resolução n. 332/2020 e pela Portaria n. 271/2020.
A pesquisa permite identificar desafios técnicos, operacionais ou éticos relativos ao uso de tais soluções, bem como evidenciar os esforços do Poder Judiciário para aprimorar a rotina de trabalho e elevar a qualidade da prestação jurisdicional com eficiência e inovação.
Para a presidente do Comitê Nacional de Inteligência Artificial do Judiciário e conselheira do CNJ, Daniela Madeira, a adoção de soluções baseadas em IA pela Justiça é uma oportunidade para otimizar a prestação jurisdicional. “A IA não substituiu o trabalho realizado pelo Poder Judiciário. Ela é aliada na automação de tarefas repetitivas, na análise de grandes volumes de dados e no apoio à tomada de decisões complexas. No entanto, é essencial que essas soluções sejam desenvolvidas com responsabilidade e transparência, em consonância com os princípios éticos que regem o Poder Judiciário. Nesse contexto, a Pesquisa IA 2024 é um instrumento estratégico para embasar reflexões que fortaleçam a transformação digital da Justiça no Brasil”, diz.
A Pesquisa IA 2024 contou com a participação de 92 dos 95 tribunais e conselhos do país, o que corresponde a 96,8% de adesão. Do total de participantes, 58 (ou 63%) desenvolveram projetos de IA em 2024.
Leia o resumo executivo.
Acesse o painel com os resultados da pesquisa
Pela primeira vez, a pesquisa incluiu uma seção específica para mapear o uso de ferramentas de IA Generativa no Judiciário. O levantamento revelou que 45,8% dos tribunais e conselhos já utilizam essas ferramentas, principalmente em tarefas relacionadas a texto, como geração, melhoria e sumarização, além de verificação ortográfica. Entre os que ainda não adotaram essa tecnologia, 81,3% manifestaram intenção de implementá-la.
Para o juiz auxiliar da Presidência do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e mentor da pesquisa, João Thiago de França Guerra, os dados são essenciais para dar visibilidade às iniciativas em andamento e ajudar o CNJ a direcionar o desenvolvimento tecnológico do Judiciário de forma organizada e segura.
“As inovações tecnológicas permitem que tarefas repetitivas sejam automatizadas, que grandes volumes de dados, antes analisados em semanas, sejam processados em segundos e que decisões complexas contem com o suporte de algoritmos. No entanto, essa transformação deve ocorrer de forma responsável, com transparência e em consonância com os debates éticos e jurídicos que envolvem o tema. Nesse sentido, a Pesquisa IA 2024 se apresenta como uma ferramenta para fomentar reflexões de interesse público e contribuir para o aperfeiçoamento do uso da IA no Judiciário”, afirma.
De acordo com a chefe da Unidade de Governança e Justiça para o Desenvolvimento do Pnud, Andrea Bolzon, os resultados apresentados pela Pesquisa IA 2024 indicam um caminho promissor de oportunidades para otimizar e aprimorar a qualidade do serviço prestado pela Justiça brasileira a todas as pessoas.
“Ao mapear o uso de IA no Poder Judiciário, o estudo contribui com uma compreensão mais ampla e estratégica de soluções desenvolvidas de forma responsável. Essa visão integrada é essencial para que a transformação digital que almejamos ocorra de forma ética, transparente e orientada ao interesse público. A pesquisa reafirma o compromisso do Pnud, a partir do programa Justiça 4.0, com o fortalecimento institucional, a ampliação do acesso à Justiça e a qualidade dos serviços prestados à sociedade”, diz.

A Justiça Estadual é a principal responsável pelo desenvolvimento de projetos de IA, com um total de 48 iniciativas. Em seguida, a Justiça Eleitoral contabiliza 17 projetos, enquanto a Justiça do Trabalho soma 14. Já a Justiça Federal registrou 8 projetos no período analisado.
Dos 98 projetos desenvolvidos em 2024, 42,9% estão finalizados e em produção; 10,2% já foram finalizados e aguardam implementação; 15,3% estão em fase de testes; 26,5% em fase de desenvolvimento; e 5% ainda estão em fase inicial.

As principais motivações apontadas para o desenvolvimento dessas iniciativas foram busca por eficiência e agilidade nas atividades de trabalho, inovação nos processos internos e aumento de precisão, consistência de tarefas repetitivas e melhoria na tomada de decisões.
Apesar dos avanços, mais de 80% dos projetos não estão integrados à plataforma Sinapses, ferramenta do CNJ criada para impulsionar o uso da IA no Judiciário. Apenas 10,2% estão totalmente integrados e 9,2% foram integrados parcialmente.
A pesquisa investigou também os motivos por que 37% dos tribunais e conselhos participantes do estudo não desenvolveram projetos de IA em 2024. Os principais desafios identificados foram a falta de profissionais especializados e a priorização de outros projetos de tecnologia. Ausência de infraestrutura adequada, limitações financeiras e substituição por ferramentas de IA Generativa também foram apontadas, embora com impacto menor.

Metodologia
O levantamento foi realizado com base em dados coletados entre dezembro de 2024 e janeiro de 2025. Utilizou-se um formulário com 85 questões, divididas em cinco seções, reunindo perguntas objetivas e discursivas. Essas questões foram aplicadas diretamente aos tribunais e conselhos, permitindo uma análise detalhada dos motivos, benefícios e desafios relacionados à criação, ao desenvolvimento, à implementação e à manutenção das soluções de IA. Os dados da pesquisa podem ser acessados no Painel de Pesquisa sobre Inteligência Artificial 2024.
Webinário
Para apresentar os principais resultados do estudo, o programa Justiça 4.0 realiza, em 22 de setembro, às 10 horas, o Webinário Lançamento da Pesquisa de IA no Judiciário 2024. O evento será voltado para magistrados e servidores e ocorre por meio da plataforma Teams. As pessoas interessadas podem se inscrever no webinário via formulário disponível aqui.
Programa Justiça 4.0
Iniciado em 2020, o Programa Justiça 4.0 é fruto de um acordo de cooperação firmado entre o CNJ e o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), com apoio do Conselho da Justiça Federal (CJF), Superior Tribunal de Justiça (STJ), Tribunal Superior do Trabalho (TST), Conselho Superior da Justiça do Trabalho (CSJT) e Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Seu objetivo é desenvolver e aprimorar soluções tecnológicas para tornar os serviços oferecidos pela Justiça brasileira mais eficientes, eficazes e acessíveis à população.
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A Black Friday chegou e, com ela, uma enxurrada de ofertas que mexem com nossos gatilhos emocionais.
No artigo do assessor de finanças da ANAJUSTRA Federal, José Carlos Dorte, você entende como o cérebro reage aos estímulos de consumo, o que podemos, ou não, controlar e quais cuidados tomar antes de apertar o “comprar”.
💡A dica é simples: aproveite descontos reais, mas com planejamento. “Janeiro turbo” vem aí com IPTU, IPVA, material escolar e muito mais.
🔗 Leia na íntegra em anajustrafederal.org.br
Boas compras são possíveis quando você faz escolhas responsáveis.
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Hoje foi um dia histórico para os servidores do Poder Judiciário da União!
O Senado aprovou o reajuste salarial em três parcelas (2026, 2027 e 2028) e também as novas regras do Adicional de Qualificação (AQ) — dois avanços que fortalecem a carreira e valorizam quem faz a Justiça acontecer todos os dias.
Agora, os projetos seguem para sanção presidencial.
Seguimos juntos — por mais conquistas, mais reconhecimento e mais futuro para os servidores do Judiciário. 💪✨
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🚨 APROVADOS NA CCJ!
Os servidores do Poder Judiciário deram mais um passo rumo à valorização da carreira.
A Comissão de Constituição e Justiça do Senado aprovou hoje:
🔹 PL 4750/2025 – Reajuste salarial em 3 parcelas
🔹 PL 3084/2025 – Novas regras do Adicional de Qualificação (AQ)
Ambos receberam parecer favorável e agora seguem para votação em Plenário.
A ANAJUSTRA Federal acompanha cada movimento das matérias — e segue na defesa de um Judiciário mais forte e valorizado.
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📊 A expectativa é que o reajuste e o novo AQ avancem no Senado nesta quarta, 26/11 — e agora você pode calcular exatamente como sua remuneração vai ficar.
A ANAJUSTRA Federal lançou um simulador exclusivo, simples e completo, para você visualizar o impacto das três parcelas do reajuste e das novas regras do Adicional de Qualificação.
Descubra, em segundos:
✔ Quanto você passa a receber em 2026
✔ Quanto recebe com duas parcelas (2027)
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✔ Quanto o novo AQ acrescenta ao vencimento
💬 “O servidor merece clareza sobre o que está em jogo. O simulador coloca isso na palma da mão.” — Aureo Pedroso, vice-presidente da ANAJUSTRA Federal.
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✉️💳📮Tem um novo e-mail e quer receber nossos comunicados nele? Precisa do cartão do associado para fazer uma compra em uma loja conveniada ou da declaração de associado para se matricular em algum curso? Mudou de endereço?
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💬🗣️Aproveite e diga pra gente nos comentários se você já conhecia todos esses serviços.
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Boa notícia: os projetos da recomposição salarial e do Adicional de Qualificação (AQ) avançaram no Senado e foram incluídos na pauta da CCJ desta quarta, 26/11.
Agora, a sua participação é essencial! 🔵
O Senado abriu enquetes públicas para os dois PLs — e cada voto conta como força política para a aprovação.
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A ANAJUSTRA Federal segue acompanhando tudo de perto.