Dilma intercede para evitar aprovação de mais gastos públicos pelo Congresso

Irritada com a tentativa de aprovar, no plenário da Câmara, projetos com potencial de provocar enorme impacto nas contas públicas, a presidente Dilma Rousseff telefonou anteontem à noite para o presidente da Casa, deputado Marco Maia (PT-RS), e marcou um jantar com ele semana que vem.

A pauta-bomba foi montada pelo petista com os líderes partidários. Os deputados estão insatisfeitos com a demora na liberação de emendas parlamentares, e o governo só tem até o dia 6 para fazer esses pagamentos, por causa das restrições impostas pela Justiça Eleitoral.

O governo conseguiu impedir a votação dos projetos na Câmara esta semana, mas continuam na pauta a redução de 42 para 30 horas semanais a jornada de trabalho de enfermeiros, a criação de adicional de periculosidade para vigilantes e o fim do fator previdenciário. É sobre tudo isso que Dilma quer conversar com Marco Maia. Até porque atendeu recentemente a uma demanda antiga dele: a liberação de R$ 150 milhões para o aumento da verba de gabinete dos deputados, para que ele pudesse cumprir promessa de sua campanha para a presidência da Câmara.

Conflito entre presidente e Marco Maia é antigo

Essa não é a primeira vez que Maia tira Dilma do sério. A presidente ficou furiosa em fevereiro quando, num rompante, o presidente da Câmara suspendeu a votação do projeto que criava o Fundo de Previdência Complementar do Funcionalismo (Funpresp), uma das prioridades do governo, porque perdera um cargo no Banco do Brasil.

Anteontem, ministros do governo tiveram que entrar em campo para negociar com os líderes partidários e impedir as votações polêmicas. Agora, a favor do governo conta o fato de que a pauta da Câmara está trancada por medidas provisórias e deve permanecer assim até o início do recesso parlamentar, dia 18.

– Na semana que vem nós vamos ter muitas medidas provisórias trancando a pauta da Câmara. Então, eu acredito que a semana que vem a prioridade será a votação das medidas provisórias – disse ontem a ministra Ideli Salvatti, repetindo o discurso da véspera: – Toda e qualquer medida que, neste momento, significar aumento de gastos, teremos de trabalhar com muito cuidado.
 

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