Proposta aprovada pelo CJF prevê criação de nove varas na 1ª Região
As varas federais serão distribuídas nas Seções Judiciárias do Distrito…
Pelos cálculos do Ministério do Planejamento, as despesas com benefícios previdenciários, com assistência social, seguro-desemprego e abono salarial que constam do Orçamento da União para 2012, recém-aprovado pelo Congresso Nacional, estão subestimadas em cerca de R$ 8 bilhões.
Se a previsão do governo se confirmar, a presidente Dilma Rousseff terá uma dificuldade adicional para cumprir a meta de superávit primário deste ano, equivalente a 3,1% do Produto Interno Bruto (PIB), pois será obrigada a fazer um contingenciamento ainda maior das verbas orçamentárias.
O governo tentou corrigir os valores dessas despesas que constavam da proposta orçamentária enviada ao Congresso no fim de agosto, mas o seu pedido não foi aceito. No dia 21 de novembro, a ministra do Planejamento, Miriam Belchior, enviou um ofício ao presidente da Comissão Mista de Orçamento, senador Vital do Rêgo (PMDB-PB), atualizando a memória de cálculo das estimativas para os benefícios previdenciários, assistenciais, seguro-desemprego e abono, e dos parâmetros econômicos utilizados na elaboração da proposta orçamentária.
Na atualização feita pelo Ministério do Planejamento, os valores estimados para essas despesas aumentaram em R$ 10,26 bilhões. As consultorias de Orçamento do Senado e da Câmara consideraram as novas projeções exageradas e pediram que o governo detalhasse a memória de cálculo, explicitando a metodologia e os pressupostos adotados e especificando os fatores que influenciaram os novos valores.
Ofício da ministra do Planejamento atualizando as estimativas foi enviado à comissão em novembro
O senador Vital do Rêgo enviou ofício à ministra do Planejamento, solicitando esse detalhamento. Por meio do ofício nº 639, datado do dia 5 de dezembro, Miriam Belchior encaminhou a nota técnica 580 da Secretaria de Orçamento Federal (SOF), na qual os técni cos do órgão garantem que as novas projeções estão corretas. A nota está assinada pelo secretário-adjunto substituto da SOF, Geraldo Julião Júnior. Mesmo assim, os números corrigidos pelo Ministério do Planejamento terminaram fora do Orçamento aprovado pelo Congresso.
O relator-geral do Orçamento, deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP), disse que não fez a correção porque não houve convergência das consultorias do Senado e da Câmara sobre as reestimativas feitas pelo governo para as despesas com os benefícios previdenciários, assistenciais, o seguro-desemprego e abono salarial. “Os números das consultorias não batiam com os do governo. Não nos deram segurança [para fazer a mudança]”, explicou ao Valor.
Segundo Chinaglia, a única concordância que houve das consultorias com as novas projeções do governo foi com relação ao INPC de 2011, índice de inflação do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) utilizado para corrigir o salário mínimo. No Orçamento, o piso salarial ficou em R$ 622,73 e a presidente Dilma fixou o valor em R$ 622 a partir de janeiro por meio de decreto.
O salário mínimo tem impacto nas despesas previdenciárias, assistenciais, com seguro-desemprego e abono salarial. Se ele aumenta, essas despesas também sobem. Como o valor do piso no Orçamento foi maior do que aquele que constava da proposta orçamentária original, de R$ 619,21, Chinaglia reservou uma verba de R$ 2,2 bilhões para cobrir o impacto desta diferença nas contas públicas.
O Ministério do Planejamento prevê gasto adicional de R$ 6,55 bilhões com benefícios previdenciários este ano, em comparação com a estimativa inicial da proposta orçamentária. Esse valor inclui a despesa adicional nas contas públicas resultante do salário mínimo de R$ 622. Como o relator elevou essa despesa em R$ 2,2 bilhões no Orçamento, ficou faltando, portanto, cobrir um gasto adicional previsto pelo Planejamento de R$ 4,35 bilhões (R$ 6,55 bilhões menos R$ 2,2 bilhões).
Com relação ao seguro-desemprego e ao abono salarial, o Ministério do Planejamento prevê despesa adicional de R$ 3,14 bilhões e de R$ 560 milhões com a Lei Orgânica de Assistência Social (LOAS) e a Renda Mensal Vitalícia (RMV), em comparação com a proposta orçamentária inicial. Esses gastos adicionais também não foram incluídos no Orçamento.
Durante todo o período de negociação no Congresso para a votação do Orçamento, a presidente Dilma Rousseff demonstrou sua intenção de obter a chamada “meta cheia” de superávit primário de R$ 139,8 bilhões para o setor público este ano, o equivalente a 3,1% do PIB. Para o governo central (Tesouro, Previdência e Banco Central), a meta é de R$ 96,97 bilhões. Por isso, a orientação que Dilma passou para a base política aliada foi a de que não gostaria que despesa nova fosse criada.
Essa orientação foi seguida à risca quando os parlamentares trataram dos pedidos de aumento de salários para os servidores do Judiciário, do Ministério Público e da própria Câmara dos Deputados e para a criação de novos cargos. “Aprovamos um Orçamento austero. Nenhuma despesa nova foi criada. Nada. Nem mesmo para tornar possível o reajuste do teto do funcionalismo público”, disse o deputado Gilmar Machado (PT-MG), vice-líder do governo. O teto salarial é definido pela remuneração de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF).
Mesmo com toda essa austeridade, o contingenciamento das verbas orçamentárias este ano poderá bater o recorde histórico. A proposta orçamentária já foi encaminhada ao Congresso com um “buraco” de R$ 25,6 bilhões. Ou seja, para fechar a proposta, o governo reduziu da meta fiscal os investimentos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), no montante de R$ 25,6 bilhões. Além disso, o Congresso acrescentou R$ 26,1 bilhões à previsão da receita líquida da União em 2012 e inclui no Orçamento despesas no mesmo valor.
Assim, o contingenciamento já teria que ser de, no mínimo, R$ 51,7 bilhões (R$ 25,6 bilhões mais R$ 26,1 bilhões), se a previsão de receita da proposta orçamentária for mantida. Além disso, existe o adicional de despesa de R$ 8 bilhões que não foi acolhido pelos parlamentares, o que, se confirmado, elevaria o corte das verbas para R$ 59,7 bilhões. Some-se a isso a despesa de R$ 3,4 bilhões para compensar os Estados pela Lei Kandir, o que aumentaria o contingenciamento para mais de R$ 60 bilhões.
Há outras dificuldades que precisam ser avaliadas. Os técnicos alertam que a previsão de receita administrada pela Secretaria da Receita Federal em 2012, que consta da proposta orçamentária, pode estar superestimada. Isto porque a arrecadação em 2011 não foi tão boa como se imaginava em agosto e os parâmetros para o desempenho da economia este ano mudaram para pior. Mas é provável que a receita da Previdência Social seja reestimada para cima, com um adicional em torno de R$ 5 bilhões.
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