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Reflexões sobre catástrofes e a gestão financeira

Neste artigo, o consultor financeiro ressalta a importância de analisar as causas para evitar novas crises futuramente.

Desde os primórdios, a humanidade enfrenta catástrofes de todas as naturezas: astrológicas, geológicas, climáticas, bélicas, pandêmicas, entre outras. Essas calamidades, sejam resultado do acaso ou provocadas pela ação humana em busca de riqueza ou poder, moldam a trajetória da civilização ao longo da história. No entanto, as lições dessas tragédias podem ser aplicadas de maneira significativa à gestão financeira pessoal.

Podemos classificar as reações humanas em três grupos distintos: os inconscientes coletivos, que reagem emotivamente em massa devido à falta de conhecimento ou experiência pessoal, sendo facilmente manipuláveis; os bem-intencionados, que colaboram voluntariamente para mitigar os efeitos das tragédias, sem se preocupar com as causas; e os buscadores da verdade, que trabalham não só para controlar os efeitos, mas também para entender e solucionar as causas das catástrofes de forma definitiva.

Sócrates afirmou: “Só o ingênuo acredita que as causas da miséria física estão no plano físico; as causas da miséria física sempre estiveram e estarão na miséria moral, psicológica e espiritual do homem.”

A falta de alimento no mundo, seria falta de produto ou falta de fraternidade? A pobreza no mundo poderia ser resolvida com 2% da riqueza mundial. Nada no mundo é mais perigoso que a ignorância. O ignorante estabelece critérios que desqualifica o conhecimento alheio em favor da sua falta de conhecimento. Ele faz ideias falsas sobre si, e o mundo que o cerca de forma errônea e deturpada.

Trazendo o assunto para as nossas finanças, os efeitos são os mesmos. Há aqueles que entram em dificuldades financeiras, criando uma falsa ideia de que o problema está nos outros, na família, nos governos, culpa a economia etc. Porém ele não observa que ao lado dele há várias pessoas com o mesmo nível salarial e levam uma vida tranquila.

Ele não reconhece que o problema está em si, numa falta de controle emocional, uma compulsão ou a forma de levar uma vida de prazer exagerado. Viver dentro de uma caixinha cheia de medo e desejos, elimina a possibilidade de enxergar uma vida plena e de crescimento físico e espiritual.

É importante buscar a causa da sua instabilidade financeira, agir na solução, permanecer no propósito de sanear o endividamento e, sempre que possível, buscar novas oportunidades de receitas. Jamais deve-se pautar sua vida pelo status que deseja, mas por aquilo que é possível viver sem comparações a outras pessoas.

Quantas tragédias já foram vividas e o homem ainda não aprendeu a lidar com as causas, através das experiências passadas, com planejamento, para alcançar uma solução definitiva?!

Viver de maneira simples, mas plena de virtudes, não só promove a estabilidade financeira, como também enriquece a vida espiritual e emocional. Dessa forma, mesmo que o “paraíso” não exista, a jornada pelo planeta será significativa, deixando um legado de sabedoria e humanidade.

Por José Carlos Dorte

Consultor financeiro da ANAJUSTRA Federal

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A ANAJUSTRA Federal e a Funpresp-Jud convidam você para a live “O preço de não escolher: Previdência e os custos da inércia”.

Quinta-feira, 12/11
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Nosso convidado, o professor e doutor em Finanças Comportamentais Jurandir Sell Macedo, vai mostrar como as mudanças demográficas pressionam a previdência pública e por que confiar que tudo continuará como antes é uma estratégia arriscada.

A conversa vai além do dinheiro: envelhecer bem depende de quatro capitais, o financeiro, o físico, o social e o intelectual. Porque o futuro não começa quando deixamos de trabalhar. Ele é construído, ou negligenciado, nas decisões que tomamos hoje.

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Ao longo de 2026, o calendário da ANAJUSTRA Federal celebra histórias de amizade que nasceram no Judiciário Federal e seguiram muito além do ambiente de trabalho.

Em novembro, conhecemos a história compartilhada por Micheline Moraes Aarão, do TRT-17. @trtespiritosanto 

Em 21 anos de Tribunal, Micheline passou por diferentes unidades, acumulou conhecimentos e construiu amizades que pretende levar para toda a vida. De cada lugar, deixou um pouco de si e carregou muito das pessoas que conheceu.

Uma trajetória marcada por laços que atravessam setores, cidades e fases da vida, mas permanecem unidos pelo carinho. 

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📚 Histórias que merecem ser contadas. E preservadas!

Recebemos com muita alegria um exemplar do livro Memórias da História da Justiça do Trabalho na Paraíba, de autoria do nosso associado Ocino Batista, servidor aposentado do TRT da 13ª Região. @trt13paraiba 

Na obra, Ocino percorre quatro décadas da história da Justiça do Trabalho na Paraíba, resgatando acontecimentos e experiências sob o olhar de quem acompanhou de perto essa trajetória.

E essa história com a literatura não é novidade por aqui! ❤️ Em março de 2021, contamos no nosso blog Espaço Cultural sobre sua estreia como romancista, com A Chegada da prima Vera, uma narrativa ambientada no sertão cearense.

Advogado, escritor e articulista, com publicações em diversos veículos de comunicação, Ocino segue transformando vivências e memórias em literatura.

Para nós, é uma alegria acompanhar e valorizar o talento dos nossos associados. E, desta vez, com um presente que também contribui para preservar a memória da Justiça do Trabalho.

👏 Parabéns pela obra, Ocino! E muito obrigado pelo carinho de compartilhar conosco mais esse capítulo da sua trajetória!

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