"Regras" para ter sucesso no amor é tema de um dos livros escrito por servidor do TRT13

24/09/2015 11:41
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Um mapeamento detalhado sobre si, nos aspectos físico, mental, espiritual, intelectual, social e econômico é um dos conselhos encontrados no livro "As Regras do Sucesso no Amor", o primeiro lançado pelo servidor Expedito Teófilo de Souza, servidor do TRT13, em 2012, com "receitas" para que o leitor (a) se torne o capitão (ã) de sua própria vida.

No capítulo 8, sobre a autoestima, Expedito afirma que antes de amar alguém e ser amado por alguém, a pessoa precisa se amar para que tenha pensamentos e atitudes semelhantes em relação ao outro. "Sem esse amor próprio bem definido dentro de si, é improvável que, quem quer que seja, esteja bem consigo mesmo e que possa encontrar seu semelhante para amar com reciprocidade e ser feliz nesse relacionamento.
Por isso é que, antes de querer alguém para amar, o homem ou a mulher deve, em primeiro lugar, amar a si mesmo(a), e se não se ama, necessita aprender a ter esse amor próprio, pois, como mencionado, sem esse sentimento bem definido na mente, não há como harmonizar o espírito para se pôr em equilíbrio com as Leis da Atração e da Semelhança", disse.

Desvendar as "regras" desse sentimento e materializá-lo em formato de livro do gênero autoajuda foi a primeira experiência do servidor, apesar de ter outros textos registrados na Biblioteca Nacional (BN) ele publicou somente dois livros até esse ano: "As Regras do Sucesso no Amor", de 2012, e "A Tecnologia de Cristo", de 2014, uma reflexão sobre sobre a capacidade de Jesus Cristo ter se "conectado" com as necessidades espirituais e emocionais das pessoas. 

Para Expedito, se dedicar a escrita de textos poéticos e literários não é um "fardo", ao contrário, "é tão prazeroso quanto qualquer outro lazer. Assim, quando todos estão assistindo futebol ou curtindo uma praia nas horas de folga do trabalho, eu escrevo meus livros". O processo criativo também é descomplicado: "não existe um padrão. Um simples fato da vida quotidiana pode gerar uma ideia capaz de produzir uma poesia ou um livro, assim como um dizer de alguém em uma conversa rotineira. Uma reportagem ou programa de TV podem despertar o meu processo criativo, que gravo na mente, para quando tiver tempo, geralmente durante a noite, dissertar sobre a ideia".

Concursado na justiça trabalhista há mais de dez anos, Expedito não se cansa da leitura e da escrita, presentes no cotidiano fora e dentro do ambiente de trabalho, na área de análise processual. Quando se desvencilha da escrita técnica, presente nos processos trabalhistas, ele prefere ler livros de outros assuntos, como autoajuda, política, filosofia e aventuras, e cita os escritores e escritoras favoritos: "Antônio Gonçalves Dias, Carlos Drummond de Andrade, Cecília Meireles, Eça de Queirós, Érico Veríssimo, Euclides da Cunha, Fernando Pessoa, Jorge Amado, Rubem Braga, Machado de Assis, Manoel Bandeira e Olavo Bilac".

A predominância de escritores brasileiros ou nascidos em outros países onde a língua portuguesa é "nativa" demonstra a preferência do servidor pela realidade e cultura brasileira retratadas nos livros. E o escritor comenta, ainda, a predominância nas livrarias de obras publicadas por corporações estrangeiras que vê, de acordo com ele, "o Brasil tão somente como mercado de consumo dos seus interesses mercadológicos e culturais", explica.

Os dois livros publicados pelo servidor, "As Regras do Sucesso no Amor" e "A Tecnologia de Cristo",  podem ser adquiridos on-line, no site da Livraria "O Sebo Cultural", custando R$25 e R$30, respectivamente. Para quem reside em João Pessoa, capital da Paraíba, é possível comprar os exemplares nas livrarias do Luiz, do Fórum Cível, Nobel, no Mag Shopping ou na Leitura, localizada no Shopping Manaíra.

Para entrar em contato com o servidor escritor, envie e-mail para expeditoteofilodesouzajr@gmail.com ou acesse os perfis no Facebook e Twitter. Confira abaixo trechos dos dois livros:

Do livro “As Rregras do Sucesso no Amor”

"CAPÍTULO VIII

A Regra da Autoestima

Essa é uma Regra inerente à psicologia do ser humano, mas tão importante e imprescindível como as anteriores, porque pressupõe que ninguém ama uma pessoa que é incapaz de amar a si mesma.
Por conseguinte, quem quer encontrar a grande paixão da sua vida que ainda está em sua imaginação e, após esse encontro, amá-la e ser amado por ela, primeiro, tem que se amar. 
Sem esse amor próprio bem definido dentro de si, é improvável que, quem quer que seja, esteja bem consigo mesmo e, pois, que possa encontrar seu semelhante para amar com reciprocidade e ser feliz nesse relacionamento.
Por isso é que, antes de querer alguém para amar, o homem ou a mulher deve, em primeiro lugar, amar a si mesmo(a), e se não se ama, necessita aprender a ter esse amor próprio, pois, como mencionado, sem esse sentimento bem definido em na mente, não há como harmonizar o espírito para se pôr em equilíbrio com as Leis da Atração e da Semelhança.
Isso se dá porque, quando alguém está querendo amar o outro, pressupõe-se que ele está querendo ser feliz; e a felicidade e o amor, para que sejam atraídos, precisam de pensamentos e atitudes semelhantes.
Assim, se o “sonhador” está em conflito consigo mesmo, não se amando, é claro que não está emitindo pensamentos de harmonia e amor, mas, ao contrário, está emanando sensações conflituosas com relação ao seu intuito de amar e ser feliz.
Por isso, mesmo que deseje, de forma consciente, encontrar felicidade através da atração e conquista da sua outra metade, acaso não esteja em harmonia consigo mesmo, amando-se, as chances de que essa confluência venturosa venha a se concretizar são praticamente nulas, porquanto as coordenadas dos seus pensamentos inconscientes estão sendo emitidas de forma exatamente contrária ao seu desejo consciente.
Consoante já ficou bem explanado nos Tópicos precedentes, pensamentos semelhantes atraem situações idênticas aos discernimentos predominantes no ser que os emitem. Portanto, as diretrizes preponderantes sempre são aquelas gravadas no subconsciente.
E isso se dá, mesmo que, de maneira consciente, o “vivente” acalente em seu coração, o desejo de que situações amorosas desfavoráveis sejam evitadas. Contudo, quando ele emite, insistentemente, tais sensações conflituosas, pela ausência de amor próprio, gera, induvidosamente, a atração de pessoas e de situações congêneres a essas comiserações inconscientes. Por essa qualidade, o cumprimento da Regra do Amor Próprio é compulsório nesse perímetro da realização pessoal. 
Mas há, ainda, uma precaução a ser tomada antes de tudo! É que muita gente confunde amar a si mesma com ser a pessoa mais linda e perfeita do mundo.
Em assim pensando, muitos “perfis”, mesmo com seus mil e um defeitos físicos e procedimentais, iludem-se no sentido de que os seus amores idealizados, devem aceitá-los e amá-los exatamente do jeito que são, com todas as suas espontâneas deficiências! E nesse embalo de autoafirmação é comum que digam: “Quem me quiser, tem que ser do jeito que sou, tem que comprar o pacote completo”!
Trata-se de uma atitude ingenuamente arrogante, porque subestima a capacidade crítica e de escolha de quem sonha para amar!
E permanecer nesse patamar de noções fantasiosas sobre si é uma das causas de infindáveis infelicidades.
Amar-se não quer dizer se autoiludir!
Muito pelo contrário, quem quer comandar a sua própria vida, deve fazer um mapeamento bem detalhado sobre seu “Eu” físico, mental, espiritual, intelectual, social e econômico, como, aliás, foi bem demonstrado nas linhas anteriores.
De posse dessas constatações bem fiéis sobre si, o “capitão” da sua própria vida, pode detectar alguns pontos que não estão de acordo com aquilo que atina de si próprio, em relação ao que, de fato, os outros acham sobre ele."

Prefácio do livro "A Tecnologia de Cristo" escrito por Cyelle Carmem Vasconcelos Pereira (Mestre em Literatura pela UFPB, escritora, editora de revista acadêmica e professora de metodologia da pesquisa)

"'A Tecnologia de Cristo', a princípio, traz um estranhamento no título pela relação entre algo tão moderno, derivado da criação intelectiva do homem, com Jesus Cristo. Ao começar a leitura, logo percebemos a real conexão entre essas duas palavras, aparentemente controversas. 
Jesus Cristo, apesar de não ter tido nenhum acesso às mídias digitais, como atualmente é comum encontrarmos, ele foi um homem completamente conectado às necessidades espirituais e emocionais de seu povo. Esse elo foi se estreitando com a capacidade de Cristo de manter as pessoas atentas ao que Ele pronunciava, compreendendo as suas mensagens de otimismo, de reflexão, de compaixão, de perdão e de misericórdia. 
Nesse sentido, Expedito Teófilo em 'A Tecnologia de Cristo' traz questionamentos bíblicos a respeito do método de ensino de Jesus Cristo, como enviado de Deus-pai, todo-poderoso, a fim de permitir com que o seu povo fosse generoso, amoroso entre si, e pudesse buscar sua elevação espiritual.
'O objetivo é demonstrar que Jesus Cristo, como o Filho do Homem e, pois, como um homem comum, destacou-se na história da humanidade por causa do seu formidável intelecto.' (Cap. XX – A Interpretação dos Pensamentos de Cristo); ou seja, a inteligência de Jesus e o seu poder de persuasão são o ponto de discussão que Expedito frisa neste Livro.  A capacidade de reter a atenção de fiéis, admiradores e novos seguidores fez de Jesus Cristo um dos maiores líderes da humanidade.
Não é à toa que o raciocínio de Cristo, bem assim, o seu controle mental, e o seu poder de concentração eram muito avançados para a compreensão social da sua época. Assim, o próprio Jesus Cristo afirmou: “Você não compreende agora o que eu estou lhe fazendo; mais tarde, porém, entenderá.” (Evangelho de João, 13:7).
Dessa forma, era preciso, também, compreender um pouco da filosofia religiosa de outras crenças. Portanto, Expedito traça uma breve explanação sobre as mensagens de fé de outros grandes comunicadores e influenciadores da humanidade, sejam eles filósofos ou religiosos de grande peso e importância para muitos povos.
Assim, foi possível fazer uma comunhão com as religiões de culturas diversas, principalmente as orientais, no que se refere às representações divinas de Deus na terra.
A meu ver, a crença do homem em Deus vai além de provas e, ainda, está além de argumentos bem fundamentos. A crença tem mais a ver com afinidades, esperanças e fé. Mesmo assim, Expedito entra em outro veio que vai além da crença espiritual. Não busca apenas responder dúvidas e fechar lacunas sobre a sua própria crença em Deus. Como o próprio autor afirma: 'tudo o quanto tem sido falado neste Livro sobre a Tecnologia dos Pensamentos de Cristo não está embasado apenas na mera defesa do acreditar por acreditar. (...) também encontra arrimo em estudos da própria ciência moderna.' (Cap. XIX – Jesus Cristo, a Religião e as Mitologias).
Assim, a ciência é trazida à discussão para contradizer ou fortalecer certas afirmações, acreditadas por milhares de povos no mundo inteiro a milhares de anos. Enfim, é curioso observar que Expedito Teófilo busca refletir a respeito da capacidade de Cristo em influenciar as pessoas por todo o mundo, sem, no entanto, usar a imposição, ameaças ou violência. Sua arma era muito mais poderosa que isso, sua arma foi a compaixão, a misericórdia e o amor pela humanidade."

Um mapeamento detalhado sobre si, nos aspectos físico, mental, espiritual, intelectual, social e econômico é um dos conselhos encontrados no livro "As Regras do Sucesso no Amor", o primeiro lançado pelo servidor Expedito Teófilo de Souza, servidor do TRT13, em 2012, com "receitas" para que o leitor (a) se torne o capitão (ã) de sua própria vida.

No capítulo 8, sobre a autoestima, Expedito afirma que antes de amar alguém e ser amado por alguém, a pessoa precisa se amar para que tenha pensamentos e atitudes semelhantes em relação ao outro. "Sem esse amor próprio bem definido dentro de si, é improvável que, quem quer que seja, esteja bem consigo mesmo e que possa encontrar seu semelhante para amar com reciprocidade e ser feliz nesse relacionamento.
Por isso é que, antes de querer alguém para amar, o homem ou a mulher deve, em primeiro lugar, amar a si mesmo(a), e se não se ama, necessita aprender a ter esse amor próprio, pois, como mencionado, sem esse sentimento bem definido na mente, não há como harmonizar o espírito para se pôr em equilíbrio com as Leis da Atração e da Semelhança", disse.

Desvendar as "regras" desse sentimento e materializá-lo em formato de livro do gênero autoajuda foi a primeira experiência do servidor, apesar de ter outros textos registrados na Biblioteca Nacional (BN) ele publicou somente dois livros até esse ano: "As Regras do Sucesso no Amor", de 2012, e "A Tecnologia de Cristo", de 2014, uma reflexão sobre sobre a capacidade de Jesus Cristo ter se "conectado" com as necessidades espirituais e emocionais das pessoas. 

Para Expedito, se dedicar a escrita de textos poéticos e literários não é um "fardo", ao contrário, "é tão prazeroso quanto qualquer outro lazer. Assim, quando todos estão assistindo futebol ou curtindo uma praia nas horas de folga do trabalho, eu escrevo meus livros". O processo criativo também é descomplicado: "não existe um padrão. Um simples fato da vida quotidiana pode gerar uma ideia capaz de produzir uma poesia ou um livro, assim como um dizer de alguém em uma conversa rotineira. Uma reportagem ou programa de TV podem despertar o meu processo criativo, que gravo na mente, para quando tiver tempo, geralmente durante a noite, dissertar sobre a ideia".

Concursado na justiça trabalhista há mais de dez anos, Expedito não se cansa da leitura e da escrita, presentes no cotidiano fora e dentro do ambiente de trabalho, na área de análise processual. Quando se desvencilha da escrita técnica, presente nos processos trabalhistas, ele prefere ler livros de outros assuntos, como autoajuda, política, filosofia e aventuras, e cita os escritores e escritoras favoritos: "Antônio Gonçalves Dias, Carlos Drummond de Andrade, Cecília Meireles, Eça de Queirós, Érico Veríssimo, Euclides da Cunha, Fernando Pessoa, Jorge Amado, Rubem Braga, Machado de Assis, Manoel Bandeira e Olavo Bilac".

A predominância de escritores brasileiros ou nascidos em outros países onde a língua portuguesa é "nativa" demonstra a preferência do servidor pela realidade e cultura brasileira retratadas nos livros. E o escritor comenta, ainda, a predominância nas livrarias de obras publicadas por corporações estrangeiras que vê, de acordo com ele, "o Brasil tão somente como mercado de consumo dos seus interesses mercadológicos e culturais", explica.

Os dois livros publicados pelo servidor, "As Regras do Sucesso no Amor" e "A Tecnologia de Cristo",  podem ser adquiridos on-line, no site da Livraria "O Sebo Cultural", custando R$25 e R$30, respectivamente. Para quem reside em João Pessoa, capital da Paraíba, é possível comprar os exemplares nas livrarias do Luiz, do Fórum Cível, Nobel, no Mag Shopping ou na Leitura, localizada no Shopping Manaíra.

Para entrar em contato com o servidor escritor, envie e-mail para expeditoteofilodesouzajr@gmail.com ou acesse os perfis no Facebook e Twitter. Confira abaixo trechos dos dois livros:

Do livro “As Rregras do Sucesso no Amor”

"CAPÍTULO VIII

A Regra da Autoestima

Essa é uma Regra inerente à psicologia do ser humano, mas tão importante e imprescindível como as anteriores, porque pressupõe que ninguém ama uma pessoa que é incapaz de amar a si mesma.
Por conseguinte, quem quer encontrar a grande paixão da sua vida que ainda está em sua imaginação e, após esse encontro, amá-la e ser amado por ela, primeiro, tem que se amar. 
Sem esse amor próprio bem definido dentro de si, é improvável que, quem quer que seja, esteja bem consigo mesmo e, pois, que possa encontrar seu semelhante para amar com reciprocidade e ser feliz nesse relacionamento.
Por isso é que, antes de querer alguém para amar, o homem ou a mulher deve, em primeiro lugar, amar a si mesmo(a), e se não se ama, necessita aprender a ter esse amor próprio, pois, como mencionado, sem esse sentimento bem definido em na mente, não há como harmonizar o espírito para se pôr em equilíbrio com as Leis da Atração e da Semelhança.
Isso se dá porque, quando alguém está querendo amar o outro, pressupõe-se que ele está querendo ser feliz; e a felicidade e o amor, para que sejam atraídos, precisam de pensamentos e atitudes semelhantes.
Assim, se o “sonhador” está em conflito consigo mesmo, não se amando, é claro que não está emitindo pensamentos de harmonia e amor, mas, ao contrário, está emanando sensações conflituosas com relação ao seu intuito de amar e ser feliz.
Por isso, mesmo que deseje, de forma consciente, encontrar felicidade através da atração e conquista da sua outra metade, acaso não esteja em harmonia consigo mesmo, amando-se, as chances de que essa confluência venturosa venha a se concretizar são praticamente nulas, porquanto as coordenadas dos seus pensamentos inconscientes estão sendo emitidas de forma exatamente contrária ao seu desejo consciente.
Consoante já ficou bem explanado nos Tópicos precedentes, pensamentos semelhantes atraem situações idênticas aos discernimentos predominantes no ser que os emitem. Portanto, as diretrizes preponderantes sempre são aquelas gravadas no subconsciente.
E isso se dá, mesmo que, de maneira consciente, o “vivente” acalente em seu coração, o desejo de que situações amorosas desfavoráveis sejam evitadas. Contudo, quando ele emite, insistentemente, tais sensações conflituosas, pela ausência de amor próprio, gera, induvidosamente, a atração de pessoas e de situações congêneres a essas comiserações inconscientes. Por essa qualidade, o cumprimento da Regra do Amor Próprio é compulsório nesse perímetro da realização pessoal. 
Mas há, ainda, uma precaução a ser tomada antes de tudo! É que muita gente confunde amar a si mesma com ser a pessoa mais linda e perfeita do mundo.
Em assim pensando, muitos “perfis”, mesmo com seus mil e um defeitos físicos e procedimentais, iludem-se no sentido de que os seus amores idealizados, devem aceitá-los e amá-los exatamente do jeito que são, com todas as suas espontâneas deficiências! E nesse embalo de autoafirmação é comum que digam: “Quem me quiser, tem que ser do jeito que sou, tem que comprar o pacote completo”!
Trata-se de uma atitude ingenuamente arrogante, porque subestima a capacidade crítica e de escolha de quem sonha para amar!
E permanecer nesse patamar de noções fantasiosas sobre si é uma das causas de infindáveis infelicidades.
Amar-se não quer dizer se autoiludir!
Muito pelo contrário, quem quer comandar a sua própria vida, deve fazer um mapeamento bem detalhado sobre seu “Eu” físico, mental, espiritual, intelectual, social e econômico, como, aliás, foi bem demonstrado nas linhas anteriores.
De posse dessas constatações bem fiéis sobre si, o “capitão” da sua própria vida, pode detectar alguns pontos que não estão de acordo com aquilo que atina de si próprio, em relação ao que, de fato, os outros acham sobre ele."

Prefácio do livro "A Tecnologia de Cristo" escrito por Cyelle Carmem Vasconcelos Pereira (Mestre em Literatura pela UFPB, escritora, editora de revista acadêmica e professora de metodologia da pesquisa)

"'A Tecnologia de Cristo', a princípio, traz um estranhamento no título pela relação entre algo tão moderno, derivado da criação intelectiva do homem, com Jesus Cristo. Ao começar a leitura, logo percebemos a real conexão entre essas duas palavras, aparentemente controversas. 
Jesus Cristo, apesar de não ter tido nenhum acesso às mídias digitais, como atualmente é comum encontrarmos, ele foi um homem completamente conectado às necessidades espirituais e emocionais de seu povo. Esse elo foi se estreitando com a capacidade de Cristo de manter as pessoas atentas ao que Ele pronunciava, compreendendo as suas mensagens de otimismo, de reflexão, de compaixão, de perdão e de misericórdia. 
Nesse sentido, Expedito Teófilo em 'A Tecnologia de Cristo' traz questionamentos bíblicos a respeito do método de ensino de Jesus Cristo, como enviado de Deus-pai, todo-poderoso, a fim de permitir com que o seu povo fosse generoso, amoroso entre si, e pudesse buscar sua elevação espiritual.
'O objetivo é demonstrar que Jesus Cristo, como o Filho do Homem e, pois, como um homem comum, destacou-se na história da humanidade por causa do seu formidável intelecto.' (Cap. XX – A Interpretação dos Pensamentos de Cristo); ou seja, a inteligência de Jesus e o seu poder de persuasão são o ponto de discussão que Expedito frisa neste Livro.  A capacidade de reter a atenção de fiéis, admiradores e novos seguidores fez de Jesus Cristo um dos maiores líderes da humanidade.
Não é à toa que o raciocínio de Cristo, bem assim, o seu controle mental, e o seu poder de concentração eram muito avançados para a compreensão social da sua época. Assim, o próprio Jesus Cristo afirmou: “Você não compreende agora o que eu estou lhe fazendo; mais tarde, porém, entenderá.” (Evangelho de João, 13:7).
Dessa forma, era preciso, também, compreender um pouco da filosofia religiosa de outras crenças. Portanto, Expedito traça uma breve explanação sobre as mensagens de fé de outros grandes comunicadores e influenciadores da humanidade, sejam eles filósofos ou religiosos de grande peso e importância para muitos povos.
Assim, foi possível fazer uma comunhão com as religiões de culturas diversas, principalmente as orientais, no que se refere às representações divinas de Deus na terra.
A meu ver, a crença do homem em Deus vai além de provas e, ainda, está além de argumentos bem fundamentos. A crença tem mais a ver com afinidades, esperanças e fé. Mesmo assim, Expedito entra em outro veio que vai além da crença espiritual. Não busca apenas responder dúvidas e fechar lacunas sobre a sua própria crença em Deus. Como o próprio autor afirma: 'tudo o quanto tem sido falado neste Livro sobre a Tecnologia dos Pensamentos de Cristo não está embasado apenas na mera defesa do acreditar por acreditar. (...) também encontra arrimo em estudos da própria ciência moderna.' (Cap. XIX – Jesus Cristo, a Religião e as Mitologias).
Assim, a ciência é trazida à discussão para contradizer ou fortalecer certas afirmações, acreditadas por milhares de povos no mundo inteiro a milhares de anos. Enfim, é curioso observar que Expedito Teófilo busca refletir a respeito da capacidade de Cristo em influenciar as pessoas por todo o mundo, sem, no entanto, usar a imposição, ameaças ou violência. Sua arma era muito mais poderosa que isso, sua arma foi a compaixão, a misericórdia e o amor pela humanidade."

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