Educação financeira é tema de livros de servidor do TRT-14

30/04/2015 12:19
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Aos 24 anos, o bacharel em Direito e servidor do TRT-14, Tiago Balthazar, que reside em Rondônia, adquiriu seu primeiro imóvel sem utilizar financiamento. A compra da casa própria foi realizada após três anos de trabalho no Tribunal que também foi o primeiro emprego de Balthazar. A realização profissional foi precoce, mas o servidor teve algumas dificuldades iniciais para gerir suas finanças pessoais "apesar de ter tido uma excelente educação, como a maioria dos brasileiros, não fui apresentado a uma tal de educação financeira", relembra.

A partir daí, ele iniciou a imersão no mundo da administração da economia doméstica "e isso veio não apenas lendo livros, mas frequentando seminários, assistindo vídeos e investindo em alguns cursos selecionados. Em 2013, resolvi dar um passo no sentido de me apresentar como alguém que poderia ajudar as pessoas a administrar melhor o seu dinheiro. Para isso, matriculei-me em um curso Superior de Gestão Financeira e, em junho de 2014, fui mais ousado ao criar sozinho o meu primeiro site/blog: o Super Investir", explica.

Ideias sobre educação financeira, finanças pessoais e qualidade de vida são alguns temas do blog de Tiago que auxilia desde a tomada de decisão sobre o orçamento da família até opções de investimentos em renda fixa, imóveis e ações. A partir do conteúdo do blog ele publicou o primeiro livro "Como administrar o seu dinheiro nas fases da vida", disponível para download no site/blog.

Apesar de considerar o processo de produção "disciplinadamente criativo", o servidor se impõe algumas metas diárias de escrita, ao menos 500 palavras por dia, e foi assim que conseguiu finalizar o segundo livro "Organize definitivamente suas finanças pessoais", em 2014, além de atualizar o blog frequentemente.  No cotidiano ele cita o foco, a organização e o sacrifício para conciliar a função na justiça trabalhista ao processo de escrita e convivência com familiares e amigos. 

"Foco, porque o mundo atual é recheado do que chamamos de overflow, ou seja, excesso de informações, logo, se você não souber o que é importante para você quem saberá? Organização também é fundamental, pois exercer diariamente minhas competências na justiça do trabalho já demandam bastante esforço e responsabilidade. Assim, o que busco fazer é me concentrar em um projeto de cada vez a fim de terminá-lo. Foi dessa maneira que consegui escrever o meu primeiro livro, ao mesmo que tenho que administrar família, amigos, atividades sociais, o que nos leva à terceira palavra: sacrifício. Apesar de toda a boa gestão do meu tempo algumas coisas tiveram que ser sacrificadas no período de 'esforço' para escrever, entretanto, acredito que valeu a pena, pois tudo que é feito com amor tende a ser eternizado".

O segundo livro de Balthazar está em processo de financiamento coletivo, chamado crowdfunding, onde os leitores colaboram com a publicação da obra que precisa atingir um número mínimo de colaboradores para que seja finalizada. A partir de R$12,90 é possível receber o livro no formato e-book que pode ser lido em computadores, tablets e smartphones. Para contribuir com a publicação é só acessar link e escolher o formato do livro que deseja receber, digital ou impresso. 

Outras informações podem ser obtidas no blog ou no Facebook administrados pelo servidor. Confira abaixo dois trechos do segundo livro:

Trecho do Capítulo 1

“Muitas pessoas traçam com muito rigor as suas metas profissionais, porém, são relapsas quando se trata de estabelecer metas financeiras. Eu gosto de uma frase de Jean Paul em que ele diz que “Deve-se conhecer a meta antes do percurso". Apesar de óbvio, a realidade brasileira demonstra que o lema de muitas pessoas é parecido com o conhecido refrão de uma música de Zeca Pagodinho: “Deixa a vida me levar”.
Porém, quem não levar à sério o controle das suas finanças pessoais, sempre deixando para depois por ser algo “chato demais”, descobrirá no futuro que, ao invés de ter condições de se ajudar e ajudar ao próximo, precisará ser ajudado, seja pegando mais dinheiro emprestado ou sendo acolhido por algum familiar que soube gastar menos do que ganha e poupar a diferença. 
 Mas, porque elas são tão importantes no percurso financeiro? Ora, é muito simples: as metas nos darão mais disciplina e força de vontade para vencer as “tentações” de nos desviarmos dos nossos objetivos. Percebeu a palavra “disciplina”?

Trecho do Capítulo 3

“CUIDADO COM AS ARMADILHAS DO CARTÃO DE CRÉDITO
O grande perigo do dinheiro de plástico é nos seduzir quanto ao ilusório poder de compra com o qual ele nos abraça. De modo geral, isso ocorre quando ficamos viciados em adquirirmos muitos bens legais, superfuncionais, porém, supérfluos, sem nos darmos conta de que o mesmo cartão que nos dá poder para comprar, não confere a nós o poder de aumentar a nossa renda. No final das conas, compramos mesmo sem ter a disponibilidade de dinheiro naquele momento, aumentando a cada ano o uso do seu cartão de crédito.
Além das compras por impulso (frequentes), ainda temos o efeito psicológico: gastamos em itens supérfluos que dificilmente compraríamos em dinheiro de papel. Se você quiser fazer um teste prática e comprar como essa pressuposto é verdadeiro, faça o seguinte experimento: retire todos os seus cartões de crédito e cheques da carteira e passe o dia com apenas R$50,00 na carteira. Durante o dia, você perceberá como será “visível” que, a cada pagamento, o seu dinheiro diminuirá. Vamos lá, teste e comprove!.
(…)
Para você ter uma ideia, enquanto os juros cobrados nas modalidades do crédito rotativo na Colômbia é de 28,31% anual, no Brasil ele é de 525%, segundo uma pesquisa realizada pela Proteste em parceria com a Fundação Getúlio Vargas.
Diante disso, eu quero perguntar a você: no decorrer do mês, você acompanha a evolução da sua fatura? Você tem uma estimativa de qual é o seu limite de consumo (não confundir com o limite do seu cartão)? Conferir o limite de seu crédito (pelo internet banking, pelo SMS) é algo normal para você, ou você leva um susto com a bolada de juros do cheque especial que você dá de presente ao seu banco?”.

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Aos 24 anos, o bacharel em Direito e servidor do TRT-14, Tiago Balthazar, que reside em Rondônia, adquiriu seu primeiro imóvel sem utilizar financiamento. A compra da casa própria foi realizada após três anos de trabalho no Tribunal que também foi o primeiro emprego de Balthazar. A realização profissional foi precoce, mas o servidor teve algumas dificuldades iniciais para gerir suas finanças pessoais "apesar de ter tido uma excelente educação, como a maioria dos brasileiros, não fui apresentado a uma tal de educação financeira", relembra.

A partir daí, ele iniciou a imersão no mundo da administração da economia doméstica "e isso veio não apenas lendo livros, mas frequentando seminários, assistindo vídeos e investindo em alguns cursos selecionados. Em 2013, resolvi dar um passo no sentido de me apresentar como alguém que poderia ajudar as pessoas a administrar melhor o seu dinheiro. Para isso, matriculei-me em um curso Superior de Gestão Financeira e, em junho de 2014, fui mais ousado ao criar sozinho o meu primeiro site/blog: o Super Investir", explica.

Ideias sobre educação financeira, finanças pessoais e qualidade de vida são alguns temas do blog de Tiago que auxilia desde a tomada de decisão sobre o orçamento da família até opções de investimentos em renda fixa, imóveis e ações. A partir do conteúdo do blog ele publicou o primeiro livro "Como administrar o seu dinheiro nas fases da vida", disponível para download no site/blog.

Apesar de considerar o processo de produção "disciplinadamente criativo", o servidor se impõe algumas metas diárias de escrita, ao menos 500 palavras por dia, e foi assim que conseguiu finalizar o segundo livro "Organize definitivamente suas finanças pessoais", em 2014, além de atualizar o blog frequentemente.  No cotidiano ele cita o foco, a organização e o sacrifício para conciliar a função na justiça trabalhista ao processo de escrita e convivência com familiares e amigos. 

"Foco, porque o mundo atual é recheado do que chamamos de overflow, ou seja, excesso de informações, logo, se você não souber o que é importante para você quem saberá? Organização também é fundamental, pois exercer diariamente minhas competências na justiça do trabalho já demandam bastante esforço e responsabilidade. Assim, o que busco fazer é me concentrar em um projeto de cada vez a fim de terminá-lo. Foi dessa maneira que consegui escrever o meu primeiro livro, ao mesmo que tenho que administrar família, amigos, atividades sociais, o que nos leva à terceira palavra: sacrifício. Apesar de toda a boa gestão do meu tempo algumas coisas tiveram que ser sacrificadas no período de 'esforço' para escrever, entretanto, acredito que valeu a pena, pois tudo que é feito com amor tende a ser eternizado".

O segundo livro de Balthazar está em processo de financiamento coletivo, chamado crowdfunding, onde os leitores colaboram com a publicação da obra que precisa atingir um número mínimo de colaboradores para que seja finalizada. A partir de R$12,90 é possível receber o livro no formato e-book que pode ser lido em computadores, tablets e smartphones. Para contribuir com a publicação é só acessar link e escolher o formato do livro que deseja receber, digital ou impresso. 

Outras informações podem ser obtidas no blog ou no Facebook administrados pelo servidor. Confira abaixo dois trechos do segundo livro:

Trecho do Capítulo 1

“Muitas pessoas traçam com muito rigor as suas metas profissionais, porém, são relapsas quando se trata de estabelecer metas financeiras. Eu gosto de uma frase de Jean Paul em que ele diz que “Deve-se conhecer a meta antes do percurso". Apesar de óbvio, a realidade brasileira demonstra que o lema de muitas pessoas é parecido com o conhecido refrão de uma música de Zeca Pagodinho: “Deixa a vida me levar”.
Porém, quem não levar à sério o controle das suas finanças pessoais, sempre deixando para depois por ser algo “chato demais”, descobrirá no futuro que, ao invés de ter condições de se ajudar e ajudar ao próximo, precisará ser ajudado, seja pegando mais dinheiro emprestado ou sendo acolhido por algum familiar que soube gastar menos do que ganha e poupar a diferença. 
 Mas, porque elas são tão importantes no percurso financeiro? Ora, é muito simples: as metas nos darão mais disciplina e força de vontade para vencer as “tentações” de nos desviarmos dos nossos objetivos. Percebeu a palavra “disciplina”?

Trecho do Capítulo 3

“CUIDADO COM AS ARMADILHAS DO CARTÃO DE CRÉDITO
O grande perigo do dinheiro de plástico é nos seduzir quanto ao ilusório poder de compra com o qual ele nos abraça. De modo geral, isso ocorre quando ficamos viciados em adquirirmos muitos bens legais, superfuncionais, porém, supérfluos, sem nos darmos conta de que o mesmo cartão que nos dá poder para comprar, não confere a nós o poder de aumentar a nossa renda. No final das conas, compramos mesmo sem ter a disponibilidade de dinheiro naquele momento, aumentando a cada ano o uso do seu cartão de crédito.
Além das compras por impulso (frequentes), ainda temos o efeito psicológico: gastamos em itens supérfluos que dificilmente compraríamos em dinheiro de papel. Se você quiser fazer um teste prática e comprar como essa pressuposto é verdadeiro, faça o seguinte experimento: retire todos os seus cartões de crédito e cheques da carteira e passe o dia com apenas R$50,00 na carteira. Durante o dia, você perceberá como será “visível” que, a cada pagamento, o seu dinheiro diminuirá. Vamos lá, teste e comprove!.
(…)
Para você ter uma ideia, enquanto os juros cobrados nas modalidades do crédito rotativo na Colômbia é de 28,31% anual, no Brasil ele é de 525%, segundo uma pesquisa realizada pela Proteste em parceria com a Fundação Getúlio Vargas.
Diante disso, eu quero perguntar a você: no decorrer do mês, você acompanha a evolução da sua fatura? Você tem uma estimativa de qual é o seu limite de consumo (não confundir com o limite do seu cartão)? Conferir o limite de seu crédito (pelo internet banking, pelo SMS) é algo normal para você, ou você leva um susto com a bolada de juros do cheque especial que você dá de presente ao seu banco?”.

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