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TST dá posse a ministros Pedro Manus, Eizo Ono e Guilherme Bastos

05/10/2007 00:00 | Fonte:

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Em sessão solene realizada ontem (04) à tarde, o Tribunal Superior do Trabalho deu posse a três novos ministros: Pedro Paulo Teixeira Manus, Fernando Eizo Ono e Guilherme Augusto Caputo Bastos. Eles assumem vagas criadas pela Emenda Constitucional nº 45 (Reforma do Judiciário), que aumentou a composição do TST de 17 para 27 ministros. Das dez vagas criadas, restam ainda três, que serão preenchidas pelos juízes Walmir Oliveira Costa, Márcio Eurico Vitral Amaro e Maurício Godinho Delgado, escolhidos hoje pelo presidente da República.

A solenidade, conduzida pelo presidente do TST, ministro Rider Nogueira de Brito, contou com a presença do vice-presidente da República, José Alencar Gomes da Silva; dos ministros de Estado da Defesa, Nelson Jobim; da Previdência Social, Luiz Marinho; da Agricultura, Reinhold Stephanes; do advogado-geral da União, José Antônio Dias Toffoli; do presidente do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil, Cezar Britto; do vice-procurador-geral do Trabalho, Jefferson Luiz Pereira Coelho e do ministro do STJ, Aldir Passarinho, dentre outras autoridades.

O ministro Pedro Paulo Teixeira Manus é paulista da capital e fez carreira como servidor e como magistrado do Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região (SP). É mestre em Direito do Trabalho pela USP, professor titular e doutor em Direito do Trabalho pela PUC-SP, com especialização na Itália. É autor de diversas obras sobre Direito do Trabalho.

O ministro Fernando Eizo Ono é natural de Assaí (PR), e ingressou na magistratura como juiz substituto do Tribunal Regional do Trabalho da 9ª Região (PR), órgão que presidiu no biênio 2003/2005. Foi coordenador do Colégio de Presidentes e Corregedores dos Tribunais Regionais do Trabalho (Coleprecor) e atuou diversas vezes como juiz convocado no TST, antes da nomeação.

O juiz Guilherme Augusto Caputo Bastos é mineiro de Juiz de Fora. Graduou-se em Direito pela Universidade de Brasília e fez pós-graduação no Centro de Ensino Unificado de Brasília e na Universidade de Léon, na Espanha. Iniciou sua carreira como servidor concursado do Tribunal Federal de Recursos e entrou para a magistratura no Tribunal Regional do Trabalho da 10ª Região (DF/TO). Em 1991, foi promovido a juiz presidente de Vara do Trabalho na então recém-criada 23ª Região (MS), chegando a juiz do TRT/MS em 1992. Presidiu aquele órgão entre 1997 e 1999. Desde 2000, vinha atuando como juiz convocado no TST.

Fonte: TST
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